<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646</id><updated>2011-04-21T17:46:10.158-07:00</updated><category term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Projeto "Quadra Sustentável" - Brasília/DF</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-3092576685456556925</id><published>2008-10-27T11:16:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T11:21:59.225-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>A incrível história…</title><content type='html'>&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/comunidade-megaeco-abre325x167.jpg" height="166" width="321" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;                                                           &lt;div class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                          &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                  &lt;!-- texto --&gt;                  &lt;div class="mat"&gt;       &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;a incrível história…&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;Morar numa comunidade megaecológica&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;No Ecocentro onde Lilia Soares mora, até o banheiro é diferente . Pela dedicação ao meio ambiente, ela foi selecionada como “embaixadora do clima” do Brasil&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Por  Karolina Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.capricho.abril.com.br/home/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Capricho - 12/10/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="margin-top: 5px; font-size: 10px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;       &lt;p&gt;Imagine um lugar onde as pessoas fazem suas próprias roupas, plantam o que comem tomam banho reutilizando a água da chuva . Parece cena de filme de ficção? Pois, para Laila Soares, são atividades comuns do dia-a-dia . A menina, de 17 anos nasceu, na Austrália e mudou-se com os pais para o Brasil quando tinha 3 anos. Hoje , mora numa espécie de vila megaecológica , chamada Ipec (Instituto de Permacultura Ecovilas do Cerrado), que fica em Pirenópolis (GO). “Vivemos de forma equilibrada com o meio ambiente, isso vai além de não jogar lixo na rua. Temos uma estrutura que permite a reposição de tudo o que usamos da natureza ”, diz . A preocupação com preservação ambiental e coisa de família: foi o pai de Laila que fundou o Ecocecentro, onde ela vive junto com cerca de 30 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo por lá e feito de maneira ecologicamente correta . A cozinha é coletiva e moradores e funcionários comem em um praça de alimentação ao ar livre . Junto com as casas, no Ecocentro há hortas, florestas e um sistema especial de reaproveitamento da água . “Só uso hidratantes, xampus cremes feitos aqui. Tenho um pedacinho de jardim só para mim, onde passo grande parte do dia plantando meus temperos e alimentos favoritos, conta Laila. Na comunidade, até os banheiros são diferentes. Eles ficam fora das casas, no lugar da descarga, joga-se serragem nos resíduos. Mais tarde , ele são aproveitados como adubo para o minhocário. “Minhas amigas acham estranho, mas, com o tempo, acabam entendendo a vida que levo. Elas nem jogam mais lixo na rua na minha frente porque sabem que vou dar bronca e encher o saco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando o assunto e escola, a rotina da Laila é incomum. Ela estuda por um sistema especial via internet. “Há alunos conectados de todos os lugares do mundo. O melhor e que posso estudar sentada no jardim, por exemplo.” A coisa só complica na hora das provas, quando um inspetor fica ao lado da garota de olho em tudo para que ela nem pense em colar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não esta estudando, Laila é responsável por várias tarefas na comunidade. Ela recepciona turistas que visitam o Ecocentro, participa de um programa que ajuda a construir escolas sustentáveis e cuida da parte das plantações. Mas a paixão pela preservação já impulsionou a garota ir muito além da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início deste ano, ela foi a única menina entre os três selecionados para representar o Brasil como embaixadora do clima na Conferência Internacional do Meio Ambiente , em Londres. Para conseguir a vaga, disputada por 600 jovens de todo mundo, ela fez vários testes e teve que comprovar fluência em inglês. Além de Laila , apenas 38 pessoas conseguiram passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “novo cargo” modificou a vida da garota . Primeiro, ela criou um blog com dicas para ajudar outras pessoas a viver de forma sustentável. Depois, viajou para Londres, onde conheceu os outros embaixadores do clima. Lá, o grupo elaborou um documento com soluções para reduzir os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Esse documento tinha endereço certo: Kobe , no Japão, onde haveria outra conferência com ministros do meio ambiente dos 13 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram dois meses de espera até o dia do embarque. “ Quando cheguei ao Japão, fiquei chocada. Não dava para pedir informações nem ler nenhuma placa . Mas estava empolgada com o que aconteceria .” Era hora de fazer a diferença! O documento elaborado pelos embaixadores do clima finalmente chegaria a mãos importantes. “Pedimos a criação de eventos sobre vida sustentável e soluções para os problemas mais urgentes. Os ministros ficaram muito interessados e, sem dúvida, a conferência foi um sucesso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta , Laila retomou suas atividades no Ecocentro. Do Japão, além das histórias sobre o que viveu e das novas amizades, trouxe uma caixinha para guardar incenso. “Senti vontade de comprar uma câmera fotográfica , mas achei que não era hora . Não dou tanto valor para essas coisas como as outras meninas, afirma . E também reforçou a certeza de que precisa continuar lutando pela conscientização do mundo para preservar a natureza. “É muito legal saber que eu posso mostrar para as pessoas a importância de uma mudança . Precisamos começar a salvar nosso planeta o quanto antes”, diz.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                              &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"No Ecocentro onde Lilia Soares mora, até o banheiro é diferente . 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Hoje , mora numa espécie de vila megaecológica , chamada Ipec (Instituto de Permacultura Ecovilas do Cerrado), que fica em Pirenópolis (GO). “Vivemos de forma equilibrada com o meio ambiente, isso vai além de não jogar lixo na rua. Temos uma estrutura que permite a reposição de tudo o que usamos da natureza ”, diz . A preocupação com preservação ambiental e coisa de família: foi o pai de Laila que fundou o Ecocecentro, onde ela vive junto com cerca de 30 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo por lá e feito de maneira ecologicamente correta . A cozinha é coletiva e moradores e funcionários comem em um praça de alimentação ao ar livre . Junto com as casas, no Ecocentro há hortas, florestas e um sistema especial de reaproveitamento da água . “Só uso hidratantes, xampus cremes feitos aqui. Tenho um pedacinho de jardim só para mim, onde passo grande parte do dia plantando meus temperos e alimentos favoritos, conta Laila. Na comunidade, até os banheiros são diferentes. Eles ficam fora das casas, no lugar da descarga, joga-se serragem nos resíduos. Mais tarde , ele são aproveitados como adubo para o minhocário. “Minhas amigas acham estranho, mas, com o tempo, acabam entendendo a vida que levo. Elas nem jogam mais lixo na rua na minha frente porque sabem que vou dar bronca e encher o saco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando o assunto e escola, a rotina da Laila é incomum. Ela estuda por um sistema especial via internet. “Há alunos conectados de todos os lugares do mundo. O melhor e que posso estudar sentada no jardim, por exemplo.” A coisa só complica na hora das provas, quando um inspetor fica ao lado da garota de olho em tudo para que ela nem pense em colar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não esta estudando, Laila é responsável por várias tarefas na comunidade. Ela recepciona turistas que visitam o Ecocentro, participa de um programa que ajuda a construir escolas sustentáveis e cuida da parte das plantações. Mas a paixão pela preservação já impulsionou a garota ir muito além da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início deste ano, ela foi a única menina entre os três selecionados para representar o Brasil como embaixadora do clima na Conferência Internacional do Meio Ambiente , em Londres. Para conseguir a vaga, disputada por 600 jovens de todo mundo, ela fez vários testes e teve que comprovar fluência em inglês. Além de Laila , apenas 38 pessoas conseguiram passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “novo cargo” modificou a vida da garota . Primeiro, ela criou um blog com dicas para ajudar outras pessoas a viver de forma sustentável. Depois, viajou para Londres, onde conheceu os outros embaixadores do clima. Lá, o grupo elaborou um documento com soluções para reduzir os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Esse documento tinha endereço certo: Kobe , no Japão, onde haveria outra conferência com ministros do meio ambiente dos 13 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram dois meses de espera até o dia do embarque. “ Quando cheguei ao Japão, fiquei chocada. Não dava para pedir informações nem ler nenhuma placa . Mas estava empolgada com o que aconteceria .” Era hora de fazer a diferença! O documento elaborado pelos embaixadores do clima finalmente chegaria a mãos importantes. “Pedimos a criação de eventos sobre vida sustentável e soluções para os problemas mais urgentes. Os ministros ficaram muito interessados e, sem dúvida, a conferência foi um sucesso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta , Laila retomou suas atividades no Ecocentro. Do Japão, além das histórias sobre o que viveu e das novas amizades, trouxe uma caixinha para guardar incenso. “Senti vontade de comprar uma câmera fotográfica , mas achei que não era hora . Não dou tanto valor para essas coisas como as outras meninas, afirma . E também reforçou a certeza de que precisa continuar lutando pela conscientização do mundo para preservar a natureza. “É muito legal saber que eu posso mostrar para as pessoas a importância de uma mudança . Precisamos começar a salvar nosso planeta o quanto antes”, diz.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;Imagine um lugar onde as pessoas fazem suas próprias roupas, plantam o que comem tomam banho reutilizando a água da chuva . Parece cena de filme de ficção? Pois, para Laila Soares, são atividades comuns do dia-a-dia . A menina, de 17 anos nasceu, na Austrália e mudou-se com os pais para o Brasil quando tinha 3 anos. Hoje , mora numa espécie de vila megaecológica , chamada Ipec (Instituto de Permacultura Ecovilas do Cerrado), que fica em Pirenópolis (GO). “Vivemos de forma equilibrada com o meio ambiente, isso vai além de não jogar lixo na rua. Temos uma estrutura que permite a reposição de tudo o que usamos da natureza ”, diz . A preocupação com preservação ambiental e coisa de família: foi o pai de Laila que fundou o Ecocecentro, onde ela vive junto com cerca de 30 pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo por lá e feito de maneira ecologicamente correta . A cozinha é coletiva e moradores e funcionários comem em um praça de alimentação ao ar livre . Junto com as casas, no Ecocentro há hortas, florestas e um sistema especial de reaproveitamento da água . “Só uso hidratantes, xampus cremes feitos aqui. Tenho um pedacinho de jardim só para mim, onde passo grande parte do dia plantando meus temperos e alimentos favoritos, conta Laila. Na comunidade, até os banheiros são diferentes. Eles ficam fora das casas, no lugar da descarga, joga-se serragem nos resíduos. Mais tarde , ele são aproveitados como adubo para o minhocário. “Minhas amigas acham estranho, mas, com o tempo, acabam entendendo a vida que levo. Elas nem jogam mais lixo na rua na minha frente porque sabem que vou dar bronca e encher o saco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando o assunto e escola, a rotina da Laila é incomum. Ela estuda por um sistema especial via internet. “Há alunos conectados de todos os lugares do mundo. O melhor e que posso estudar sentada no jardim, por exemplo.” A coisa só complica na hora das provas, quando um inspetor fica ao lado da garota de olho em tudo para que ela nem pense em colar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não esta estudando, Laila é responsável por várias tarefas na comunidade. Ela recepciona turistas que visitam o Ecocentro, participa de um programa que ajuda a construir escolas sustentáveis e cuida da parte das plantações. Mas a paixão pela preservação já impulsionou a garota ir muito além da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início deste ano, ela foi a única menina entre os três selecionados para representar o Brasil como embaixadora do clima na Conferência Internacional do Meio Ambiente , em Londres. Para conseguir a vaga, disputada por 600 jovens de todo mundo, ela fez vários testes e teve que comprovar fluência em inglês. Além de Laila , apenas 38 pessoas conseguiram passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “novo cargo” modificou a vida da garota . Primeiro, ela criou um blog com dicas para ajudar outras pessoas a viver de forma sustentável. Depois, viajou para Londres, onde conheceu os outros embaixadores do clima. Lá, o grupo elaborou um documento com soluções para reduzir os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Esse documento tinha endereço certo: Kobe , no Japão, onde haveria outra conferência com ministros do meio ambiente dos 13 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram dois meses de espera até o dia do embarque. “ Quando cheguei ao Japão, fiquei chocada. Não dava para pedir informações nem ler nenhuma placa . Mas estava empolgada com o que aconteceria .” Era hora de fazer a diferença! O documento elaborado pelos embaixadores do clima finalmente chegaria a mãos importantes. “Pedimos a criação de eventos sobre vida sustentável e soluções para os problemas mais urgentes. Os ministros ficaram muito interessados e, sem dúvida, a conferência foi um sucesso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta , Laila retomou suas atividades no Ecocentro. Do Japão, além das histórias sobre o que viveu e das novas amizades, trouxe uma caixinha para guardar incenso. “Senti vontade de comprar uma câmera fotográfica , mas achei que não era hora . Não dou tanto valor para essas coisas como as outras meninas, afirma . E também reforçou a certeza de que precisa continuar lutando pela conscientização do mundo para preservar a natureza. “É muito legal saber que eu posso mostrar para as pessoas a importância de uma mudança . Precisamos começar a salvar nosso planeta o quanto antes”, diz."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por  Karolina Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.capricho.abril.com.br/home/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Capricho - 12/10/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-3092576685456556925?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/3092576685456556925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=3092576685456556925' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3092576685456556925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3092576685456556925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/incrvel-histria.html' title='A incrível história…'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-6961323746403463052</id><published>2008-10-24T12:48:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T12:53:05.242-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>E o ralo levou...</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;Preste atenção com o que você joga no ralo. Seja responsável. O planeta agradece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"A infinidade de coisas jogadas nos ralos é um problema sério - e um dos maiores vilões é o fio dental&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                       &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt; A falta de cuidados com o ambiente pode se voltar contra você. Essa afirmação pode parecer meio batida, mas é ainda mais verdadeira quando consideramos a infinidade de coisas que são jogadas no ralo das pias. &lt;p&gt;Tem gente que não pensa duas vezes antes de atirar no ralo cotonetes, restos de comida ou a poeira varrida da casa. Com o tempo, essas coisas se transformam em obstruções nos encanamentos que podem provocar graves entupimentos na rede de esgotos ou em casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No centro expandido de São Paulo, a Sabesp realiza cerca de 2 mil desentupimentos por mês. Isso acontece porque as redes de coleta e tratamento de esgoto têm tubulações mais estreitas que as galerias pluviais, nas ruas. Por isso, entopem com mais facilidade quando se acumulam restos de comida ou objetos no seu interior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dos principais vilões que descem pelos ralos é o fio dental. Fabricado com materiais cada vez mais resistentes, seu acúmulo acaba formando uma rede que prende outros materiais, obstruindo as tubulações. O excesso de produtos químicos de limpeza é outro problema freqüente, pois pode prejudicar o próprio sistema de tratamento dos esgotos, tornando-o ineficiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos locais onde não há tratamento de esgoto o descarte inadequado de produtos pelo ralo costuma agredir diretamente o ambiente. Isso porque os dejetos acabam sendo lançados nos rios, córregos e no mar, na maioria das vezes causando mau cheiro e a morte de animais e plantas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NO BANHEIRO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Aquele fio dental que displicentemente você deixa cair no ralo da pia vem se tornando um grave transtorno para os esgotos de todo o mundo. Eles acabam ficando presos na rede de tubulações, onde, acumulados, formam uma teia que prende outros tipos de lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Resultado: entupimentos e transbordamentos na rua e dentro das casas, além de mais dificuldade para o tratamento dos resíduos. Outros produtos também costumam ser lançados no ralo ou no vaso sanitário. Entre eles estão fraldas descartáveis, absorventes, pontas de cigarro, cotonetes e preservativos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E, por favor, retire os fios de cabelo dos ralos do chuveiro e da pia. Eles também são um verdadeiro enrosco.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA COZINHA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), 1 litro de óleo é responsável pela poluição de 1 milhão de litros de água. A companhia estima que uma família gera 1,5 litro de óleo de cozinha por mês. Os sistemas de tratamento de esgotos não são projetados para cuidar do óleo, e sim da sujeira que deveria estar no esgoto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O óleo volta aos rios, por ser mais leve, fica na superfície, impedindo a oxigenação das águas e causando a morte de microorganismos e peixes. O que fazer então com o óleo? Reserve o óleo em garrafas pet e, quando tiver acumulado alguns litros, entregue-o a centros de coleta, que depois o usarão para fazer sabão. Consulte a prefeitura ou a empresa de sanemento básico da sua cidade para saber se esse serviço está disponível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA ÁREA DE SERVIÇO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pequenas peças de roupa, como meias ou lenços, acabam indo pelo ralo abaixo. Nesse caso, a solução é simples: colocar uma grade de proteção no ralo. Outro problema comum na área de serviço é o descarte de produtos tóxicos no tanque. O mais comum é a água sanitária, que deve ser usada sem abusos, pois tem grande potencial de poluir o ambiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode ser substituída na limpeza da casa por misturas com bicarbonato de sódio, vinagre e suco de limão. Produtos de limpeza devem ser utilizados de acordo com a indicação do fabricante, com o consumo de todo o conteúdo das embalagens, sem despejá-los diretamente na pia. O uso de venenos e inseticidas deve ser evitado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NO QUINTAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui, uma complicação freqüente para os esgotos é a própria água da chuva. Algumas pessoas conectam a descarga das calhas à rede de esgotos, que, ao contrário da rede de águas pluviais, não está preparada para receber o excesso de água. O resultado é o transbordamento dos esgotos nas ruas e até mesmo o refluxo pelos ralos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sujeira varrida de toda a casa deve ser recolhida com uma pá e jogada no lixo. Não jogue a poeira no ralo, pois aí ela tende a se acumular na parte de baixo dos encanamentos, vindo a provocar entupimentos. Também deve-se evitar que folhas e galhos caiam nos ralos.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt; A falta de cuidados com o ambiente pode se voltar contra você. Essa afirmação pode parecer meio batida, mas é ainda mais verdadeira quando consideramos a infinidade de coisas que são jogadas no ralo das pias. &lt;p&gt;Tem gente que não pensa duas vezes antes de atirar no ralo cotonetes, restos de comida ou a poeira varrida da casa. Com o tempo, essas coisas se transformam em obstruções nos encanamentos que podem provocar graves entupimentos na rede de esgotos ou em casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No centro expandido de São Paulo, a Sabesp realiza cerca de 2 mil desentupimentos por mês. Isso acontece porque as redes de coleta e tratamento de esgoto têm tubulações mais estreitas que as galerias pluviais, nas ruas. Por isso, entopem com mais facilidade quando se acumulam restos de comida ou objetos no seu interior.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dos principais vilões que descem pelos ralos é o fio dental. Fabricado com materiais cada vez mais resistentes, seu acúmulo acaba formando uma rede que prende outros materiais, obstruindo as tubulações. O excesso de produtos químicos de limpeza é outro problema freqüente, pois pode prejudicar o próprio sistema de tratamento dos esgotos, tornando-o ineficiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos locais onde não há tratamento de esgoto o descarte inadequado de produtos pelo ralo costuma agredir diretamente o ambiente. Isso porque os dejetos acabam sendo lançados nos rios, córregos e no mar, na maioria das vezes causando mau cheiro e a morte de animais e plantas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NO BANHEIRO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Aquele fio dental que displicentemente você deixa cair no ralo da pia vem se tornando um grave transtorno para os esgotos de todo o mundo. Eles acabam ficando presos na rede de tubulações, onde, acumulados, formam uma teia que prende outros tipos de lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Resultado: entupimentos e transbordamentos na rua e dentro das casas, além de mais dificuldade para o tratamento dos resíduos. Outros produtos também costumam ser lançados no ralo ou no vaso sanitário. Entre eles estão fraldas descartáveis, absorventes, pontas de cigarro, cotonetes e preservativos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E, por favor, retire os fios de cabelo dos ralos do chuveiro e da pia. Eles também são um verdadeiro enrosco.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA COZINHA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), 1 litro de óleo é responsável pela poluição de 1 milhão de litros de água. A companhia estima que uma família gera 1,5 litro de óleo de cozinha por mês. Os sistemas de tratamento de esgotos não são projetados para cuidar do óleo, e sim da sujeira que deveria estar no esgoto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O óleo volta aos rios, por ser mais leve, fica na superfície, impedindo a oxigenação das águas e causando a morte de microorganismos e peixes. O que fazer então com o óleo? Reserve o óleo em garrafas pet e, quando tiver acumulado alguns litros, entregue-o a centros de coleta, que depois o usarão para fazer sabão. Consulte a prefeitura ou a empresa de sanemento básico da sua cidade para saber se esse serviço está disponível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA ÁREA DE SERVIÇO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pequenas peças de roupa, como meias ou lenços, acabam indo pelo ralo abaixo. Nesse caso, a solução é simples: colocar uma grade de proteção no ralo. Outro problema comum na área de serviço é o descarte de produtos tóxicos no tanque. O mais comum é a água sanitária, que deve ser usada sem abusos, pois tem grande potencial de poluir o ambiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pode ser substituída na limpeza da casa por misturas com bicarbonato de sódio, vinagre e suco de limão. Produtos de limpeza devem ser utilizados de acordo com a indicação do fabricante, com o consumo de todo o conteúdo das embalagens, sem despejá-los diretamente na pia. O uso de venenos e inseticidas deve ser evitado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NO QUINTAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui, uma complicação freqüente para os esgotos é a própria água da chuva. Algumas pessoas conectam a descarga das calhas à rede de esgotos, que, ao contrário da rede de águas pluviais, não está preparada para receber o excesso de água. O resultado é o transbordamento dos esgotos nas ruas e até mesmo o refluxo pelos ralos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sujeira varrida de toda a casa deve ser recolhida com uma pá e jogada no lixo. Não jogue a poeira no ralo, pois aí ela tende a se acumular na parte de baixo dos encanamentos, vindo a provocar entupimentos. Também deve-se evitar que folhas e galhos caiam nos ralos."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por André Mugiatti&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.superinteressante.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Superinteressante&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-6961323746403463052?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/6961323746403463052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=6961323746403463052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6961323746403463052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6961323746403463052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/e-o-ralo-levou.html' title='E o ralo levou...'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-780899228634841126</id><published>2008-10-24T12:44:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T12:55:36.321-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Lixo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O lixo é o grande desafio do futuro. Esqueça a arte, a ciência... Se o homem não aprender a dar conta de seus dejetos, afundará nesse mar de lama&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;         &lt;div style="display: block;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt; &lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-top: 5px; font-size: 10px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;Passei as festas de fim de ano em Fernando de Noronha, minha adorada ilha. Lá, por acaso, comemorei o Natal com uma família vinda de São Paulo, hospedada na mesma pousada que eu. O pai tinha um forte sotaque do interior do Paraná e nos disse, com um sorriso maroto, que era lixeiro. Ficamos curiosos e ele acabou contando sua saga. Nascido na roça paranaense, foi tentar a sorte em São Paulo há mais de trinta anos, com uma mão na frente e outra atrás. Depois de muitos bicos e sem nenhum futuro no horizonte, percebeu no ramo da carne uma possibilidade de sustento. Começou a vender jornal velho a preço de banana aos açougues da região. Na época, olha como isso é antigo, ainda se embrulhava carne com jornal e reciclar era um verbo que ninguém conjugava. O paranaense era um homem de visão. Depois da bem-sucedida experiência com o jornal velho, e acometido por uma forte compulsão, passou a olhar o lixo com olhos de cobiça. Cresceu e hoje domina o mercado de reciclagem de latas de alumínio em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mandei importar três máquinas. Dá vontade de chorar — disse ele. — Você vê entrar o lixo de um lado e sair ouro do outro, ouro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o Brasil ser um dos maiores produtores mundiais de alumínio, o país exporta tudo o que extrai do solo, nada fica aqui. Praticamente todo o alumínio consumido no país vem das ruas, da força geológica de formiguinhas humanas que sustentam empresas de pequeno, médio e grande porte. Atualmente, a família que passava férias em Noronha é abastecida por dezenas de cooperativas de coleta, homens e mulheres sem grandes perspectivas que encontram nas latinhas um mercado informal de sustento, exatamente como o herói desta crônica, há quarenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos eles trabalham no ramo, sorrindo de orelha a orelha, querendo seguir o faro do pai. A filha revende o papel usado do escritório nos bairros menos favorecidos da capital paulista. Os olhos do pai brilham quando fala da fortuna que é possível fazer com pneu, pilha, garrafas PET, restos de computador... Este é um novo negócio que o paranaense morre de pena de não ter mais idade para explorar: os incontáveis materiais preciosos contidos no lixo tecnológico dos celulares, bips e videogames. Ele falava em tecido de garrafa, de ouro, platina e cobre vindos de pilhas usadas, de asfalto de altíssimo nível retirado de pneus velhos. Ele me esclareceu a respeito do que pode render um aterro de lixo bem estruturado. Fiquei fascinada com aquele homem, um jeca-tatu visionário made in Brazil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo é o grande desafio do futuro. Esqueça a arte, a ciência... Se o homem não aprender a dar conta de seus dejetos, afundará nesse mar de lama. O antropólogo Jared Diamond, em seu livro Colapso, escreve sobre um amigo da República Dominicana que profetiza, diante de uma praia coberta de sujeira, que a humanidade vai ser soterrada pelo próprio lixo. Dizem que existem verdadeiros vortices de imundice levados pelas correntes no meio dos oceanos, lixões à deriva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí de Noronha convencida de que deveria montar uma firma de reaproveitamento de lixo, querendo juntar pneu, explorar os metais das pilhas velhas. Desisti assim que botei o pé em casa e voltei para o que sei fazer. Mesmo assim, voltei diferente. Passei a separar o lixo com mais seriedade e a recusar os zilhões de sacolas de plástico que me oferecem cada vez que compro uma aspirina. Uso minha shopping bag com mais freqüência e me revolto com o tamanho das embalagens dos brinquedos dos meus filhos. São cinqüenta camadas de plástico duro, inviolável, que, conforme abrimos, se multiplicam em mil. No fim restam um brinquedinho e uma montanha de lixo ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do tempo em que eu admirava o excesso de invólucros dos supermercados americanos, a quantidade de isopor para embalar uma fruta, as cinqüenta sacolas para presentear um anel, uma prosperidade que hoje mais me parece ignorância. Já o paranaense, por mim, levava o Prêmio Nobel da Paz na Consciência. Ele merece.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;Passei as festas de fim de ano em Fernando de Noronha, minha adorada ilha. Lá, por acaso, comemorei o Natal com uma família vinda de São Paulo, hospedada na mesma pousada que eu. O pai tinha um forte sotaque do interior do Paraná e nos disse, com um sorriso maroto, que era lixeiro. Ficamos curiosos e ele acabou contando sua saga. Nascido na roça paranaense, foi tentar a sorte em São Paulo há mais de trinta anos, com uma mão na frente e outra atrás. Depois de muitos bicos e sem nenhum futuro no horizonte, percebeu no ramo da carne uma possibilidade de sustento. Começou a vender jornal velho a preço de banana aos açougues da região. Na época, olha como isso é antigo, ainda se embrulhava carne com jornal e reciclar era um verbo que ninguém conjugava. O paranaense era um homem de visão. Depois da bem-sucedida experiência com o jornal velho, e acometido por uma forte compulsão, passou a olhar o lixo com olhos de cobiça. Cresceu e hoje domina o mercado de reciclagem de latas de alumínio em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mandei importar três máquinas. Dá vontade de chorar — disse ele. — Você vê entrar o lixo de um lado e sair ouro do outro, ouro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o Brasil ser um dos maiores produtores mundiais de alumínio, o país exporta tudo o que extrai do solo, nada fica aqui. Praticamente todo o alumínio consumido no país vem das ruas, da força geológica de formiguinhas humanas que sustentam empresas de pequeno, médio e grande porte. Atualmente, a família que passava férias em Noronha é abastecida por dezenas de cooperativas de coleta, homens e mulheres sem grandes perspectivas que encontram nas latinhas um mercado informal de sustento, exatamente como o herói desta crônica, há quarenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos eles trabalham no ramo, sorrindo de orelha a orelha, querendo seguir o faro do pai. A filha revende o papel usado do escritório nos bairros menos favorecidos da capital paulista. Os olhos do pai brilham quando fala da fortuna que é possível fazer com pneu, pilha, garrafas PET, restos de computador... Este é um novo negócio que o paranaense morre de pena de não ter mais idade para explorar: os incontáveis materiais preciosos contidos no lixo tecnológico dos celulares, bips e videogames. Ele falava em tecido de garrafa, de ouro, platina e cobre vindos de pilhas usadas, de asfalto de altíssimo nível retirado de pneus velhos. Ele me esclareceu a respeito do que pode render um aterro de lixo bem estruturado. Fiquei fascinada com aquele homem, um jeca-tatu visionário made in Brazil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo é o grande desafio do futuro. Esqueça a arte, a ciência... Se o homem não aprender a dar conta de seus dejetos, afundará nesse mar de lama. O antropólogo Jared Diamond, em seu livro Colapso, escreve sobre um amigo da República Dominicana que profetiza, diante de uma praia coberta de sujeira, que a humanidade vai ser soterrada pelo próprio lixo. Dizem que existem verdadeiros vortices de imundice levados pelas correntes no meio dos oceanos, lixões à deriva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí de Noronha convencida de que deveria montar uma firma de reaproveitamento de lixo, querendo juntar pneu, explorar os metais das pilhas velhas. Desisti assim que botei o pé em casa e voltei para o que sei fazer. Mesmo assim, voltei diferente. Passei a separar o lixo com mais seriedade e a recusar os zilhões de sacolas de plástico que me oferecem cada vez que compro uma aspirina. Uso minha shopping bag com mais freqüência e me revolto com o tamanho das embalagens dos brinquedos dos meus filhos. São cinqüenta camadas de plástico duro, inviolável, que, conforme abrimos, se multiplicam em mil. No fim restam um brinquedinho e uma montanha de lixo ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do tempo em que eu admirava o excesso de invólucros dos supermercados americanos, a quantidade de isopor para embalar uma fruta, as cinqüenta sacolas para presentear um anel, uma prosperidade que hoje mais me parece ignorância. Já o paranaense, por mim, levava o Prêmio Nobel da Paz na Consciência. Ele merece."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por  Fernanda Torres&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/" class="verde" target="_blank"&gt;Veja Rio&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-780899228634841126?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/780899228634841126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=780899228634841126' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/780899228634841126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/780899228634841126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/lixo.html' title='Lixo'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-6020427161599305181</id><published>2008-10-22T10:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T12:56:01.765-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Nada se perde - Reciclagem inteligente</title><content type='html'>O lixo orgânico é um problema para a maioria das cidades brasileiras. Veja como é possível transformar o lixo orgânico em energias e produtos.&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Na Suíça, restos de comida e plantas são transformados em gás natural, eletricidade, combustível e fertilizantes. A esse processo é dado o nome de Reciclagem Verde&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                       &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;O que fazer com todo o lixo produzido por nós? Esse é um dos grandes dilemas enfrentados no mundo todo. Como sabemos, em muitos países – incluindo o Brasil – o lixo é desepejado em terrenos abertos - os chamados landfills ou lixões - e todos, simplesmente, esquecem o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a reciclagem é uma das grandes soluções encontradas nas últimas décadas. Mas há mais a se fazer. Pesquisas comprovam que cerca de 30% do lixo doméstico, produzido nas casas, pode ser reutilizado e a reciclagem desses resíduos pode ser realizada de uma maneira muito simples, usando, como exemplo, exatamente o que acontece na natureza, ou seja, a decomposição natural.&lt;br /&gt;No caso do lixo orgânico, o processo de decomposição depende basicamente de umidade e calor. Restos de plantas e comida, deixados em lixões ao ar livre, se decompõem espontaneamente, após algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo desse princípio, há 20 anos, uma empresa suíça – a Kompogas - iniciou estudos com lixo orgânico, principalmente aquele proveniente de jardins e cozinhas. Hoje, ela é uma das quatro maiores empresas do mundo nesse setor e transforma o green waste (lixo dos jardins) e o biowaste (restos de verduras, frutas e alimentos) em novos produtos. Para isso, utiliza um reator de fermentação, que trabalha através de um processo anaeróbico (com ausência de oxigênio). “É um processo biológico, que ocorre também na natureza, só que, aqui, o processo acontece de forma controlada e intensiva”, afirma Peter Knecht, responsável pelas licenças internacionais da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Suíça, existem dez fábricas Kompogas em funcionamento, cinco somente na região de Zurique, a maior cidade do país. Elas recebem o lixo orgânico vindo de comunidades municipais, hotéis, supermercados e redes de lanchonetes. Afinal, todos esses clientes são responsáveis pelo destino do lixo produzido por eles. Para essas companhias e prefeituras fica mais barato reciclar o lixo orgânico do que simplesmente “jogá-lo no lixo”. Lá, os departamentos municipais de coleta só recolhem o lixo - seja domiciliar ou industrial - que estiver dentro dos sacos oficiais das cidades. Mas, para estimular a reciclagem, esses sacos são bastante caros. Para se desfazer de cerca de uma tonelada de lixo na maneira tradicional, na região de Zurique, por exemplo, uma empresa gastaria cerca de R$ 960. Mas, para ter esse mesmo lixo entregue e reciclado numa fábrica Kompogas, o custo é de R$ 240. “Não faz o menor sentido queimar o lixo orgânico. Cada tipo de lixo tem uma maneira apropriada para ser tratado”, diz Knecht.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra grande vantagem da reciclagem verde está na diminuição da emissão de gás CO2 na atmosfera, já que o método de incineração não consegue controlar a emissão desses gases. Para cada tonelada de lixo orgânico reciclado nas plantas da Kompogas, uma tonelada de CO2 deixa de ser emitida no meio ambiente. E o melhor: a fermentação é mais barata do que a incineração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como funciona uma fábrica desse tipo? O processo é bastante fácil de entender. Primeiro, os clientes entregam o lixo orgânico a ser reciclado. Os caminhões que o transportam chegam na planta e são pesados numa balança. Paga-se pelo peso – kg/tonelada – que será processado. Em seguida, os resíduos são despejados e passam por uma triagem visual e um detector de metais (imã). Caso haja pedras ou utensílios deixados por engano no meio desse lixo (tesouras de poda, pás, etc), eles são removidos para não danificar o reator. Na sequência, essa massa de lixo orgânico é triturada numa câmara intermediária até atingir a consistência ideal. O próximo passo passar o lixo pelo reator de fermentação. Ali, ele permanece durante duas semanas, a uma temperatura de 55º C. “A única diferença em relação ao que acontece na natureza é que adicionamos mais bactérias para acelerar a processo”, revela o executivo da Kompogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da fermentação desses resíduos surgem três novos produtos:&lt;br /&gt;- um sólido (o composto)&lt;br /&gt;- um líquido (o fertilizante)&lt;br /&gt;- e, por último, um gasoso (uma nova forma de energia limpa). Esta energia - ou gás - pode ser convertida em combustível para veículos, em gás natural para a rede local (se estiver disponível) ou então, no chamado CHP (combined heat and power), uma combinação de energia elétrica e aquecimento. “Geralmente, o CHP é o mais utilizado porque é mais fácil ter uma rede elétrica, disponível próximo da planta para fazer essa transferência, do que um gasoduto”, explica Knecht.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noventa e cinco porcento dos compostos e fertilizantes líquidos vão direto para os agricultores locais. Eles podem comprar sacas do adubo na fábrica, ou então, levá-los de graça - em menores quantidades - porque ficam à disposição do público na frente da empresa. Na planta da Kompogas, em Otelfingen, há um estufa experimental que produz plantas e vegetais orgânicos utilizando somente esse fertilizante líquido e o resultado é impressionante. Os tomates, por exemplo, são vermelhos, brilhantes e doces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o composto fresco como o fertilizante líquido são certificados pelo Instituto Nacional Suíço de Pesquisa para Agricultura Orgânica. “Nós devolvemos ao solo o que originalmente tiramos dele. É como se fechássemos um ciclo”, afirma Knecht.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o gás, quando sai do processo de fermentação, está na forma bruta (raw), então, precisa ser tratado para virar natural e ser usado na rede local ou como combustível. Na Suíça, existem cerca de 100 postos de combustível que oferecem biogás e seis mil carros rodando com ele. Há dois anos, eram apenas mil. Apesar do preço desse tipo de veículo ser mais alto, a longo prazo, o investimento compensa. O preço do biogás é 30% a 40% mais barato do que o da gasolina. Além, obviamente, de o gás ser um combustível muito mais limpo do que os derivados do petróleo. Atualmente, todas as grandes indústrias produzem automóveis Flex, que são veículos de 2ª e 3ª geração, desenvolvidos especialmente para funcionar com gás. Vários órgãos do governo suíço usam carros movidos a biogás em suas frotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem define qual será a utilização da energia produzida na planta é seu administrador. Nas fábricas da própria Kompogas, a empresa fecha contratos locais com interessados em comprar eletricidade, gás ou combustível e, obviamente, descartar o lixo. Em Otelfingen, a capacidade de processamento é de três mil toneladas de lixo orgânico. Com a planta totalmente automatizada, são necessários apenas dois funcionários trabalhando no local. MacDonald’s e Migros, a maior rede de supermercados suíça, estão entre os principais clientes da Kompogas. Eles produzem enormes quantidades de lixo orgânico e precisam dar bom fim aos resíduos. Nesse sistema, acabam se beneficiando do próprio lixo. Ambos usam o composto e o fertilizante em suas plantações e o biogás em seus veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia suíça já chegou a outros países, igualmente preocupados com a saúde do planeta. Hoje, há 30 fábricas Kompagas instaladas em seis países: Alemanha, Espanha, Áustria, Japão, Martinica e França, onde duas novas plantas estão em construção, com futura capacidade de processar 100 mil toneladas de lixo por ano. E a demanda deve crescer ainda mais porque, recentemente, a Comunidade Européia sancionou uma lei que obriga os países a separar e tratar o lixo orgânico. Então, os países desse continente ainda têm algum tempo para se preparar para cumprí-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Radicada na Suíça há 11 anos, a brasileira Mara Mehlmann, engenheira de alimentos, separa todo o lixo em casa, inclusive o orgânico. “Todo mundo aqui na minha vizinhança recicla. É um ato social”, afirma. Ela conta que, quando vai ao supermercado, prefere comprar produtos que tenham embalagens recicláveis e evitar pegar sacolas plásticas para as frutas. “Se for uma unidade só, como um melão, colo a etiqueta do preço na casca mesmo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe de duas crianças, uma menina de dois anos e um garoto de quatro, a suíça Nadine Bosbach é outra entusiasta da reciclagem verde. Ela ensina aos filhos a importância do reaproveitamento do lixo. “Não ajudamos em nada o meio ambiente se só ficarmos nos lastimando e reclamando sobre como a situação está ruim. Se posso fazer alguma coisa e ser parte do processo de mudança, vou ser. E o melhor: é de graça!”.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;O que fazer com todo o lixo produzido por nós? Esse é um dos grandes dilemas enfrentados no mundo todo. Como sabemos, em muitos países – incluindo o Brasil – o lixo é desepejado em terrenos abertos - os chamados landfills ou lixões - e todos, simplesmente, esquecem o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a reciclagem é uma das grandes soluções encontradas nas últimas décadas. Mas há mais a se fazer. Pesquisas comprovam que cerca de 30% do lixo doméstico, produzido nas casas, pode ser reutilizado e a reciclagem desses resíduos pode ser realizada de uma maneira muito simples, usando, como exemplo, exatamente o que acontece na natureza, ou seja, a decomposição natural.&lt;br /&gt;No caso do lixo orgânico, o processo de decomposição depende basicamente de umidade e calor. Restos de plantas e comida, deixados em lixões ao ar livre, se decompõem espontaneamente, após algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo desse princípio, há 20 anos, uma empresa suíça – a Kompogas - iniciou estudos com lixo orgânico, principalmente aquele proveniente de jardins e cozinhas. Hoje, ela é uma das quatro maiores empresas do mundo nesse setor e transforma o green waste (lixo dos jardins) e o biowaste (restos de verduras, frutas e alimentos) em novos produtos. Para isso, utiliza um reator de fermentação, que trabalha através de um processo anaeróbico (com ausência de oxigênio). “É um processo biológico, que ocorre também na natureza, só que, aqui, o processo acontece de forma controlada e intensiva”, afirma Peter Knecht, responsável pelas licenças internacionais da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Suíça, existem dez fábricas Kompogas em funcionamento, cinco somente na região de Zurique, a maior cidade do país. Elas recebem o lixo orgânico vindo de comunidades municipais, hotéis, supermercados e redes de lanchonetes. Afinal, todos esses clientes são responsáveis pelo destino do lixo produzido por eles. Para essas companhias e prefeituras fica mais barato reciclar o lixo orgânico do que simplesmente “jogá-lo no lixo”. Lá, os departamentos municipais de coleta só recolhem o lixo - seja domiciliar ou industrial - que estiver dentro dos sacos oficiais das cidades. Mas, para estimular a reciclagem, esses sacos são bastante caros. Para se desfazer de cerca de uma tonelada de lixo na maneira tradicional, na região de Zurique, por exemplo, uma empresa gastaria cerca de R$ 960. Mas, para ter esse mesmo lixo entregue e reciclado numa fábrica Kompogas, o custo é de R$ 240. “Não faz o menor sentido queimar o lixo orgânico. Cada tipo de lixo tem uma maneira apropriada para ser tratado”, diz Knecht.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra grande vantagem da reciclagem verde está na diminuição da emissão de gás CO2 na atmosfera, já que o método de incineração não consegue controlar a emissão desses gases. Para cada tonelada de lixo orgânico reciclado nas plantas da Kompogas, uma tonelada de CO2 deixa de ser emitida no meio ambiente. E o melhor: a fermentação é mais barata do que a incineração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como funciona uma fábrica desse tipo? O processo é bastante fácil de entender. Primeiro, os clientes entregam o lixo orgânico a ser reciclado. Os caminhões que o transportam chegam na planta e são pesados numa balança. Paga-se pelo peso – kg/tonelada – que será processado. Em seguida, os resíduos são despejados e passam por uma triagem visual e um detector de metais (imã). Caso haja pedras ou utensílios deixados por engano no meio desse lixo (tesouras de poda, pás, etc), eles são removidos para não danificar o reator. Na sequência, essa massa de lixo orgânico é triturada numa câmara intermediária até atingir a consistência ideal. O próximo passo passar o lixo pelo reator de fermentação. Ali, ele permanece durante duas semanas, a uma temperatura de 55º C. “A única diferença em relação ao que acontece na natureza é que adicionamos mais bactérias para acelerar a processo”, revela o executivo da Kompogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da fermentação desses resíduos surgem três novos produtos:&lt;br /&gt;- um sólido (o composto)&lt;br /&gt;- um líquido (o fertilizante)&lt;br /&gt;- e, por último, um gasoso (uma nova forma de energia limpa). Esta energia - ou gás - pode ser convertida em combustível para veículos, em gás natural para a rede local (se estiver disponível) ou então, no chamado CHP (combined heat and power), uma combinação de energia elétrica e aquecimento."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por Suzana Camargo&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Planeta Sustentável&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-6020427161599305181?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/6020427161599305181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=6020427161599305181' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6020427161599305181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6020427161599305181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/nada-se-perde-reciclagem-inteligente.html' title='Nada se perde - Reciclagem inteligente'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-2170463773441166053</id><published>2008-10-17T05:58:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T06:01:32.799-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Para os suíços, água é sinônimo de consciência ambiental</title><content type='html'>&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/para-suicos-abre325x167.jpg" height="166" width="321" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;                                                                             &lt;!-- texto --&gt;                  &lt;div class="mat"&gt;       &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;pureza líquida&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;Para os suíços, água é sinônimo de consciência ambiental&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;Toda criança de Zurique cresce sabendo que pode beber água de qualquer fonte da cidade. E se quiser nadar no principal lago e cartão postal da região? Também pode. Afinal, essa é a cidade em que água é sinônimo de vida e, também, de consciência ambiental&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Por Suzana Camargo, de Zurique, Suíça&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.planetasustentavel.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Planeta Sustentável – 09/10/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="margin-top: 5px; font-size: 10px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;       &lt;p&gt;Ao abrir qualquer torneira em Zurique, o que sairá dela é uma mistura de 70% da água do Zurichsee (principal lago da cidade), 20% de água do subsolo e 10% de fontes naturais. A mistura é potável. Água cristalina, pronta para beber. Até o leite da mamadeira do bebê pode ser preparado com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água aqui é um grande orgulho, mas nem sempre foi assim. O turista que consegue ver, hoje, o fundo do Zurichsee, através de suas águas límpidas, não pode imaginar como era sua condição na década de 70. O lago era tão poluído, que a luz do sol não atravessava a escuridão, dez metros abaixo da superfície. Estudos apontaram a causa do problema: excesso de fosfato no lago. Grandes quantidades do sal estavam provocando o aparecimento de algas que poluiam a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo local fez um investimento financeiro gigantesco para limpar o lago. O trabalho de despoluição envolveu novas leis de proteção ambiental e a construção de modernas estações de tratamento de água. Um dos responsáveis pelo projeto foi o Eawag - Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia das Águas -, um dos mais importantes do mundo no setor. Mas não foi fácil. Foram necessários 30 anos para que o lago voltasse a ter a água com a mesma qualidade do passado. “Só no ano 2000, o Zurichsee voltou a ser o que era na década de 50”, revela Ulrich Bosshart, vice-diretor do Departamento de Águas de Zurique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a cidade pulsa e vive ao redor do lago. No verão, é a praia local. Milhares de pessoas tomam banho no Zurichsee e há constantes eventos e competições sendo realizados lá. É possível beber a água do lago? Bosshart dá uma risada e responde. “Se você estiver nadando e tomar um pouco da água, não há problema nenhum”. Restaurantes, bares e shows ao ar livre são realizados no entorno do lago. Poucas metrópoles européias têm o privilégio de ter uma área pública como essa, bem no centro histórico, turístico e urbano da cidade, que pode ser tão aproveitado assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Suíça é privilegiada na sua localização. Está bem próxima de montanhas, o que garante um farto abastecimento de água natural”, afirma Bosshart. Somente o Zurichsee tem capacidade de 3,4 bilhões de m3 de água. Mas há ainda 280 fontes naturais na região. Entretanto, a qualidade da água, que abastece aproximadamente 800 mil pessoas na região metropolitana de Zurique, depende também de outros fatores. Quatro estações são responsáveis pela captação e tratamento da água subterrânea (Hardhof), do lago (Lengg e Moos) e de uma grande fonte natural (Sihlbrugg). Na sequência, a mistura percorre cerca de 1.550 km pela rede de tubulação de água para chegar em cada casa da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como evitar a poluição desses mananciais naturais? Leis rígidas e fiscalização intensa. As indústrias são obrigadas a fazer um pré-tratamento dos resíduos antes de despejá-los na rede de esgoto. Para navegar no Zurichsee, os barcos devem ter motores de qualidade, não poluentes. Outra restrição curiosa. Na Suíça é proibido instalar trituradores nas pias (aparelho que pica restos de alimentos e os joga na rede de escoamento da água). “A adição desse lixo orgânico na rede de águas provoca o aparecimento de bactérias e aumenta muito o custo do tratamento”, explica Bosshart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lago de Zurique é monitorado constantemente. Seu uso pela população, principalmente durante os meses de calor, não afeta em nada a qualidade de sua água. “Percebemos a presença de substâncias provenientes de protetores solares, por exemplo, mas em quantidades tão pequenas, que não comprometem, em nada, o seu valor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter o privilégio de beber um copo de água que sai direto da pia, quem passa pelas ruas dessa cidade pode também saborear a água das 1.200 fontes. A maioria delas oferece a mesma mistura que chega até as casas. Entretanto, cerca de 400 fontes são abastecidas com água mineral. Nelas, a água vem direto da fonte subterrânea, pura e natural. Pensando sempre mais adiante, planejando o amanhã e não somente o presente, há na área metropolitana outras 80 fontes emergenciais. Caso haja algum problema no abastecimento de água, elas têm um sistema independente da rede local. E não é preciso preocupação com higiene. Pode parecer inacreditável, mas as fontes são lavadas diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, tap water, ou seja, água da pia, está muito em voga. Estima-se que, para chegar até o consumidor, ela consome mil vezes menos energia do que uma garrafa de água mineral. A apreciação por esse recurso natural é tão grande, que recentemente foi lançado um novo souvenir oficial da cidade. É a garrafa ZH20, feita de aço inoxidável, com capacidade para 400 ml de água. Fresca e potável, obviamente proveniente das fontes de Zurique, é um incentivo para que turistas e moradores matem sua sede com uma água segura e barata, ao invés de gastar dinheiro com a mineral, que vem em embalagem de plástico, longe de ser ecologicamente correta. Melhor ainda é saber que, cada consumidor ao comprar a ZH20 ajuda um projeto para levar água potável e com baixo custo para as crianças da Tanzânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será realmente maravilhoso se os suíços conseguirem exportar todo esse conhecimento em administrar os recursos hídricos para outros países, que ainda estão longe de viver uma realidade como a daqui.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                &lt;h3&gt;"Pureza líquida&lt;/h3&gt;              &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Toda criança de Zurique cresce sabendo que pode beber água de qualquer fonte da cidade. E se quiser nadar no principal lago e cartão postal da região? Também pode. 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O turista que consegue ver, hoje, o fundo do Zurichsee, através de suas águas límpidas, não pode imaginar como era sua condição na década de 70. O lago era tão poluído, que a luz do sol não atravessava a escuridão, dez metros abaixo da superfície. Estudos apontaram a causa do problema: excesso de fosfato no lago. Grandes quantidades do sal estavam provocando o aparecimento de algas que poluiam a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo local fez um investimento financeiro gigantesco para limpar o lago. O trabalho de despoluição envolveu novas leis de proteção ambiental e a construção de modernas estações de tratamento de água. Um dos responsáveis pelo projeto foi o Eawag - Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia das Águas -, um dos mais importantes do mundo no setor. Mas não foi fácil. Foram necessários 30 anos para que o lago voltasse a ter a água com a mesma qualidade do passado. “Só no ano 2000, o Zurichsee voltou a ser o que era na década de 50”, revela Ulrich Bosshart, vice-diretor do Departamento de Águas de Zurique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a cidade pulsa e vive ao redor do lago. No verão, é a praia local. Milhares de pessoas tomam banho no Zurichsee e há constantes eventos e competições sendo realizados lá. É possível beber a água do lago? Bosshart dá uma risada e responde. “Se você estiver nadando e tomar um pouco da água, não há problema nenhum”. Restaurantes, bares e shows ao ar livre são realizados no entorno do lago. Poucas metrópoles européias têm o privilégio de ter uma área pública como essa, bem no centro histórico, turístico e urbano da cidade, que pode ser tão aproveitado assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Suíça é privilegiada na sua localização. Está bem próxima de montanhas, o que garante um farto abastecimento de água natural”, afirma Bosshart. Somente o Zurichsee tem capacidade de 3,4 bilhões de m3 de água. Mas há ainda 280 fontes naturais na região. Entretanto, a qualidade da água, que abastece aproximadamente 800 mil pessoas na região metropolitana de Zurique, depende também de outros fatores. Quatro estações são responsáveis pela captação e tratamento da água subterrânea (Hardhof), do lago (Lengg e Moos) e de uma grande fonte natural (Sihlbrugg). Na sequência, a mistura percorre cerca de 1.550 km pela rede de tubulação de água para chegar em cada casa da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como evitar a poluição desses mananciais naturais? Leis rígidas e fiscalização intensa. As indústrias são obrigadas a fazer um pré-tratamento dos resíduos antes de despejá-los na rede de esgoto. Para navegar no Zurichsee, os barcos devem ter motores de qualidade, não poluentes. Outra restrição curiosa. Na Suíça é proibido instalar trituradores nas pias (aparelho que pica restos de alimentos e os joga na rede de escoamento da água). “A adição desse lixo orgânico na rede de águas provoca o aparecimento de bactérias e aumenta muito o custo do tratamento”, explica Bosshart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lago de Zurique é monitorado constantemente. Seu uso pela população, principalmente durante os meses de calor, não afeta em nada a qualidade de sua água. “Percebemos a presença de substâncias provenientes de protetores solares, por exemplo, mas em quantidades tão pequenas, que não comprometem, em nada, o seu valor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter o privilégio de beber um copo de água que sai direto da pia, quem passa pelas ruas dessa cidade pode também saborear a água das 1.200 fontes. A maioria delas oferece a mesma mistura que chega até as casas. Entretanto, cerca de 400 fontes são abastecidas com água mineral. Nelas, a água vem direto da fonte subterrânea, pura e natural. Pensando sempre mais adiante, planejando o amanhã e não somente o presente, há na área metropolitana outras 80 fontes emergenciais. Caso haja algum problema no abastecimento de água, elas têm um sistema independente da rede local. E não é preciso preocupação com higiene. Pode parecer inacreditável, mas as fontes são lavadas diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, tap water, ou seja, água da pia, está muito em voga. Estima-se que, para chegar até o consumidor, ela consome mil vezes menos energia do que uma garrafa de água mineral. A apreciação por esse recurso natural é tão grande, que recentemente foi lançado um novo souvenir oficial da cidade. É a garrafa ZH20, feita de aço inoxidável, com capacidade para 400 ml de água. Fresca e potável, obviamente proveniente das fontes de Zurique, é um incentivo para que turistas e moradores matem sua sede com uma água segura e barata, ao invés de gastar dinheiro com a mineral, que vem em embalagem de plástico, longe de ser ecologicamente correta. Melhor ainda é saber que, cada consumidor ao comprar a ZH20 ajuda um projeto para levar água potável e com baixo custo para as crianças da Tanzânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será realmente maravilhoso se os suíços conseguirem exportar todo esse conhecimento em administrar os recursos hídricos para outros países, que ainda estão longe de viver uma realidade como a daqui.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;Ao abrir qualquer torneira em Zurique, o que sairá dela é uma mistura de 70% da água do Zurichsee (principal lago da cidade), 20% de água do subsolo e 10% de fontes naturais. A mistura é potável. Água cristalina, pronta para beber. Até o leite da mamadeira do bebê pode ser preparado com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água aqui é um grande orgulho, mas nem sempre foi assim. O turista que consegue ver, hoje, o fundo do Zurichsee, através de suas águas límpidas, não pode imaginar como era sua condição na década de 70. O lago era tão poluído, que a luz do sol não atravessava a escuridão, dez metros abaixo da superfície. Estudos apontaram a causa do problema: excesso de fosfato no lago. Grandes quantidades do sal estavam provocando o aparecimento de algas que poluiam a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo local fez um investimento financeiro gigantesco para limpar o lago. O trabalho de despoluição envolveu novas leis de proteção ambiental e a construção de modernas estações de tratamento de água. Um dos responsáveis pelo projeto foi o Eawag - Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia das Águas -, um dos mais importantes do mundo no setor. Mas não foi fácil. Foram necessários 30 anos para que o lago voltasse a ter a água com a mesma qualidade do passado. “Só no ano 2000, o Zurichsee voltou a ser o que era na década de 50”, revela Ulrich Bosshart, vice-diretor do Departamento de Águas de Zurique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a cidade pulsa e vive ao redor do lago. No verão, é a praia local. Milhares de pessoas tomam banho no Zurichsee e há constantes eventos e competições sendo realizados lá. É possível beber a água do lago? Bosshart dá uma risada e responde. “Se você estiver nadando e tomar um pouco da água, não há problema nenhum”. Restaurantes, bares e shows ao ar livre são realizados no entorno do lago. Poucas metrópoles européias têm o privilégio de ter uma área pública como essa, bem no centro histórico, turístico e urbano da cidade, que pode ser tão aproveitado assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Suíça é privilegiada na sua localização. Está bem próxima de montanhas, o que garante um farto abastecimento de água natural”, afirma Bosshart. Somente o Zurichsee tem capacidade de 3,4 bilhões de m3 de água. Mas há ainda 280 fontes naturais na região. Entretanto, a qualidade da água, que abastece aproximadamente 800 mil pessoas na região metropolitana de Zurique, depende também de outros fatores. Quatro estações são responsáveis pela captação e tratamento da água subterrânea (Hardhof), do lago (Lengg e Moos) e de uma grande fonte natural (Sihlbrugg). Na sequência, a mistura percorre cerca de 1.550 km pela rede de tubulação de água para chegar em cada casa da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como evitar a poluição desses mananciais naturais? Leis rígidas e fiscalização intensa. As indústrias são obrigadas a fazer um pré-tratamento dos resíduos antes de despejá-los na rede de esgoto. Para navegar no Zurichsee, os barcos devem ter motores de qualidade, não poluentes. Outra restrição curiosa. Na Suíça é proibido instalar trituradores nas pias (aparelho que pica restos de alimentos e os joga na rede de escoamento da água). “A adição desse lixo orgânico na rede de águas provoca o aparecimento de bactérias e aumenta muito o custo do tratamento”, explica Bosshart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lago de Zurique é monitorado constantemente. Seu uso pela população, principalmente durante os meses de calor, não afeta em nada a qualidade de sua água. “Percebemos a presença de substâncias provenientes de protetores solares, por exemplo, mas em quantidades tão pequenas, que não comprometem, em nada, o seu valor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter o privilégio de beber um copo de água que sai direto da pia, quem passa pelas ruas dessa cidade pode também saborear a água das 1.200 fontes. A maioria delas oferece a mesma mistura que chega até as casas. Entretanto, cerca de 400 fontes são abastecidas com água mineral. Nelas, a água vem direto da fonte subterrânea, pura e natural. Pensando sempre mais adiante, planejando o amanhã e não somente o presente, há na área metropolitana outras 80 fontes emergenciais. Caso haja algum problema no abastecimento de água, elas têm um sistema independente da rede local. E não é preciso preocupação com higiene. Pode parecer inacreditável, mas as fontes são lavadas diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, tap water, ou seja, água da pia, está muito em voga. Estima-se que, para chegar até o consumidor, ela consome mil vezes menos energia do que uma garrafa de água mineral. A apreciação por esse recurso natural é tão grande, que recentemente foi lançado um novo souvenir oficial da cidade. É a garrafa ZH20, feita de aço inoxidável, com capacidade para 400 ml de água. Fresca e potável, obviamente proveniente das fontes de Zurique, é um incentivo para que turistas e moradores matem sua sede com uma água segura e barata, ao invés de gastar dinheiro com a mineral, que vem em embalagem de plástico, longe de ser ecologicamente correta. Melhor ainda é saber que, cada consumidor ao comprar a ZH20 ajuda um projeto para levar água potável e com baixo custo para as crianças da Tanzânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será realmente maravilhoso se os suíços conseguirem exportar todo esse conhecimento em administrar os recursos hídricos para outros países, que ainda estão longe de viver uma realidade como a daqui."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por Suzana Camargo, de Zurique, Suíça - Planeta Sustentável&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-2170463773441166053?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/2170463773441166053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=2170463773441166053' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2170463773441166053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2170463773441166053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/para-os-suos-gua-sinnimo-de-conscincia.html' title='Para os suíços, água é sinônimo de consciência ambiental'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-672646987581749245</id><published>2008-10-12T07:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T07:29:19.854-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Este jeito de morar pensa no futuro</title><content type='html'>&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/esse-jeito-morar-abre325x167.jpg" height="166" width="321" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;em&gt;Para morar no BedZED, existe uma fila de espera&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;                                                           &lt;div class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;         &lt;a href="javascript:pop_galeria();"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;                 &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                  &lt;!-- texto --&gt;                  &lt;div class="mat"&gt;       &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;ecovila&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;Este jeito de morar pensa no futuro&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;Para quem tem carro flex, recicla o lixo e pondera sobre a efetiva necessidade de cada compra, o próximo passo pode ser mudar para uma ecovila. Este estilo de moradia já é uma realidade. Veja dois bons exemplos um condomínio em Londres e outro aqui, em Porto Alegre&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Por Lufe Gomes, de Londres&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.bonsfluidos.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Bons Fluidos - 10/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="margin-top: 5px; font-size: 10px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;       &lt;p&gt;Nada mais coerente em um mundo preocupado com o aquecimento global do que condomínios pensados desde a construção em causar menos impacto ao meio ambiente. No Reino Unido, o &lt;a href="http://www.peabody.org.uk/bedzed"&gt;&lt;strong&gt;BedZED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ou Beddington Zero Energy Development (Empreendimento de Energia Zero), é o modelo líder em sustentabilidade urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvido pela maior incorporadora inglesa, a Peabody Trust, em conjunto com um grupo especialista em meio ambiente chamado BioRegional, o BedZED foi desenhado e concebido pelo arquiteto Bill Dunster. O sucesso é tanto que o grupo de arquitetos tem feito projetos para vários outros países, como China, Portugal e França. “Todos têm zero ou baixa emissão de carbono, mostrando ser rentável e moderno viver de forma ecológica em qualquer parte da Terra”, diz Erika Rees, do time de arquitetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img1]Desde o começo, o empreendimento londrino foi feito como manda a cartilha da sustentabilidade: com material de construção comprado perto da área a ser erguida, uso de materiais reciclados e mão-de-obra local. “Não existe diferença entre esse projeto e uma casa normal. A não ser pela vontade de fazer assim”, frisa o próprio Bill Dunster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 220 pessoas vivem nas 100 unidades do condomínio, localizado em Sutton, a 20 minutos de trem de Londres. Inicialmente eram 82 apartamentos e os demais eram escritórios. A idéia de trabalhar ali, contudo, parece não ter sido tão aprovada no dia-a-dia e logo os escritórios se converteram em novas moradias, de um a quatro dormitórios. “Embora à primeira vista não se note muita diferença com relação às casas comuns, com um pouco mais de atenção, começamos a reparar nos detalhes que tornam única essa ecovila”, comenta Mathew Sullivan, o guia responsável por explicar os princípios do empreendimento aos incansáveis visitantes. Mais uma prova de que o interesse por moradias sustentáveis cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema está baseado em técnicas simples e comprovadas para minimizar o consumo de energia. A Inglaterra tem um inverno rigoroso e todas as casas pedem aquecimento, o que representa um alto consumo de energia e gastos mensais. Nesta vila, as casas foram construídas para se manter a 18 ºC. Os materiais usados na construção, principalmente nas paredes, conservam e liberam vagarosamente o calor. As paredes foram feitas com isolantes térmicos entre duas camadas de concreto. Outra forma de aquecimento vem do uso da casa. Forno, TV, pessoas – tudo libera uma quantidade de calor, que, em vez de ser desperdiçada, fica retida por um supersistema de isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No verão, basta abrir as janelas para o ar circular. E os grandes e coloridos ventiladores que se vêem nos telhados mantêm uma circulação inteligente (refrescam no verão e usam a pressão do vento para intensificar o aquecimento no inverno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img2]Com essas técnicas, o consumo de energia para aquecimento é somente 10% do que gasta uma casa normal. O que se usa vem de fontes renováveis, proporcionando energia “neutro-carbono”. Como? Dentro do condomínio, uma unidade abastecida por refugos de madeira forne ce a energia elétrica para todos os apartamentos. O calor desse processo gera água quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em água, a coleta das chuvas utilizando os telhados é usada para a descarga nos banheiros. Essa medida e outras, como máquina de lavar roupa com baixo uso de água e sistemas de descarga reguláveis nos vasos sanitários, fazem com que a média de uso de água no BedZED seja de 60 litros por dia por pessoa. Para ter uma idéia da diferença, no Reino Unido o gasto médio por pessoa é de 150 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMO DAS VANTAGENS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Menos impacto ao meio ambiente, menores gastos de água, luz e gás. No condomínio londrino, há ainda outros atrativos. Um quarto das residências é subsidiado pelo governo britânico, fornecendo casa a quem não tem condições financeiras. Outro quarto delas é destinado ao que se chama de social workers, ou profissionais indispensáveis para uma boa comunidade, como professores, médicos, bombeiros etc. (eles conseguem preços bem mais acessíveis para as moradias).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A metade das residências, vale dizer, interessou pela possibilidade de um bom investimento, por se tratar de um conceito novo e promissor. Custaram em torno de 15% mais que a média da região. Um apartamento de dois quartos, por exemplo, sai por volta de 250 mil libras, ou 875 mil reais. (O mercado imobiliário inglês é um dos mais caros do mundo.) Nesse momento, não há unidade à venda, mas uma fila de pessoas em espera indica que, caso alguém deixe o local, a venda será imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLUBE DO CARRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, 49% dos moradores fazem uso da bicicleta como meio de transporte. O trem, um hábito cultural na Inglaterra, também é bastante utilizado. Há ainda sistemas de abastecimento elétrico para veículos e um Clube do Carro. O morador se inscreve e recebe um cartão. A partir daí, agenda o carro quando precisa (há estacionamentos em vários pontos da cidade), utiliza e devolve no estacionamento, pagando de acordo com o tempo de uso. Embora qualquer pessoa possa ser membro, os moradores do BedZED tiveram incentivo inicial para pagar uma anuidade mais barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mundo particular só cresce. Os arquitetos já divulgam as casas pré-fabricadas dentro desse conceito. O &lt;a href="http://www.ruralzed.com/"&gt;&lt;strong&gt;Rural ZED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, como foi batizado, permite comprar uma casa completa como se fosse um kit ZED a ser instalado em seu terreno. E estão prestes a serem lançados novos empreendimentos: o One Brighton, o Riverside One, com 750 residências, além de hotel, cafés, escritórios e lojas, e o One Gallions, com 260 apartamentos. Todos com a bandeira do zero carbono.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                &lt;h3&gt;"&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-size:85%;" &gt;Ecovila&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h2 style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para quem tem carro flex, recicla o lixo e pondera sobre a efetiva necessidade de cada compra, o próximo passo pode ser mudar para uma ecovila. Este estilo de moradia já é uma realidade. Veja dois bons exemplos um condomínio em Londres e outro aqui, em Porto Alegre&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                       &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;Nada mais coerente em um mundo preocupado com o aquecimento global do que condomínios pensados desde a construção em causar menos impacto ao meio ambiente. No Reino Unido, o &lt;a href="http://www.peabody.org.uk/bedzed"&gt;&lt;strong&gt;BedZED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ou Beddington Zero Energy Development (Empreendimento de Energia Zero), é o modelo líder em sustentabilidade urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvido pela maior incorporadora inglesa, a Peabody Trust, em conjunto com um grupo especialista em meio ambiente chamado BioRegional, o BedZED foi desenhado e concebido pelo arquiteto Bill Dunster. O sucesso é tanto que o grupo de arquitetos tem feito projetos para vários outros países, como China, Portugal e França. “Todos têm zero ou baixa emissão de carbono, mostrando ser rentável e moderno viver de forma ecológica em qualquer parte da Terra”, diz Erika Rees, do time de arquitetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img1]Desde o começo, o empreendimento londrino foi feito como manda a cartilha da sustentabilidade: com material de construção comprado perto da área a ser erguida, uso de materiais reciclados e mão-de-obra local. “Não existe diferença entre esse projeto e uma casa normal. A não ser pela vontade de fazer assim”, frisa o próprio Bill Dunster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 220 pessoas vivem nas 100 unidades do condomínio, localizado em Sutton, a 20 minutos de trem de Londres. Inicialmente eram 82 apartamentos e os demais eram escritórios. A idéia de trabalhar ali, contudo, parece não ter sido tão aprovada no dia-a-dia e logo os escritórios se converteram em novas moradias, de um a quatro dormitórios. “Embora à primeira vista não se note muita diferença com relação às casas comuns, com um pouco mais de atenção, começamos a reparar nos detalhes que tornam única essa ecovila”, comenta Mathew Sullivan, o guia responsável por explicar os princípios do empreendimento aos incansáveis visitantes. Mais uma prova de que o interesse por moradias sustentáveis cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema está baseado em técnicas simples e comprovadas para minimizar o consumo de energia. A Inglaterra tem um inverno rigoroso e todas as casas pedem aquecimento, o que representa um alto consumo de energia e gastos mensais. Nesta vila, as casas foram construídas para se manter a 18 ºC. Os materiais usados na construção, principalmente nas paredes, conservam e liberam vagarosamente o calor. As paredes foram feitas com isolantes térmicos entre duas camadas de concreto. Outra forma de aquecimento vem do uso da casa. Forno, TV, pessoas – tudo libera uma quantidade de calor, que, em vez de ser desperdiçada, fica retida por um supersistema de isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No verão, basta abrir as janelas para o ar circular. E os grandes e coloridos ventiladores que se vêem nos telhados mantêm uma circulação inteligente (refrescam no verão e usam a pressão do vento para intensificar o aquecimento no inverno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img2]Com essas técnicas, o consumo de energia para aquecimento é somente 10% do que gasta uma casa normal. O que se usa vem de fontes renováveis, proporcionando energia “neutro-carbono”. Como? Dentro do condomínio, uma unidade abastecida por refugos de madeira forne ce a energia elétrica para todos os apartamentos. O calor desse processo gera água quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em água, a coleta das chuvas utilizando os telhados é usada para a descarga nos banheiros. Essa medida e outras, como máquina de lavar roupa com baixo uso de água e sistemas de descarga reguláveis nos vasos sanitários, fazem com que a média de uso de água no BedZED seja de 60 litros por dia por pessoa. Para ter uma idéia da diferença, no Reino Unido o gasto médio por pessoa é de 150 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMO DAS VANTAGENS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Menos impacto ao meio ambiente, menores gastos de água, luz e gás. No condomínio londrino, há ainda outros atrativos. Um quarto das residências é subsidiado pelo governo britânico, fornecendo casa a quem não tem condições financeiras. Outro quarto delas é destinado ao que se chama de social workers, ou profissionais indispensáveis para uma boa comunidade, como professores, médicos, bombeiros etc. (eles conseguem preços bem mais acessíveis para as moradias).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A metade das residências, vale dizer, interessou pela possibilidade de um bom investimento, por se tratar de um conceito novo e promissor. Custaram em torno de 15% mais que a média da região. Um apartamento de dois quartos, por exemplo, sai por volta de 250 mil libras, ou 875 mil reais. (O mercado imobiliário inglês é um dos mais caros do mundo.) Nesse momento, não há unidade à venda, mas uma fila de pessoas em espera indica que, caso alguém deixe o local, a venda será imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLUBE DO CARRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, 49% dos moradores fazem uso da bicicleta como meio de transporte. O trem, um hábito cultural na Inglaterra, também é bastante utilizado. Há ainda sistemas de abastecimento elétrico para veículos e um Clube do Carro. O morador se inscreve e recebe um cartão. A partir daí, agenda o carro quando precisa (há estacionamentos em vários pontos da cidade), utiliza e devolve no estacionamento, pagando de acordo com o tempo de uso. Embora qualquer pessoa possa ser membro, os moradores do BedZED tiveram incentivo inicial para pagar uma anuidade mais barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mundo particular só cresce. Os arquitetos já divulgam as casas pré-fabricadas dentro desse conceito. O &lt;a href="http://www.ruralzed.com/"&gt;&lt;strong&gt;Rural ZED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, como foi batizado, permite comprar uma casa completa como se fosse um kit ZED a ser instalado em seu terreno. E estão prestes a serem lançados novos empreendimentos: o One Brighton, o Riverside One, com 750 residências, além de hotel, cafés, escritórios e lojas, e o One Gallions, com 260 apartamentos. 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O sucesso é tanto que o grupo de arquitetos tem feito projetos para vários outros países, como China, Portugal e França. “Todos têm zero ou baixa emissão de carbono, mostrando ser rentável e moderno viver de forma ecológica em qualquer parte da Terra”, diz Erika Rees, do time de arquitetos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo, o empreendimento londrino foi feito como manda a cartilha da sustentabilidade: com material de construção comprado perto da área a ser erguida, uso de materiais reciclados e mão-de-obra local. “Não existe diferença entre esse projeto e uma casa normal. A não ser pela vontade de fazer assim”, frisa o próprio Bill Dunster.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;Hoje, 220 pessoas vivem nas 100 unidades do condomínio, localizado em Sutton, a 20 minutos de trem de Londres. Inicialmente eram 82 apartamentos e os demais eram escritórios. A idéia de trabalhar ali, contudo, parece não ter sido tão aprovada no dia-a-dia e logo os escritórios se converteram em novas moradias, de um a quatro dormitórios. “Embora à primeira vista não se note muita diferença com relação às casas comuns, com um pouco mais de atenção, começamos a reparar nos detalhes que tornam única essa ecovila”, comenta Mathew Sullivan, o guia responsável por explicar os princípios do empreendimento aos incansáveis visitantes. Mais uma prova de que o interesse por moradias sustentáveis cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema está baseado em técnicas simples e comprovadas para minimizar o consumo de energia. A Inglaterra tem um inverno rigoroso e todas as casas pedem aquecimento, o que representa um alto consumo de energia e gastos mensais. Nesta vila, as casas foram construídas para se manter a 18 ºC. Os materiais usados na construção, principalmente nas paredes, conservam e liberam vagarosamente o calor. As paredes foram feitas com isolantes térmicos entre duas camadas de concreto. Outra forma de aquecimento vem do uso da casa. Forno, TV, pessoas – tudo libera uma quantidade de calor, que, em vez de ser desperdiçada, fica retida por um supersistema de isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No verão, basta abrir as janelas para o ar circular. E os grandes e coloridos ventiladores que se vêem nos telhados mantêm uma circulação inteligente (refrescam no verão e usam a pressão do vento para intensificar o aquecimento no inverno).&lt;br /&gt;Com essas técnicas, o consumo de energia para aquecimento é somente 10% do que gasta uma casa normal. O que se usa vem de fontes renováveis, proporcionando energia “neutro-carbono”. Como? Dentro do condomínio, uma unidade abastecida por refugos de madeira forne ce a energia elétrica para todos os apartamentos. O calor desse processo gera água quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em água, a coleta das chuvas utilizando os telhados é usada para a descarga nos banheiros. Essa medida e outras, como máquina de lavar roupa com baixo uso de água e sistemas de descarga reguláveis nos vasos sanitários, fazem com que a média de uso de água no BedZED seja de 60 litros por dia por pessoa. Para ter uma idéia da diferença, no Reino Unido o gasto médio por pessoa é de 150 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMO DAS VANTAGENS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Menos impacto ao meio ambiente, menores gastos de água, luz e gás. No condomínio londrino, há ainda outros atrativos. Um quarto das residências é subsidiado pelo governo britânico, fornecendo casa a quem não tem condições financeiras. Outro quarto delas é destinado ao que se chama de social workers, ou profissionais indispensáveis para uma boa comunidade, como professores, médicos, bombeiros etc. (eles conseguem preços bem mais acessíveis para as moradias).&lt;p&gt;A metade das residências, vale dizer, interessou pela possibilidade de um bom investimento, por se tratar de um conceito novo e promissor. Custaram em torno de 15% mais que a média da região. Um apartamento de dois quartos, por exemplo, sai por volta de 250 mil libras, ou 875 mil reais. (O mercado imobiliário inglês é um dos mais caros do mundo.) Nesse momento, não há unidade à venda, mas uma fila de pessoas em espera indica que, caso alguém deixe o local, a venda será imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLUBE DO CARRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, 49% dos moradores fazem uso da bicicleta como meio de transporte. O trem, um hábito cultural na Inglaterra, também é bastante utilizado. Há ainda sistemas de abastecimento elétrico para veículos e um Clube do Carro. O morador se inscreve e recebe um cartão. A partir daí, agenda o carro quando precisa (há estacionamentos em vários pontos da cidade), utiliza e devolve no estacionamento, pagando de acordo com o tempo de uso. Embora qualquer pessoa possa ser membro, os moradores do BedZED tiveram incentivo inicial para pagar uma anuidade mais barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mundo particular só cresce. Os arquitetos já divulgam as casas pré-fabricadas dentro desse conceito. O &lt;a style="color: rgb(0, 153, 0);" href="http://www.ruralzed.com/"&gt;&lt;strong&gt;Rural ZED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, como foi batizado, permite comprar uma casa completa como se fosse um kit ZED a ser instalado em seu terreno. E estão prestes a serem lançados novos empreendimentos: o One Brighton, o Riverside One, com 750 residências, além de hotel, cafés, escritórios e lojas, e o One Gallions, com 260 apartamentos. Todos com a bandeira do zero carbono."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Por Lufe Gomes, de Londres&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.bonsfluidos.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Bons Fluidos - 10/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-672646987581749245?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/672646987581749245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=672646987581749245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/672646987581749245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/672646987581749245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/10/este-jeito-de-morar-pensa-no-futuro.html' title='Este jeito de morar pensa no futuro'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-1169384051399065696</id><published>2008-08-15T09:51:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T07:28:50.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>O que são os objetivos para o milênio?</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align: justify; font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Também conhecidos como "8 Jeitos de Mudar o Mundo", os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) são um conjunto de metas pactuadas pelos governos dos 191 países-membros da ONU com a finalidade de tornar o mundo um lugar mais justo, solidário e melhor para se viver.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;O compromisso foi firmado durante a Cúpula do Milênio, em setembro de 2000, após uma análise dos maiores problemas globais, e prevê um conjunto de oito macroobjetivos (voltados basicamente para as áreas de saúde, renda, educação e sustentabilidade) a serem alcançados pelas nações até 2015. São eles:&lt;/p&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;1. Reduzir pela metade o número de pessoas que vivem na miséria&lt;br /&gt;e passam fome. Cerca de 980 milhões de pessoas no mundo vivem&lt;br /&gt;com menos de 1 dólar por dia. Algumas ações sugeridas são o apoio&lt;br /&gt;à agricultura familiar, a programas de educação e projetos de merenda&lt;br /&gt;escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 561px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="561"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;2. Educação básica de qualidade para todos. Cento e treze milhões&lt;br /&gt;de crianças ainda não freqüentam a escola no mundo. Fornecer&lt;br /&gt;material didático gratuitamente e capacitar professores fazem parte&lt;br /&gt;das iniciativas adotadas pelos governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;3. Igualdade entre os sexos e mais autonomia para as mulheres.&lt;br /&gt;Dois terços dos analfabetos são mulheres. A ONU sugere projetos&lt;br /&gt;de capacitação e melhoria da qualificação profissional feminina e a&lt;br /&gt;criação de oportunidades de inserção das mulheres no mercado de&lt;br /&gt;trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;4. Redução da mortalidade infantil. A cada ano, 11 milhões de bebês&lt;br /&gt;morrem de causas diversas. Investimento em saneamento básico,&lt;br /&gt;estímulo ao aleitamento materno e campanhas de esclarecimento&lt;br /&gt;sobre higiene pessoal e sanitária são algumas das medidas propostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;5. Melhoria da saúde materna. Nos países pobres e em desenvolvimento,&lt;br /&gt;a cada 48 partos uma mãe morre. As ações passam por iniciativas comunitárias&lt;br /&gt;de atendimento à gestante, no pré e pós-parto, e por programas de apoio à saúde&lt;br /&gt;da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 561px; height: 200px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="561"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;6. Combate a epidemias e doenças. A cada dia, 6800 pessoas são&lt;br /&gt;infectadas pelo vírus HIV. A cada ano, 2 milhões de pessoas morrem&lt;br /&gt;de tuberculose e 1 milhão, de malária. Distribuição gratuita de remédios&lt;br /&gt;e campanhas de vacinação estão entre as propostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 560px; height: 203px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="203" width="560"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;7. Garantia da sustentabilidade ambiental. Os governos apostam em&lt;br /&gt;programas de coleta seletiva e reciclagem, no suporte a projetos de&lt;br /&gt;pesquisa na área ambiental e no estímulo a práticas sustentáveis,&lt;br /&gt;divulgadas em empresas, escolas e comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 558px; height: 203px; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="203" width="558"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img8]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;8. Estabelecer parcerias mundiais para o desenvolvimento. O intuito é&lt;br /&gt;diminuir a desigualdade entre os países. Apoio à capacitação profissional&lt;br /&gt;de jovens de baixa renda, mobilização de voluntários na área da educação&lt;br /&gt;e estímulo a projetos voltados ao empreendedorismo estão entre as ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.pnud.org.br/odm"&gt;&lt;strong&gt;Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;* por Yuri Vasconcelos, Liane Alves, Elisa Correa&lt;br /&gt;Ilustrações Adriana Leão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;               &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O compromisso foi firmado durante a Cúpula do Milênio, em setembro de 2000, após uma análise dos maiores problemas globais, e prevê um conjunto de oito macroobjetivos (voltados basicamente para as áreas de saúde, renda, educação e sustentabilidade) a serem alcançados pelas nações até 2015. São eles:&lt;/p&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio1-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;1. Reduzir pela metade o número de pessoas que vivem na miséria e passam fome. Cerca de 980 milhões de pessoas no mundo vivem com menos de 1 dólar por dia. Algumas ações sugeridas são o apoio à agricultura familiar, a programas de educação e projetos de merenda escolar.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 561px; height: 200px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="561"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio2-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;2. Educação básica de qualidade para todos. Cento e treze milhões de crianças ainda não freqüentam a escola no mundo. Fornecer material didático gratuitamente e capacitar professores fazem parte das iniciativas adotadas pelos governos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio3-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;3. Igualdade entre os sexos e mais autonomia para as mulheres. Dois terços dos analfabetos são mulheres. A ONU sugere projetos de capacitação e melhoria da qualificação profissional feminina e a criação de oportunidades de inserção das mulheres no mercado de&lt;br /&gt;trabalho.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 562px; height: 200px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="562"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio4-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;4. Redução da mortalidade infantil. A cada ano, 11 milhões de bebês morrem de causas diversas. Investimento em saneamento básico, estímulo ao aleitamento materno e campanhas de esclarecimento sobre higiene pessoal e sanitária são algumas das medidas propostas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table style="width: 561px; height: 200px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="200" width="561"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio6-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;6. Combate a epidemias e doenças. A cada dia, 6800 pessoas são infectadas pelo vírus HIV. A cada ano, 2 milhões de pessoas morrem de tuberculose e 1 milhão, de malária. Distribuição gratuita de remédios e campanhas de vacinação estão entre as propostas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 560px; height: 203px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="203" width="560"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio7-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;7. Garantia da sustentabilidade ambiental. Os governos apostam em programas de coleta seletiva e reciclagem, no suporte a projetos de pesquisa na área ambiental e no estímulo a práticas sustentáveis, divulgadas em empresas, escolas e comunidades.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table style="width: 558px; height: 203px;" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" height="203" width="558"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/objetivo-milenio-meio8-150x150.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="text-align: justify;"&gt;8. Estabelecer parcerias mundiais para o desenvolvimento. O intuito é diminuir a desigualdade entre os países. Apoio à capacitação profissional de jovens de baixa renda, mobilização de voluntários na área da educação e estímulo a projetos voltados ao empreendedorismo estão entre as ações."&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;strong class="ativo"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.vidasimples.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Vida Simples - 08/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-1169384051399065696?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/1169384051399065696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=1169384051399065696' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/1169384051399065696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/1169384051399065696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/08/o-que-so-os-objetivos-para-o-milnio.html' title='O que são os objetivos para o milênio?'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-2454918061794263955</id><published>2008-08-15T09:26:00.000-07:00</published><updated>2008-08-15T09:37:09.226-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>China eleva tributação sobre carros que consomem e poluem mais</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/small&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                  &lt;p&gt; &lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/50804.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É simples promover mudanças que contribuem para combater o aquecimento global. Basta ter coragem  e enfrentar o problema de frente. Veja a atitude que o governo de Pequim promoveu. Sensacional.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Pequim (China) - Nem mesmo os Jogos Olímpicos desviam a atenção do governo central da China de questões prioritárias, como a redução da poluição e a maior eficiência energética. Quarta-feira (13), enquanto os atletas chineses acumulavam medalhas, o Ministério de Finanças anunciou o aumento das taxas sobre carros maiores, que consomem e poluem mais. Em contrapartida, baixou as taxas sobre carros econômicos e menos poluentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, os modelos mais vendidos foram aqueles com motor entre 3.0 e 4.0, enquanto a procura por carros com potência inferior a 1.0 caiu 31%. Para inverter o perfil de consumo, o governo subiu de 15% para 25% a taxa nesta faixa de veículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A elevação foi ainda maior para modelos com potência acima de 4.0 – nesse caso, o imposto subiu de 20% para 40%. O valor cobrado foi mantido para carros com motor entre 2.2 e 3.0 (9%) e entre 1.0 e 2.2 (5%). Para veículos com potência igual ou menor que 1.0, a taxa caiu de 3% para 1%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho o governo central já havia anunciado o aumento do preço da gasolina e do óleo diesel, na tentativa de inibir a circulação de veículos e os conseqüentes aumentos do consumo de petróleo e da poluição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China já é o segundo maior mercado automotivo do mundo. O número de carros circulando pelo país aumentou dez vezes nos últimos sete anos, passando de quatro milhões, em 2000, para 40 milhões no ano passado. O país é também o segundo maior produtor de carros do mundo, com nove milhões de unidades em 2007 - no primeiro semestre deste ano, a China montou 5,2 milhões de veículos, de acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo previsão da Agência Mundial de Energia, em 2010, a China consumirá 20% de toda a energia mundial e importará mais de 50% de sua necessidade de petróleo, o que impõe medidas urgentes na direção de uma maior eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quesito maio ambiente, a China também tem muito dever de casa. Das 20 cidades mais poluídas do mundo, 16 são chinesas, de acordo com o Banco Mundial. Na capital, Pequim, um terço da poluição vem dos três milhões de carros que circulam na cidade."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Fonte: Envolverde/Agência Brasil (Por Mylena Fiori, da Agência Brasil)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-2454918061794263955?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/2454918061794263955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=2454918061794263955' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2454918061794263955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2454918061794263955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/08/china-eleva-tributao-sobre-carros-que.html' title='China eleva tributação sobre carros que consomem e poluem mais'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-289665313039709835</id><published>2008-07-18T07:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T11:51:42.454-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>É preciso pôr o pé no freio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Nunca os brasileiros consumiram tanto - e isso ajuda a explicar o bom momento do país. Mas os indicadores mostram que é preciso arrefecer o consumo, sob pena de a inflação dar um novo salto&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;A professora Paola dos Reis aproveitou a tarde do sábado, 21 de junho, para realizar um antigo sonho. Depois de duas horas de angústia e muita conversa com o namorado ao telefone, ela decidiu comprar seu primeiro automóvel zero-quilômetro, um Celta 1.0 com poucos acessórios, numa feira de venda de carros em São Caetano do Sul, no ABC paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A decisão implicará uma dura rotina financeira nos próximos anos — se tudo correr bem, em junho de 2010 ela pagará a última das 24 parcelas do financiamento. Até lá, quase metade do salário que recebe de uma escola particular de São Caetano do Sul estará comprometida. É, de longe, a maior dívida de sua vida, mas ela já planeja a próxima. “Ainda quero comprar meu apartamento, mas terá de ficar para depois”, diz Paola. “Sei que vou ficar pagando prestações por muito tempo, mas só assim dá para melhorar de vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decisões como a de Paola — e de milhões de pessoas que, como ela, estão aproveitando o bom momento econômico do país para experimentar as delícias do consumo — estão por trás dos sucessivos recordes de produção e vendas da indústria brasileira. A queda dos juros e o alongamento dos financiamentos dos últimos anos colocaram no mercado uma massa nova de consumidores, estimada em 24 milhões de pessoas, que estão fazendo a festa de montadoras, construtoras e fabricantes de eletroeletrônicos, entre outros. “O mercado está extremamente receptivo”, diz Wagner Rezende, sócio da Incons, construtora e incorporadora paulista voltada para o público de classe média e baixa. “As pessoas estão confiantes que vão manter os empregos, e isso é vital num mercado de financiamento de longo prazo.” No setor de roupas, os varejistas contabilizaram vendas 12% maiores no Dia das Mães deste ano em comparação com o anterior. “Foi um resultado excelente”, diz Sylvio Mandel, presidente de uma associação que reúne grandes redes de lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanho frenesi virou o principal objeto de apreensão de economistas e das autoridades de Brasília. Segundo o Banco Central, o número de pessoas com dívidas superiores a 5 000 reais aumentou quase 50% em apenas dois anos. Começa a se generalizar a percepção de que o consumo está andando bem à frente da produção, e que esse desequilíbrio inevitavelmente vai agregar mais pontos aos índices de inflação. Pela primeira vez no ano, o levantamento feito pelo BC com analistas de bancos, corretoras e consultorias mostrou uma expectativa de inflação superior a 6%. Já há quem trabalhe com um número próximo de 7%, acima, portanto, do que o governo julga “aceitável” — a meta oficial é 4,5%, com dois pontos de tolerância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é um cenário de crise — longe disso. Antes do Real, instituído há apenas 14 anos, muitos economistas viam como razoável a convivência com uma taxa de inflação de 25%. Estavam evidentemente errados, como demonstra a saudável preocupação com uma taxa anual que nem sequer se aproxima dos dois dígitos. Mesmo infinitamente longe da loucura inflacionária do passado — e mesmo considerando-se que parte do aumento dos preços segue uma lógica internacional —, o cenário merece cuidado pelo fôlego que a inflação vem demonstrando. “Não há mágica na economia: se todos querem consumir além do que produzimos, ou importamos mais ou teremos inflação”, diz o economista Sergio Valle, da consultoria MB Associados. “O que estamos vendo hoje é uma combinação preocupante das duas coisas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa noção foi reforçada com a divulgação de uma série de estatísticas novas, que acenderam a luz amarela quanto ao cenário para a economia nos próximos meses. Por um lado, ficou claro que o ritmo econômico está forte. O PIB no primeiro trimestre do ano avançou 5,8%. Com isso, as previsões para o crescimento em 2008 subiram um pouco e apontam para uma taxa de expansão de 5%. Em tempos normais, seria uma ótima notícia. Na conjuntura atual, o dado confirmou a impressão de que uma freada de arrumação terá necessariamente de vir pela frente. O consumo das famílias cresceu 6,5% — e o Ipea, órgão de pesquisa do governo, estima que essa taxa será mantida até dezembro. O investimento das empresas aumentou 14% — um dado certamente positivo, mas que agrega mais força à demanda doméstica. E os gastos do governo cresceram 4%, abaixo do ritmo de anos anteriores, mas ainda capaz de pressionar os preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prórpio governo já vem trabalhando com a hipótese de refrear os ânimos. “Estamos perseguindo um crescimento mais equilibrado para que possamos sustentá-lo por bastante tempo”, diz o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo anunciou recentemente a elevação do aperto fiscal, uma forma de conter a demanda pública. O superávit primário, originalmente previsto em 3,8% do PIB, subiu para 4,3% — e, informalmente, membros da equipe econômica já admitem que perseguirão um número próximo de 4,5%. O BC, por sua vez, iniciou uma seqüência da alta dos juros sem data para terminar. As previsões do mercado são que o patamar atual dos juros, de 12,25%, seja alçado para 14,25% até dezembro — cenário que era tido como improvável há poucas semanas. Subir juros não é algo indolor, mas é um ajuste necessário num momento em que o setor público ainda gasta demais. Nesse sentido, quanto maior o superávit primário, menor a necessidade de subir os juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro é agravado pela conjuntura internacional, que continua em deterioração. Também lá fora há mais consumo que produção, o que tem feito os preços dispararem em todo o mundo. Um estudo recente do banco americano JPMorgan analisou o comportamento da utilização da capacidade produtiva mundial e comparou-a à taxa de juro vigente nas principais economias. A conclusão é que o mundo se encontra num momento extremamente “apertado” em termos de capacidade produtiva — ou seja, há pouco espaço para aumentos rápidos de oferta. Isso é resultado de uma seqüência de anos positivos — o mundo viveu nesta década a fase mais próspera desde os anos 60, com crescimento médio de 5% entre 2003 e 2007. É natural, portanto, que haja pouca capacidade de produção a ser aproveitada. Por outro lado, a taxa real de juro ainda se encontra baixa. Lentamente, a maioria dos bancos centrais está apertando a política monetária como forma de tentar impedir que a inflação dispare. “Não há nada de errado com o que estamos vivendo”, diz Fabio Akira, economista-chefe do JPMorgan no Brasil. “Depois de anos de crescimento forte, agora vemos o outro lado da moeda, uma fase de correção.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a questão não é tanto se haverá desaquecimento na economia mundial, mas como ele se dará. Por ora, o preço do ajuste econômico tem sido pago pelos países mais ricos, em particular pelos Estados Unidos. Nações emergentes, como a China, têm escapado relativamente ilesas, mas a inflação anual já é superior a 8%. Há recorrentes apostas de que os chineses terão de enfrentar o dragão inflacionário com mais ênfase em algum momento — muita gente espera algum ajuste após os Jogos Olímpicos. Por outro lado, a China tem ignorado todas as previsões de desaceleração feitas há anos. Segundo o mais recente dado divulgado, a economia chinesa cresceu 10,6% no primeiro trimestre deste ano. Para o Brasil, faz toda a diferença saber se o ajuste continuará a recair com maior força sobre os americanos ou se os chineses também vão abrir mão do crescimento. Afinal, a demanda chinesa tem explicado, em larga medida, o bom momento de muitas empresas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo da ópera: seja por problemas internos, seja por pressão de fora, a economia brasileira terá de esfriar. Como os efeitos da alta dos juros demoram cerca de meio ano para ser sentidos, provavelmente os resultados do aperto monetário ficarão para 2009. As pressões de aumento de preços tendem a crescer nos próximos meses em vários setores, com o repasse de&lt;br /&gt;custos maiores causados pelo encarecimento do petróleo e de outras matériasprimas. “Estamos fugindo de alguns insumos, como cobre e zinco, pois os preços dispararam”, diz Michael Ceitlin, presidente da Mundial, empresa gaúcha de ferramentas e acessórios para a indústria de confecções. Por isso, todos estão revisando os números do próximo ano. Revisando para baixo, bem entendido. A expectativa é que a economia passe a crescer entre 3,5% e 4,5%, cerca de 1 ponto percentual a menos do que o ritmo atual. Não deixa de ser uma mostra de força do Brasil. Antes, uma taxa de crescimento de 3,5% era tudo o que se podia esperar nos melhores momentos. Agora, virou uma espécie de “piso” numa fase complicada da economia global. Se souber manter a estabilidade e conter o consumo, o país tem tudo para sair melhor mais à frente, quando os bons ventos voltarem a soprar.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;A professora Paola dos Reis aproveitou a tarde do sábado, 21 de junho, para realizar um antigo sonho. Depois de duas horas de angústia e muita conversa com o namorado ao telefone, ela decidiu comprar seu primeiro automóvel zero-quilômetro, um Celta 1.0 com poucos acessórios, numa feira de venda de carros em São Caetano do Sul, no ABC paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A decisão implicará uma dura rotina financeira nos próximos anos — se tudo correr bem, em junho de 2010 ela pagará a última das 24 parcelas do financiamento. Até lá, quase metade do salário que recebe de uma escola particular de São Caetano do Sul estará comprometida. É, de longe, a maior dívida de sua vida, mas ela já planeja a próxima. “Ainda quero comprar meu apartamento, mas terá de ficar para depois”, diz Paola. “Sei que vou ficar pagando prestações por muito tempo, mas só assim dá para melhorar de vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decisões como a de Paola — e de milhões de pessoas que, como ela, estão aproveitando o bom momento econômico do país para experimentar as delícias do consumo — estão por trás dos sucessivos recordes de produção e vendas da indústria brasileira. A queda dos juros e o alongamento dos financiamentos dos últimos anos colocaram no mercado uma massa nova de consumidores, estimada em 24 milhões de pessoas, que estão fazendo a festa de montadoras, construtoras e fabricantes de eletroeletrônicos, entre outros. “O mercado está extremamente receptivo”, diz Wagner Rezende, sócio da Incons, construtora e incorporadora paulista voltada para o público de classe média e baixa. “As pessoas estão confiantes que vão manter os empregos, e isso é vital num mercado de financiamento de longo prazo.” No setor de roupas, os varejistas contabilizaram vendas 12% maiores no Dia das Mães deste ano em comparação com o anterior. “Foi um resultado excelente”, diz Sylvio Mandel, presidente de uma associação que reúne grandes redes de lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanho frenesi virou o principal objeto de apreensão de economistas e das autoridades de Brasília. Segundo o Banco Central, o número de pessoas com dívidas superiores a 5 000 reais aumentou quase 50% em apenas dois anos. Começa a se generalizar a percepção de que o consumo está andando bem à frente da produção, e que esse desequilíbrio inevitavelmente vai agregar mais pontos aos índices de inflação. Pela primeira vez no ano, o levantamento feito pelo BC com analistas de bancos, corretoras e consultorias mostrou uma expectativa de inflação superior a 6%. Já há quem trabalhe com um número próximo de 7%, acima, portanto, do que o governo julga “aceitável” — a meta oficial é 4,5%, com dois pontos de tolerância.&lt;/p&gt;&lt;p class="f10"&gt;Não é um cenário de crise — longe disso. Antes do Real, instituído há apenas 14 anos, muitos economistas viam como razoável a convivência com uma taxa de inflação de 25%. Estavam evidentemente errados, como demonstra a saudável preocupação com uma taxa anual que nem sequer se aproxima dos dois dígitos. Mesmo infinitamente longe da loucura inflacionária do passado — e mesmo considerando-se que parte do aumento dos preços segue uma lógica internacional —, o cenário merece cuidado pelo fôlego que a inflação vem demonstrando. “Não há mágica na economia: se todos querem consumir além do que produzimos, ou importamos mais ou teremos inflação”, diz o economista Sergio Valle, da consultoria MB Associados. “O que estamos vendo hoje é uma combinação preocupante das duas coisas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa noção foi reforçada com a divulgação de uma série de estatísticas novas, que acenderam a luz amarela quanto ao cenário para a economia nos próximos meses. Por um lado, ficou claro que o ritmo econômico está forte. O PIB no primeiro trimestre do ano avançou 5,8%. Com isso, as previsões para o crescimento em 2008 subiram um pouco e apontam para uma taxa de expansão de 5%. Em tempos normais, seria uma ótima notícia. Na conjuntura atual, o dado confirmou a impressão de que uma freada de arrumação terá necessariamente de vir pela frente. O consumo das famílias cresceu 6,5% — e o Ipea, órgão de pesquisa do governo, estima que essa taxa será mantida até dezembro. O investimento das empresas aumentou 14% — um dado certamente positivo, mas que agrega mais força à demanda doméstica. E os gastos do governo cresceram 4%, abaixo do ritmo de anos anteriores, mas ainda capaz de pressionar os preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prórpio governo já vem trabalhando com a hipótese de refrear os ânimos."&lt;/p&gt;&lt;p class="f10"&gt;Fonte: Por Fabiane Stefano&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.portalexame.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;/Revista Exame - 02/07/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-289665313039709835?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/289665313039709835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=289665313039709835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/289665313039709835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/289665313039709835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/preciso-pr-o-p-no-freio.html' title='É preciso pôr o pé no freio'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7674730786352222994</id><published>2008-07-17T08:11:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T08:14:56.084-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Se vai consumir, que seja com responsabilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/49842.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt;"O consumo é um pressuposto básico para a vida cotidiana, mas a forma exacerbada como vem sendo feito coloca em risco os processos de renovação dos recursos naturais. Por isso, a mudança de postura para um consumo consciente é urgente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão sobre o patrimônio natural começa a esgotar os recursos naturais e interferir nos processos de renovação da natureza. O consumo exagerado da sociedade moderna é o principal motor dessa pressão. Atualmente se consome cerca de 25% a mais de recursos do que a natureza consegue repor de acordo com o relatório Planeta Vivo 2006 da organização não-governamental WWF. Para se ter idéia, segundo outra pesquisa da WWF, esta de 2008, se todas as classes sociais adotassem o estilo de vida da elite brasileira, seriam necessários três planetas para sustentar o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado com essa situação, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) lançou em junho o Catálogo Sustentável (&lt;a href="http://www.catalogosustentavel.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.catalogosustentavel.com.br&lt;/a&gt;), um portal em que os visitantes encontram informações de produtos, serviços e empresas sustentáveis. “Criamos um catálogo virtual em um espaço aberto e amplo para reunir e permitir o acesso a produtos com características de sustentabilidade. Nosso objetivo não é, de forma alguma, estimular o consumismo, mas a procura por produtos feitos de forma sustentável”, afirma a diretora executiva do GVces, Rachel Biderman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer parte do catálogo, o produto deve atender a pelo menos um dos critérios adotados pela equipe como eficiência energética, toxicidade, biodegradabilidade entre outros. No entanto, essa “peneira” deve ficar mais fina no futuro. “Neste momento inicial, queremos premiar quem deu o primeiro passo. Com o tempo, ficaremos mais rigorosos. De repente, atender a apenas ao critério de eficiência energética não será suficiente, também precisará ser feito com material reciclado, mas o mercado não dispõe desses produtos atualmente”, explica Biderman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro objetivo da iniciativa é divulgar informações referentes à sustentabilidade empresarial, de forma a estimular que a demanda influencie a construção de um novo modelo de produção. Desde os cidadãos consumidores até as grandes empresas e órgãos públicos compradores estão dentro do público alvo. “Queremos que o catálogo também sirva como uma ferramenta de educação. Caso precise realmente consumir, que procure por produtos com menos impactos”, explica a diretora executiva do GVces.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; O que precisa é consciência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativas como o catálogo sustentável são importantes, mas ainda falta compreensão da população sobre o seu impacto na natureza. “Falta nas pessoas consciência sobre o que estão fazendo. O ato da compra é desvinculado da consciência sobre o impacto da compra sobre o ambiente”, afirma a analista de projetos ambientais da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Maísa Guapyassú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ecólogo ambientalista e professor da Universidade Regional de Blumenau (SC), Lauro Bacca, afirma que as pessoas estão perdendo a referência devido ao aumento absurdo do consumo. “Comemora-se muito que conseguimos reciclar cerca de 90% das latinhas de refrigerante no país, mas se esquece que os outros 10% que acabam no ambiente representam aproximadamente um bilhão e meio de latas só no Brasil. Há 20 anos, esse número era zero, agora, a quantidade é imensa”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor acredita que a questão ambiental cresceu bastante nos últimos anos, porém a devastação ambiental aumentou muito mais. “Os carros de hoje lançam uma quantidade muito menor de poluentes no ar do que os de 20 anos atrás, mas o número de automóveis nas ruas anula esse avanço. Vivemos uma era de ilusão ambiental, esses avanços são necessários, mas temos que acabar com a crença de que só porque inventamos uma tecnologia avançada ambientalmente as coisas estão às mil maravilhas”, comenta Bacca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O afastamento do homem moderno da natureza é outro dos fatores que contribuem para o desinteresse das pessoas em ter mais cuidado com suas atitudes de consumo, segundo Guapyassú. “Essa desconexão faz com não tenham consciência de suas ações. Acham que a tecnologia vai resolver tudo independentemente do custo”, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; Consuma mais, consuma muito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de indução ao consumo feito pelos diversos meios de comunicação também é responsável pelo problema, pois entra em conflito com a necessidade de ter mais cuidado na hora de comprar. “Esse modelo de sociedade de consumo criou a utopia de que o Brasil é um país inesgotável”, afirma Oscar Fergutz, analista de projetos da Fundação Avina. Guapyassú divide a mesma opinião, “queremos que as pessoas tenham comportamento ambientalmente correto, mas ao mesmo tempo elas são bombardeadas com propaganda e se valoriza a compra de produtos desnecessários. Estamos em um mundo em que as pessoas são valorizadas pelo consumo”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bacca não acredita que alguém diga que o meio ambiente não é importante, mas na hora de tomar medidas positivas para a natureza, mesmo as mais simples, é difícil encontrar pessoas dispostas a isso. Para ele, o governo também tem sua parcela de influência, pois não cria ações efetivas para estimular essa mudança. “O consumo consciente ainda não atingiu a grande massa e as autoridades são responsáveis em grande parte por isso. Pouco se divulga, pouco se impõem. Os governantes gostam muito de dividir o ônus com a população, nunca o bônus”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se essa lógica se perpetuar, estaremos sempre pressionando o meio ambiente, pressionando na produção com a retirada dos recursos, e depois na volta, na hora do descarte. Cria uma pressão sobre o planeta tão grande, que ele não consegue se recuperar”, explica Biderman.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt; Tomando a frente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oscar Fergutz é um desses consumidores que sempre procuram levar em consideração o impacto do produto e de suas ações sobre o meio ambiente. Sempre observa a quantidade de embalagens, a eficiência energética, a distância do transporte da mercadoria na hora de adquirir alguma coisa. Para ele, a responsabilidade social não pode ser só das empresas e dos governos, mas de todos que fazem parte da sociedade. “Devemos estar conscientes o tempo inteiro. Tudo o que fazemos consome recursos do planeta”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É este tipo de postura que o planeta precisa urgentemente de seus mais numerosos habitantes. “Nosso planeta Titanic está afundando e as pessoas não estão percebendo, continuam na proa do navio fazendo festa”, conclui o professor Bacca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre consumo consciente, visite os sites do GVces (&lt;a href="http://www.ces.fgvsp.br/" target="_blank"&gt;http://www.ces.fgvsp.br&lt;/a&gt;), do Instituto Akatu (&lt;a href="http://www.akatu.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.akatu.org.br&lt;/a&gt;) e do Idec - Instituto de Defesa do Consumidor (&lt;a href="http://www.idec.org.br/" target="_blank"&gt;http://www.idec.org.br&lt;/a&gt;)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Envolverde/Fundação O Boticário&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7674730786352222994?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7674730786352222994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7674730786352222994' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7674730786352222994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7674730786352222994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/se-vai-consumir-que-seja-com.html' title='Se vai consumir, que seja com responsabilidade'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-840134728241758675</id><published>2008-07-16T06:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T08:23:26.947-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Andar a pé é "solução" para driblar os custos do transporte coletivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;Que tal deixar o carro parado e andar a pé? Ir ao mercado e a padaria são apenas dois exemplos para se exercitar. É ótimo para a saúde do corpo e do bolso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/49702.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt;"Um estudo do Ministério das Cidades divulgado na última semana mostra que andar a pé é o modo de locomoção que mais cresce na região metropolitana de São Paulo, principalmente entre os mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1997 e 2002, o número de viagens diárias a pé representou 46% do aumento total de viagens da metrópole (3,8 milhões), se concentrando nas populações mais pobres, enquanto que o forte aumento da utilização do carro particular ficou praticamente restrito às classes médias e, principalmente, altas (acréscimo de 2,8 milhões de viagens/dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço da condução é o principal motivo pela escolha deste meio de transporte entre os entrevistados que recebem até quatro salários mínimos. “O aumento das viagens curtas e a pé entre os mais pobres certamente vem refletindo a dinamização dos espaços periféricos e a forte heterogeneidade social que se acentuou na periferia nos últimos anos”, afirma o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o volume “Como anda São Paulo”, da série de estudos “Como andam as regiões metropolitanas”, as pessoas de todas as faixas de rende optam pela caminhada como meio de transporte quando o trajeto é curto e com duração entre 15 a 20 minutos. “Entretanto, a análise dos motivos que levam aos deslocamentos a pé, quando as distâncias não são curtas, vem esclarecer muitas das inadequações da oferta de transporte coletivo para este segmento e explicar grande parte das carências desse setor”, explica o documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transporte a pé entre as pessoas que recebem até dois salários mínimos passou de 57% em 1997 para 62% em 2002, enquanto que o uso de veículos motorizados –coletivo e individual – passou de 43% para 38%, com queda percentual principalmente no uso do ônibus (que passou de 21% para 18% entre as viagens desse grupo), mas também no metrô e trem (de 3% para 2%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa destaca, no entanto, que há uma acomodação com relação às restrições por parte da população de baixa renda, que transforma “os espaços da vizinhança em destinos de viagem possíveis de serem alcançados”. “As conseqüências destas estratégias para o cotidiano dessas populações realimentam os circuitos internos de reprodução da pobreza”, explica o documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, garantir a mobilidade desses grupos através de políticas de transporte público acessível é uma estratégia importante de combate à pobreza, pois as restrições atuais deixam esta população sem acesso ao mercado de trabalho e aos equipamentos públicos de educação, saúde, cultura e lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt; Planejando as cidades para o pedestre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas vão além e advertem que é preciso repensar para quem as cidades estão sendo planejadas, se é para o trânsito ou para as pessoas. “Famílias com renda acima de R$ 2,1 mil usam 8,6 vezes mais o espaço urbano que a população que ganha até dois salários mínimos. Os automóveis ocupam 50% do espaço urbano”, ressalta o diretor da Associação de ciclousuários da Grande Florianópolis (Via Ciclo), André Geraldo Soares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soares diz que o problema é, muitas vezes, a prioridade nos investimentos. Ele cita o caso do Túnel Antonieta de Barros, construído em Florianópolis em 2002. Segundo ele a obra custou R$20 milhões e só beneficiou veículos motorizados, uma vez que é proibido o trânsito de pedestres e ciclistas. “Foi uma grande benfeitoria que não contemplou a todos”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro Everaldo Valenga Alves, da gerência de sistema viário do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), propõe o emprego do chamado “Traffic Calming”, que prioriza o pedestre, com melhorias nas travessias. “A proposta é fazer o contrário do que fazemos hoje: a rua é do pedestre e não dos veículos. O desenho das ruas é focado nas pessoas, com faixas largas, por exemplo”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composta por onze volumes, a coletânea “Como andam as regiões metropolitanas” foi realizada por pesquisadores do Observatório das Metrópoles, que reúne representantes de diversas universidades do País, e analisou onze regiões metropolitanas do Brasil – São Paulo, Salvador, Fortaleza, Natal, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém e Goiânia –, além do aglomerado urbano de Maringá, no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coletânea está disponível na íntegra no site do Ministério das Cidades."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Envolverde/Carbono Brasil (Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-840134728241758675?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/840134728241758675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=840134728241758675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/840134728241758675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/840134728241758675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/andar-p-soluo-para-driblar-os-custos-do.html' title='Andar a pé é &quot;solução&quot; para driblar os custos do transporte coletivo'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-6725241939631336403</id><published>2008-07-14T10:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T10:53:40.653-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Minimização de resíduos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ser criativo não é previlégio apenas de pessoas especiais. Veja como um email detonou uma prática sustentável para mais de 5 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;Bota-fora&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                            &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="documentDescription"&gt;Rede de intercâmbio conecta pessoas que querem doar com aquelas que querem receber&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="newsImageContainer"&gt;     &lt;a href="http://www.akatu.net/central/especiais/2008/bota-fora/image_mini" rel="lightbox" title=":|| (Conrado)"&gt;        &lt;img src="http://www.akatu.net/banco-de-imagens/troca_080624/image_mini" alt="troca_080624" title="troca_080624" class="newsImage" height="200" width="181" /&gt;     &lt;/a&gt;                     &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo tem, pelo menos, um objeto que não utiliza mais, mas ainda está em condições de uso. Isso quando não se trata de um monte de coisa que ocupa um cômodo inteiro, o famoso “quartinho de bagunça”. Ele acaba resistindo a toda iniciativa de arrumação, você não consegue encontrar alguém que se interesse por aquela “tranqueira”, tem pena de jogar fora, e o objeto continua lá, parado e ocupando espaço. Para resolver essa situação tão comum, surgiu o Freecycle Network (&lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.freecycle.org%29./"&gt;www.freecycle.org).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;O Freecycle é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2003, a partir de um e-mail de Deron Beal, um norte-americano do Arizona, anunciando a criação de uma rede de contatos entre pessoas interessadas em doar artigos e outros interessados em recebê-los. A idéia se espalhou rapidamente, ultrapassou as fronteiras da cidade de Tucson, onde nasceu, e hoje está presente em 75 países, entre eles o Brasil. Atualmente, no mundo, são 5,15 milhões de usuários, divididos em 4.375 grupos locais. No Brasil, existem grupos em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Curitiba, Porto Alegre e Uberlândia. A capital paulista já conta com mais de 500 usuários cadastrados. E, segundo Carlos Simões, moderador do grupo de São Paulo, recebe cerca de 20 novos participantes a cada semana.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os organizadores do site, o fato de os cadastrados no Freecycle doarem algo que jogariam fora evita que cerca de 300 toneladas de “lixo” sejam geradas, diariamente, ocupando aterros sanitários e lixões. Se esse volume fosse colocado em caminhões, após um ano, os veículos empilhados formariam uma montanha quatro vezes maior que o monte Everest.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para participar do Freecycle, o procedimento é simples. O interessado procura o grupo mais próximo de sua cidade e se cadastra. A partir daí estará fazendo parte da lista de e-mails desse grupo, que geralmente é moderado por um usuário voluntário. A pessoa que quer doar um objeto - pode ser qualquer coisa, desde que seja de graça, dentro da lei, e apropriado para todas as idades - envia um e-mail anunciando. Os interessados entram em contato com essa pessoa, que escolhe quem será o “presenteado” (se houver mais de um) e responde diretamente ao escolhido indicando o dia e o local onde o objeto poderá ser retirado. Em São Paulo, por exemplo, as ofertas vão de aparelhos de DVD necessitando apenas de conserto, a disquetes ou filhotes de cachorro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para criar um novo grupo, o interessado deve atender a alguns pré-requisitos, como morar na área em que está criando o grupo e dispor de algum tempo para moderar as mensagens, além de outras qualificações que podem ser consultadas em &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.freecycle.org/startagroup"&gt;http://www.freecycle.org/startagroup&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Por ter sido o primeiro a trazer o Freecycle para o Brasil, Carlos Simões é sempre consultado pela organização norte-americana antes de autorizar a abertura de um novo grupo. Por isso, ele pode ser um bom canal para quem está interessado em organizar uma comunidade do Freecycle em sua cidade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O objetivo da rede é, além de estimular “um senso de generosidade” e fortalecer os laços comunitários, promover a sustentabilidade e o hábito da reutilização. “Esperamos que cresça cada vez mais, porque não deixa de ser um site ambiental e de consumo consciente”, diz Simões. Mas atenção: a idéia é que as pessoas peguem apenas o que precisam e não aceitem a doação simplesmente porque é “de graça”. Isso vai contra as regras de etiqueta da comunidade, que pode passar a preterir essa pessoa em outras negociações, caso um comportamento indesejado seja identificado. Até porque ao pegar algo desnecessário pode-se estar impedindo que uma entidade sem fins lucrativos – como várias que fazem parte do site – tenha acesso a um bem. Sem falar no vários estudantes em busca de móveis ou objetos de utilidade para suas repúblicas&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A idéia do Freecycle fez tanto sucesso que já ganhou concorrentes, entre eles o Freesharing.org, que surgiu como uma dissidência do original. Mas o único que tem grupos no Brasil, por enquanto, é o Freecycle."&lt;/p&gt;Contato: http://groups.yahoo.com/group/freecyclebrasilia/&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Instituto AKATU&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-6725241939631336403?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/6725241939631336403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=6725241939631336403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6725241939631336403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6725241939631336403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/minimizao-de-resduos.html' title='Minimização de resíduos'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8344757124519512185</id><published>2008-07-08T12:08:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T12:20:39.041-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Hortas urbanas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vejam como é só querer fazer a diferença para transformar a paisagem. É plenamente possível criar hortas comunitárias nas superquadras de Brasília. Observe os espaços, converse com vizinhos e coloque em prática esta idéia. A diferença é feita por quem é diferente. Pense nesta possibilidade e vá em frente. A superquadra 305 sul já se mobiliza para criar a sua horta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Canteiros cheios de verduras e legumes transformam terrenos vazios ou degradados em espaços que geram renda e alimentam a comunidade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;Imagine canteiros repletos de pés de cenoura, alface e beterraba na acizentada paisagem da metrópole. Essas hortas existem e inspiram a população da capital paulista e municípios vizinhos ao mostrar que é possível ocupar, de um jeito nobre, áreas usadas como depósito de entulho ou como reduto da marginalidade. A ONG Associação Global de Desenvolvimento Sustentável (AGDS), de São Bernardo do Campo, foi uma das pioneiras dessa iniciativa. Há 21 anos viu nos terrenos da Eletropaulo que abrigam as torres de transmissão de energia a oportunidade de semear ali mudas de hortaliças. “Aqui era um verdadeiro lixão”, diz o presidente da AGDS, Nelson Pedroso, ao se referir aos terrenos da avenida Vivaldi, de 3 mil m2, onde 12 famílias pegam na enxada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SEMENTE VIVA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cultivo de hortas comunitárias em São Paulo tem efeitos exemplares. Não só leva a verdura fresquinha à mesa da população mais carente como requalifica os espaços urbanos. Áreas improdutivas e poluídas, sem fauna e flora, só prejudicam a vida nas cidades”, diz a arquiteta Noemie Nahum, da PUC-Campinas. Um problema que a prefeitura de São Paulo vem driblando com o Programa de Agricultura Urbana e Periurbana (Proaurp). “O principal objetivo é o combate à desnutrição”, diz a coordenadora Nísia Serroni. A iniciativa tem se mostrado eficiente para hortas em escolas públicas, mas as comunitárias ainda carecem de parcerias – pública e privada – para a semeadura. O que não intimidou o gaúcho Hans Dieter Temp. Há quatro anos ele criou a ONG Cidades sem Fome e hoje comemora 21 hortas em bairros da zona leste de São Paulo. A conquista mais recente é a área ao lado da escola municipal Arthur Chagas Júnior, em Sapopemba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRAÇA DAS FLORES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Onde antes nasceu a primeira horta da cidade de São Paulo, na avenida Radial Leste, esquina com a rua Bresser, será inaugurada, até o fim deste ano, a praça das Flores Alfredo di Cunto. Em um espaço de 10 mil m2, o projeto da subprefeitura da Mooca em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente terá um viveiro de mudas para abastecer de flores e árvores frutíferas as praças dos bairros Pari, Belém, Brás, Mooca, Água Rasa e Tatuapé. No local também funcionará uma escola ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARA FAZER UMA HORTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Terrenos ociosos podem transformar-se em horta, desde que seja feito um contato com o proprietário ou com a subprefeitura da região para solicitar o uso do solo. É importante contatar um agrônomo para fazer a análise do solo. A Eletropaulo tem 2,9 milhões de m2 disponíveis em áreas sob linhas de transmissão (tel. 0800-7272120).&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Imagine canteiros repletos de pés de cenoura, alface e beterraba na acizentada paisagem da metrópole. Essas hortas existem e inspiram a população da capital paulista e municípios vizinhos ao mostrar que é possível ocupar, de um jeito nobre, áreas usadas como depósito de entulho ou como reduto da marginalidade. A ONG Associação Global de Desenvolvimento Sustentável (AGDS), de São Bernardo do Campo, foi uma das pioneiras dessa iniciativa. Há 21 anos viu nos terrenos da Eletropaulo que abrigam as torres de transmissão de energia a oportunidade de semear ali mudas de hortaliças. “Aqui era um verdadeiro lixão”, diz o presidente da AGDS, Nelson Pedroso, ao se referir aos terrenos da avenida Vivaldi, de 3 mil m2, onde 12 famílias pegam na enxada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;SEMENTE VIVA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo de hortas comunitárias em São Paulo tem efeitos exemplares. Não só leva a verdura fresquinha à mesa da população mais carente como requalifica os espaços urbanos. Áreas improdutivas e poluídas, sem fauna e flora, só prejudicam a vida nas cidades”, diz a arquiteta Noemie Nahum, da PUC-Campinas. Um problema que a prefeitura de São Paulo vem driblando com o Programa de Agricultura Urbana e Periurbana (Proaurp). “O principal objetivo é o combate à desnutrição”, diz a coordenadora Nísia Serroni. A iniciativa tem se mostrado eficiente para hortas em escolas públicas, mas as comunitárias ainda carecem de parcerias – pública e privada – para a semeadura. O que não intimidou o gaúcho Hans Dieter Temp. Há quatro anos ele criou a ONG Cidades sem Fome e hoje comemora 21 hortas em bairros da zona leste de São Paulo. A conquista mais recente é a área ao lado da escola municipal Arthur Chagas Júnior, em Sapopemba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;PRAÇA DAS FLORES&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Onde antes nasceu a primeira horta da cidade de São Paulo, na avenida Radial Leste, esquina com a rua Bresser, será inaugurada, até o fim deste ano, a praça das Flores Alfredo di Cunto. Em um espaço de 10 mil m2, o projeto da subprefeitura da Mooca em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente terá um viveiro de mudas para abastecer de flores e árvores frutíferas as praças dos bairros Pari, Belém, Brás, Mooca, Água Rasa e Tatuapé. No local também funcionará uma escola ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARA FAZER UMA HORTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Terrenos ociosos podem transformar-se em horta, desde que seja feito um contato com o proprietário ou com a subprefeitura da região para solicitar o uso do solo. É importante contatar um agrônomo para fazer a análise do solo. A Eletropaulo tem 2,9 milhões de m2 disponíveis em áreas sob linhas de transmissão (tel. 0800-7272120)"&lt;/p&gt;Por Letícia de Almeida Alves&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://www.casa.abril.com.br/arquitetura/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Arquitetura e Construção - 06/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8344757124519512185?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8344757124519512185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8344757124519512185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8344757124519512185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8344757124519512185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/hortas-urbanas.html' title='Hortas urbanas'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-6424726125085001288</id><published>2008-07-08T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T12:04:05.335-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>72% das propagandas de alimentos vendem más opções à saúde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;" Uma pesquisa realizada na Universidade de Brasília revela que 72% das propagandas de alimentos veiculam mensagens para o consumo de produtos com altos teores de gorduras, açúcares e sal. Essa "dieta" contribuiu para o aumento de doenças crônicas como obesidade, hipertensão e diabetes. Uma pesquisa feita pelo Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição (Opsan) da Universidade de Brasília (UnB) revela que as propagandas sobre alimentos no Brasil sugerem opções que fazem mal à saúde dos consumidores. Os dados preliminares do estudo foram divulgados no dia 26 de junho. O levantamento, intitulado Pesquisa de monitoraçãode propaganda de alimentos visando à prática da alimentação saudável, foi feito entre 2006 e 2007 com recursos do Ministério da Saúde/CNPq.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para fazer análise das peças publicitárias, professores, alunos e recém-formados do Departamento de Nutrição gravaram durante 52 semanas 20 horas diárias da programação de canais televisivos abertos e fechados. Também foram arquivados nesse período revistas voltadas tanto para o público adulto em geral, feminino e infantil. Os resultados constados pelos pesquisadores assustam. 72% do total das peças publicitárias de alimentos, veiculam mensagens para o consumo de alimentos com altos teores de gorduras, açúcares e sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este valor é alcançado com a publicidade de apenas cinco categorias de alimentos: na ordem, os campeões são fast food; guloseimas (balas, chicletes) e sorvetes; refrigerantes e sucos artificiais; salgadinhos de pacote, e biscoitos (doces e recheados) e bolo. "Isso contribui para o aumento crescente e assustador da prevalência das doenças crônicas não transmissíveis como obesidade, hipertensão e diabetes", declara a professora Elisabetta Recine, uma das coordenadoras da pesquisa. "Esubsidia a discussão sobre a urgência de se regulamentar a publicidade de alimentos.".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Público infantil&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Nos canais de TV a cabo destinados preferencialmente ao público infantil a pesquisa chegou a verificar que 50% das peças publicitárias nessas redes são de alimentos. "Isso mostra nitidamente o direcionamento da publicidade para esse público, no sentido de estimular consumo e formar hábitos alimentares não saudáveis", analisa a professora. Reunindo canais abertos e fechados, 44% do total desse tipo de propaganda é direcionada às crianças. "O dado é incontestável, porque praticamente metade da publicidade de alimentos na mídia televisiva e dirigida ao público infantil. Por isso identificamos atualmente casos de obesidade, hipertensão e colesterol alto em crianças e com prevalência cada vez mais altas", avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata da análise do conteúdo publicitário destinado à criança, é alta a ocorrência de peças publicitárias com promoções de estímulo à compra, como, por exemplo, a inclusão de bonecos e figurinhas nas embalagens. "Em torno de 20% das propagandas contêm algum tipo de promoção", afirma Elisabetta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Mídia impressa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; A realidade da publicidade alimentícia em revistas não é diferente. Cerca de 15% do total de peças nesses veículos relacionam-se a produtos alimentícios. Em revistas infantis, como as de história em quadrinhos, esse número é um pouco maior, fica em torno de 18%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são apenas alguns dos dados preliminares da pesquisa, que tem a intenção de entrar a fundo no mundo publicitário para desvendar elementos persuasivos não tão perceptíveis à primeira vista. "Vamos analisar o tipo de mensagem que é enviada a cada público, os recursos para chamar a atenção, os valores estimulados", explica Elisabetta. "A meta é entrar nessas estruturas para detalhar quais são os mecanismos utilizados para conquistar o consumidor", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Financiada pelo Ministério da Saúde/CNPq, a pesquisa tem o objetivo de contribuir para a discussão sobre a regulamentação da publicidade de alimentos e apontar estratégias para produção de uma futura regulamentação. "Muitos países controlam e até mesmo proibiram a publicidade de alimentos na TV. Há outros que controlam essas propagandas em determinados horários, como o de programação infantil", afirma a pesquisadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Quadro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; - 20% da programação das TVs são ocupadas por publicidade. Desse total, 10% é sobre alimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foram analisados quatro canais de TV, sendo dois abertos e dois fechados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nos canais fechados, 50% da publicidade é voltada para o público infantil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A gravação foi feita durante 20 horas durante sete dias de 52 semanas (entre agosto de 2006 e agosto de 2007), totalizando 4.160 horas de material coletado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Neste mesmo período foram analisadas 18 revistas, sendo 3 destinadas ao público adulto, 8 para o feminino, duas para adolescentes e seis para crianças;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cinco categorias de produtos (fast food; guloseimas e sorvetes; refrigerantes e sucos artificiais; salgadinhos de pacote, e biscoitos e bolo) são responsáveis por 72% das propagandas de alimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reunindo canais abertos e fechados, 44% do total de propagandas de alimentos é direcionado às crianças;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na mídia impressa, cerca de 15% do total de peças publicitárias são de alimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em revistas infantis, esse número é um pouco maior, fica em torno de 18%;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integram a equipe de coordenação da pesquisa, Elisabetta Recine, Janine Coutinho e Renata Monteiro, do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição, da Universidade de Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição / UNB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Agência Carta Maior)"&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-6424726125085001288?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/6424726125085001288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=6424726125085001288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6424726125085001288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/6424726125085001288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/07/72-das-propagandas-de-alimentos-vendem.html' title='72% das propagandas de alimentos vendem más opções à saúde'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-3089282785099346078</id><published>2008-06-16T12:46:00.001-07:00</published><updated>2008-06-16T12:54:01.563-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Que diferença faz?</title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;"Descubra a grandeza do impacto de atitudes verdes simples, como desacelerar o carro, reciclar o papel e o lixo doméstico e reduzir o consumo de carne. Diante das contas, perceba o quanto você é importante no desafio de manter a vida no planeta&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;O que adianta não jogar papel na rua se todo mundo joga? O que adianta pagar os impostos se existe tanta corrupção? E por que reciclar as sacolinhas plásticas do supermercado se lá na China são usadas cerca de 3 bilhões delas por dia? “É a mesma lógica que está por trás de todas essas questões. Uma noção de impotência. É difícil se sentir motivado a colaborar quando o problema é tão grande”, diz Miriam Duailibi, do Instituto Ecoar, de São Paulo. O Ecoar, em parceria com a ONG Instituto Ecoclima e a Universidade Positivo, de Curitiba, criaram o primeiro curso no Brasil de especialização em mudanças climáticas e seqüestro de gás carbônico da atmosfera. Indicado para empresários, executivos, professores universitários, o curso é reconhecido pelo MEC e tem a duração de 18 meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UM MAIS UM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Sozinho ninguém vai acabar com o aquecimento global, mas, quando somos alertados para o quanto cada atitude pode minimizar nosso impacto no planeta, a história muda. É importante democratizar a informação e fazer mais e mais gente entender a diferença que pode significar”, insiste Miriam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E que diferença é essa? Para mostrar quanto vale um hábito verde, recorremos a uma base de cálculo projetada especialmente para esse fim. Você até já deve ter ouvido falar dela. É a calculadora de CO2, ou dióxido de carbono. A medida ficou conhecida nos últimos anos, principalmente com o filme Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore, e serve tanto para traduzir o impacto das ações humanas no meio ambiente como para dar uma idéia do refresco que é para o planeta quando certos comportamentos são reduzidos. Assim, mais do que ficar dizendo que o aumento no consumo de carne contribui para a devastação na Amazônia (a pecuária está se alastrando por lá porque as terras não florestais no Brasil já estão tomadas pela agricultura), as pessoas podem saber o quanto abrir mão de incluir carne no cardápio uma ou duas vezes por semana pode ser bom.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo que a gente faz tem a ver com a emissão de gases de efeito estufa. É o que mostramos a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;[img1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;FAÇA A SUA CONTA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para saber o quanto cada atitude repercute no gás carbônico liberado na atmosfera, os especialistas usaram como parâmetro a quantidade de carros* nas ruas. É como se, quanto mais responsável uma ação, menor o número de carros nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RECICLAGEM DE JORNAIS E REVISTAS COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A reciclagem da massa de papel equivalente a um jornal médio contribui com a redução de 0,08 kg de CO2.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano | Trezentos e sessenta e cinco jornais reciclados reduzem a emissão de 29 kg de CO2 por ano.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia | Multiplicando 29 kg de CO2 pela população consumidora do Bra sil, cerca de 114 milhões de pessoas, segundo o Instituto Ipsos, a economia seria de 3,3 milhões de toneladas de CO2. Ou 1,1 milhão de carros a menos nas ruas por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RECICLAR LATINHAS DE ALUMÍNIO COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo a Associação Brasileira de Alumínio (Abal), o Brasil conseguiu reciclar 78% das latinhas de alumínio comercializadas em 2006.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: Cada brasileiro já contribui por meio da reciclagem de latas de alumínio com a redução de 60 g de CO2 por ano. Se reciclasse todas as latinhas, aumentaria a cota para 78 g de CO2.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: haveria a redução de 148 mil toneladas de CO2, ou 53 mil carros a menos rodando por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;REDUZIR O CONSUMO DE CARNE VERMELHA COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Cada brasileiro consome, em média, 36,5 kg de carne por ano, ou 100 g por dia. Para produzir 1 kg de carne, são necessários 20 mil litros de água e emitidos 3,7 kg de CO2. Além de fazer bem para a saúde, deixar de comer carne vermelha pelo menos três vezes na semana (40% menos do que o habitual), representa a seguinte economia:&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: 54 kg a menos de CO2 na atmosfera.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: 10 milhões de toneladas a menos de CO2 equivalem a 3,5 milhões de carros a menos nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;TROCAR O CARRO A GASOLINA POR UM FLEX&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No dia-a-dia estamos pouco conscientes das consequências geradas pelo transporte. Um carro 1.0 movido a gasolina libera 2,3 kg de CO2 por litro de combustível. A versão a álcool libera, por litro, 1,5 kg de CO2. O uso de etanol em carros fl ex, portanto, corresponde a uma importante economia financeira e de carbono. • Uma pessoa/ano: 3 mil kg de CO2 por carro em circulação.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: cerca de 570 milhões de toneladas de CO2, ou 200 milhões de carros a menos nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;REDUZIR A VELOCIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os automóveis aumentam seu consumo de combustível quando aumentam a velocidade.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: se você mantiver a média de velocidade do carro em 90 km/h, em vez de 120 km/h, vai economizar cerca de 20% de combustível. Em uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro (total de 900 km, ida e volta), deixará de liberar 17 kg de CO2 na atmosfera.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: a redução seria de mais de 3 milhões de toneladas de CO2, ou 1 milhão a menos de carros nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O LIXO E A SEPARAÇÃO PARA A RECICLAGEM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo dados do Instituto Ecoar, um brasileiro produz, em média, 128 kg de lixo por ano. O simples fato de separar o lixo inorgânico (papel, metal, plástico, isopor, vidro) para a reciclagem pode reduzir 40% desse montante.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: reduz a emissão de CO2 em 91 kg.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: seriam 17 milhões de toneladas a menos de CO2 na atmosfera, ou 6 milhões de carros a menos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Os cálculos foram feitos com base em um carro 1.0 a gasolina, que, segundo o Instituto Ecoar, roda cerca de 12 mil km por ano e gera 2,8 toneladas de C02. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UM CENÁRIO BEM BRASILEIRO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil é considerado modelo em geração de energia elétrica. Sua fonte é a água. A maioria dos países usa energia de origem fóssil (petróleo e carvão mineral), que emite CO2, ou base nuclear, que representa um risco ambiental grande. Então, temos a vantagem de nos abastecer com uma energia limpa, e para racionalizar o uso dessa energia elétrica é necessário:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ação: Mudança de lâmpadas convencionais para fluorescentes.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;A troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas economiza em média 110 kwh por ano. “Na época do apagão, isso evitou o colapso do sistema energético. Embora não se reflita diretamente sobre a emissão de CO2, representa uma economia na conta e para o ambiente”, diz Eduardo Quartim, engenheiro florestal. Reduzir o tempo do banho em um minuto e evitar ir para o chuveiro das 18 às 20 horas (horário de pico) reduz ainda mais a demanda por energia elétrica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ação: Desplugar eletroeletrônicos.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;Seu computador, seu aparelho de som e sua TV estão gastando energia mesmo desligados, sabia? Uma parte da energia elétrica está passando por eles pelo simples fato de estarem na tomada. Desplugá-los economiza de 1 a 3 watts de energia por equipamento. E você poderá comemorar uma redução no valor da conta no fim do mês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acão: Modificar o modo de uso de condicionadores de ar.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;É comum encontrar situações em que o ambiente no verão está muito mais refrigerado que o necessário – chega a ficar desconfortável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fontes: Délcio Rodrigues, diretor de projetos do Instituto Ekos Brasil e coordenador da Iniciativa Cidades Solares /Instituto Vitae Civilis; Eduardo Quartim e Álvaro Rodrigues, Instituto Ecoar; e Instituto Ecoclima. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PARA SABER MAIS:&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.vitaecivilis.org.br/"&gt;www.vitaecivilis.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.idec.org.br/"&gt;www.idec.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;&lt;a target="_self" href="http://planetasustentavel.abril.co/nm.br/noticia/atitude/conteudo_282541.shtml"&gt;Você é um consumidor responsável?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block; text-align: justify;"&gt;        &lt;p&gt;O que adianta não jogar papel na rua se todo mundo joga? O que adianta pagar os impostos se existe tanta corrupção? E por que reciclar as sacolinhas plásticas do supermercado se lá na China são usadas cerca de 3 bilhões delas por dia? “É a mesma lógica que está por trás de todas essas questões. Uma noção de impotência. É difícil se sentir motivado a colaborar quando o problema é tão grande”, diz Miriam Duailibi, do Instituto Ecoar, de São Paulo. O Ecoar, em parceria com a ONG Instituto Ecoclima e a Universidade Positivo, de Curitiba, criaram o primeiro curso no Brasil de especialização em mudanças climáticas e seqüestro de gás carbônico da atmosfera. Indicado para empresários, executivos, professores universitários, o curso é reconhecido pelo MEC e tem a duração de 18 meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;UM MAIS UM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;“Sozinho ninguém vai acabar com o aquecimento global, mas, quando somos alertados para o quanto cada atitude pode minimizar nosso impacto no planeta, a história muda. É importante democratizar a informação e fazer mais e mais gente entender a diferença que pode significar”, insiste Miriam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E que diferença é essa? Para mostrar quanto vale um hábito verde, recorremos a uma base de cálculo projetada especialmente para esse fim. Você até já deve ter ouvido falar dela. É a calculadora de CO2, ou dióxido de carbono. A medida ficou conhecida nos últimos anos, principalmente com o filme Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore, e serve tanto para traduzir o impacto das ações humanas no meio ambiente como para dar uma idéia do refresco que é para o planeta quando certos comportamentos são reduzidos. Assim, mais do que ficar dizendo que o aumento no consumo de carne contribui para a devastação na Amazônia (a pecuária está se alastrando por lá porque as terras não florestais no Brasil já estão tomadas pela agricultura), as pessoas podem saber o quanto abrir mão de incluir carne no cardápio uma ou duas vezes por semana pode ser bom.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo que a gente faz tem a ver com a emissão de gases de efeito estufa. É o que mostramos a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 510px;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Getty Images&lt;/span&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/que_diferenca_meio.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;Vinte e cinco por cento das emissões de gases estufa no Brasil vêm da queima de combustível fóssil (principalmente petróleo). O restante está relacionado a mudanças no uso da terra e ao desmatamento&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;FAÇA A SUA CONTA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Para saber o quanto cada atitude repercute no gás carbônico liberado na atmosfera, os especialistas usaram como parâmetro a quantidade de carros* nas ruas. É como se, quanto mais responsável uma ação, menor o número de carros nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;RECICLAGEM DE JORNAIS E REVISTAS COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;A reciclagem da massa de papel equivalente a um jornal médio contribui com a redução de 0,08 kg de CO2.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano | Trezentos e sessenta e cinco jornais reciclados reduzem a emissão de 29 kg de CO2 por ano.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia | Multiplicando 29 kg de CO2 pela população consumidora do Bra sil, cerca de 114 milhões de pessoas, segundo o Instituto Ipsos, a economia seria de 3,3 milhões de toneladas de CO2. Ou 1,1 milhão de carros a menos nas ruas por ano.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;RECICLAR LATINHAS DE ALUMÍNIO COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo a Associação Brasileira de Alumínio (Abal), o Brasil conseguiu reciclar 78% das latinhas de alumínio comercializadas em 2006.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: Cada brasileiro já contribui por meio da reciclagem de latas de alumínio com a redução de 60 g de CO2 por ano. Se reciclasse todas as latinhas, aumentaria a cota para 78 g de CO2.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: haveria a redução de 148 mil toneladas de CO2, ou 53 mil carros a menos rodando por ano.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;REDUZIR O CONSUMO DE CARNE VERMELHA COMO FUNCIONA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Cada brasileiro consome, em média, 36,5 kg de carne por ano, ou 100 g por dia. Para produzir 1 kg de carne, são necessários 20 mil litros de água e emitidos 3,7 kg de CO2. Além de fazer bem para a saúde, deixar de comer carne vermelha pelo menos três vezes na semana (40% menos do que o habitual), representa a seguinte economia:&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: 54 kg a menos de CO2 na atmosfera.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: 10 milhões de toneladas a menos de CO2 equivalem a 3,5 milhões de carros a menos nas ruas."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Planeta Sustentável - Por  Kátia Stringueto&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://bonsfluidos.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Bons Fluídos - 06/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="cnt1" style="display: none;"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;TROCAR O CARRO A GASOLINA POR UM FLEX&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No dia-a-dia estamos pouco conscientes das consequências geradas pelo transporte. Um carro 1.0 movido a gasolina libera 2,3 kg de CO2 por litro de combustível. A versão a álcool libera, por litro, 1,5 kg de CO2. O uso de etanol em carros fl ex, portanto, corresponde a uma importante economia financeira e de carbono. • Uma pessoa/ano: 3 mil kg de CO2 por carro em circulação.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: cerca de 570 milhões de toneladas de CO2, ou 200 milhões de carros a menos nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;REDUZIR A VELOCIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os automóveis aumentam seu consumo de combustível quando aumentam a velocidade.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: se você mantiver a média de velocidade do carro em 90 km/h, em vez de 120 km/h, vai economizar cerca de 20% de combustível. Em uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro (total de 900 km, ida e volta), deixará de liberar 17 kg de CO2 na atmosfera.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: a redução seria de mais de 3 milhões de toneladas de CO2, ou 1 milhão a menos de carros nas ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O LIXO E A SEPARAÇÃO PARA A RECICLAGEM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como funciona&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo dados do Instituto Ecoar, um brasileiro produz, em média, 128 kg de lixo por ano. O simples fato de separar o lixo inorgânico (papel, metal, plástico, isopor, vidro) para a reciclagem pode reduzir 40% desse montante.&lt;br /&gt;- Uma pessoa/ano: reduz a emissão de CO2 em 91 kg.&lt;br /&gt;- Se todos os brasileiros encampassem a idéia: seriam 17 milhões de toneladas a menos de CO2 na atmosfera, ou 6 milhões de carros a menos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Os cálculos foram feitos com base em um carro 1.0 a gasolina, que, segundo o Instituto Ecoar, roda cerca de 12 mil km por ano e gera 2,8 toneladas de C02. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UM CENÁRIO BEM BRASILEIRO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil é considerado modelo em geração de energia elétrica. Sua fonte é a água. A maioria dos países usa energia de origem fóssil (petróleo e carvão mineral), que emite CO2, ou base nuclear, que representa um risco ambiental grande. Então, temos a vantagem de nos abastecer com uma energia limpa, e para racionalizar o uso dessa energia elétrica é necessário:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ação: Mudança de lâmpadas convencionais para fluorescentes.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;A troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas economiza em média 110 kwh por ano. “Na época do apagão, isso evitou o colapso do sistema energético. Embora não se reflita diretamente sobre a emissão de CO2, representa uma economia na conta e para o ambiente”, diz Eduardo Quartim, engenheiro florestal. Reduzir o tempo do banho em um minuto e evitar ir para o chuveiro das 18 às 20 horas (horário de pico) reduz ainda mais a demanda por energia elétrica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ação: Desplugar eletroeletrônicos.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;Seu computador, seu aparelho de som e sua TV estão gastando energia mesmo desligados, sabia? Uma parte da energia elétrica está passando por eles pelo simples fato de estarem na tomada. Desplugá-los economiza de 1 a 3 watts de energia por equipamento. E você poderá comemorar uma redução no valor da conta no fim do mês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acão: Modificar o modo de uso de condicionadores de ar.&lt;br /&gt;Como funciona: &lt;/strong&gt;É comum encontrar situações em que o ambiente no verão está muito mais refrigerado que o necessário – chega a ficar desconfortável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fontes: Délcio Rodrigues, diretor de projetos do Instituto Ekos Brasil e coordenador da Iniciativa Cidades Solares /Instituto Vitae Civilis; Eduardo Quartim e Álvaro Rodrigues, Instituto Ecoar; e Instituto Ecoclima. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PARA SABER MAIS:&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.vitaecivilis.org.br/"&gt;www.vitaecivilis.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.idec.org.br/"&gt;www.idec.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;&lt;a target="_self" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_282541.shtml"&gt;Você é um consumidor responsável?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-3089282785099346078?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/3089282785099346078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=3089282785099346078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3089282785099346078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3089282785099346078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/06/que-diferena-faz.html' title='Que diferença faz?'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7025653347165739409</id><published>2008-06-07T05:16:00.000-07:00</published><updated>2008-06-07T05:35:22.678-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Evite que seu bife derrube a Amazônia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/48117.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Algumas notícias nos surpreendem. Quando você estiver comendo seu bife de carne bovina, saiba que, possivelmente inúmeras árvores foram derrubadas para satisfazer seu hábito de consumo. Procure verificar na compra (rótulo), se há garantia de responsabilidade socioambiental. Faça este exercício. Você estará agindo como um consumidor consciente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Você sabe a origem da carne que você come? Saiba o que as três maiores redes de supermercado responderam ao Idec. O Idec enviou cartas para as três maiores redes varejistas do país, questionando sobre sua preocupação em relação à rastreabilidade da carne bovina vendida por elas: Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart. Buscamos informações sanitárias, ambientais e sociais da cadeia de produção da carne.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As respostas de todos eles foram, para o Idec, insuficientes. Em várias delas, as empresas afirmaram possuir cláusulas contratuais — “garantindo” que não há desmatamento ou trabalho escravo, por exemplo, nas propriedades que produzem a carne que comercializam — porém sem informar se fazem ou como fazem o controle para de fato garantir seu cumprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o Grupo Pão de Açúcar detalhou a forma como faz esse controle — restrito a apenas 1% de toda a carne bovina comercializada pela empresa. Mas a iniciativa demonstra que é possível, sim, que os varejistas tenham grande controle sobre a forma como é produzida a carne bovina que o consumidor encontra na gôndola. E que ela deve ser louvada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt; Veja um resumo das respostas dos supermercados:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Carrefour – que detém quatro bandeiras de supermercados (Carrefour, Carrefour Bairro, Dia% e Atacadão) – focou suas respostas apenas no programa “Garantia de Origem”, que possui critérios de seleção de fornecedores e de garantia de qualidade da carne, e contempla apenas 40% do que é vendido pela rede. As informações fornecidas pouco revelaram sobre a origem da carne, ficando em um plano apenas conceitual, sem dados concretos. A empresa se limitou a listar alguns dos principais frigoríficos fornecedores e, com relação aos municípios de origem da carne, disse que ela “é proveniente de todo o território brasileiro, com pequeno volume importado”. Questionado sobre a disponibilização das informações que possui sobre rastreabilidade da carne bovina nos rótulos dos alimentos, o grupo disse que elas estão em “plaquetas informativas, inseridas próximas a cada um dos tipos de carne e de corte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao controle para evitar que a carne venha de áreas de desmatamento ou em que se utilize trabalho escravo, a empresa informa que avalia “os aspectos sociais e ambientais de cada uma das fazendas” antes de cadastrá-las e que, em caso de irregularidades, o produtor é “automaticamente retirado do programa”. O Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição), detentor de oito bandeiras de varejo (Pão de Açúcar, Extra Hipermercados, Extra Perto, Extra Fácil, Extra Eletro, Sendas, Comprebem e Assai), foi o único a listar as cidades e fazendas de onde vem a carne. Mas essa informação serve para apenas 1% da carne comercializada, inserida no “Programa de Produção de Carne de Qualidade”. Para a maioria restante, não há dados sobre controle efetivo de qualidade e de passivos ambientais e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa informou que “antes de cadastrar uma fazenda, ela passa por entrevista e visita técnica para verificar a relação entre empregador e empregados, aspectos ambientais e técnicos”. Diz ainda que todo o gado possui certificação do Sisbov (Serviço Brasileiro de Rastrabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos, um programa voluntário para a produção voltada ao mercado interno) e que há acompanhamento de técnicos de nutrição, reprodução e sanidade. O Idec acredita que a empresa poderia ter fornecido mais dados para que se soubesse exatamente como é feita essa gestão social e ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Wal-Mart, que possui nove bandeiras de supermercados (Wal-Mart Supercenter, Todo Dia, Maxxi, Sam’s Club, Hiperbompreço, Bompreço, Mercadorama, Nacional e Big), deu respostas incompletas e esclareceu pouco sobre sua participação na cadeia. Disse que compra carne de dois frigoríficos e que “os nomes das fazendas e os municípios [de onde vem a carne] são informações dos frigoríficos que fornecem para o Wal-Mart. Portanto, não possui essa informação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa afirma também que inclui cláusulas em seus contratos que garantem que todos os animais abatidos venham de “territórios que não sejam áreas de desmatamento”. Mas não deixou claro como – e se – tem um controle efetivo para se assegurar disso. Com relação ao controle de uso de trabalho escravo pelos fornecedores, o Wal-Mart diz que “caso um fornecedor não atenda as cláusulas do contrato ou passe a integrar a ‘lista suja’ do trabalho escravo, ele é descontinuado da lista de parceiros da empresa”. Isso, ao mesmo tempo em que afirma não ter a relação dos produtores que vendem para os frigoríficos de onde compra – dado imprescindível para ter controle dos contratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para enviar agora um cartão virtual exigindo medidas efetivas das empresas, clique em &lt;a href="http://www.idec.org.br/climaeconsumo/cartoesVirtuais.html" target="_blank"&gt;http://www.idec.org.br/climaeconsumo/cartoesVirtuais.html&lt;/a&gt;"&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: (Envolverde/Idec). Crédito de imagem: Luiz Antonio de Oliveira/ INPA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7025653347165739409?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7025653347165739409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7025653347165739409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7025653347165739409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7025653347165739409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/06/evite-que-seu-bife-derrube-amaznia.html' title='Evite que seu bife derrube a Amazônia'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7510670713226150798</id><published>2008-06-06T10:00:00.000-07:00</published><updated>2008-06-07T05:14:13.265-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Padrão de consumo das classes A e B exige três planetas Terra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="titulo_materia"&gt;Está comprovado que grande parte dos moradores da superquadras de Brasília  tem hábitos de consumo incompatíveis com a preservação ambiental. É hora de mudar hábitos e costumes para enfrentarmos  os problemas ambientais urbanos que criamos. Basta de fingir que nada acontece. Contribua na melhoria do espaço em que você vive. Aqui na SQS 305 (Brasília) os moradores já iniciaram sua contribuição com a causa ambiental. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="titulo_materia"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;"&lt;!-- END HEADLINE --&gt;             &lt;!-- BEGIN STORY BODY --&gt;Caso todo o mundo tivesse os mesmos hábitos de consumo das &lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;classes sociais A e B&lt;/span&gt; brasileiras seriam necessários recursos naturais correspondentes a três planetas Terra, mostra estudo da ONG WWF-Brasil. A pegada ecológica, ou seja, o rastro de consumo, degradação ambiental e geração de resíduos deixados pelo homem no planeta, foi calculada com base em pesquisa encomendada ao Ibope. Os pesquisadores ouviram 2002 pessoas, em 142 municípios, de 13 a 18 de maio. &lt;/p&gt;A conclusão do estudo é de que, se 82% da classe alta mantiver os maus hábitos, a Terra não vai agüentar. O mesmo vale para 46% da &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;classe C &lt;/span&gt;e 21% das &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;classes D e E&lt;/span&gt;. A situação é mais crítica no Sudeste, em que os hábitos de 61% dos entrevistados comprometem a sustentabilidade do planeta. Nas cidades com mais de 500 mil habitantes o porcentual chega a 71% em comparação aos 21% dos municípios com até 20 mil moradores.&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Contra a classe alta pesam sobretudo os hábitos de transporte, pois 33% dos entrevistados desse segmento usam o carro como único meio de transporte e, na maioria das vezes, trafegam sozinhos. Além disso, 23% viajam de 1h e 10 horas de avião por ano. Nesse caso, contam na pegada ecológica o consumo de combustíveis fósseis e a emissão de gases poluentes desses meios de transporte.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na hora de tratar do lixo, no entanto, a classe alta se sai melhor. O descaso com a reciclagem é maior entre os pobres - 77% deles juntam todo o lixo em só saco e só 11% separam os materiais recicláveis. Entre as classes A e B, 54% colocam o lixo em um saco e 38% o separam. No geral, 67% dos brasileiros juntam recicláveis e não recicláveis. Apenas 25% dos entrevistados separam o orgânico do reciclável e não mais que 5% destinam o lixo seco para a reciclagem e o orgânico para compostagem"&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agência Estado&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7510670713226150798?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7510670713226150798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7510670713226150798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7510670713226150798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7510670713226150798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/06/brasil-consumo-incompatvel-com.html' title='Padrão de consumo das classes A e B exige três planetas Terra'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-3773128486071720651</id><published>2008-06-05T13:01:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T13:07:36.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Consumo responsável</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;"CPFL Energia cria site com dicas para o consumidor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo portal traz informações que esclarecem e estimulam o uso consciente da energia elétrica. O público pode desde entender o significado de cada item da conta de luz até acessar os seus direitos de consumidor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CPFL Energia, maior empresa privada do setor elétrico brasileiro, lançou o "Canal da Energia - O Portal de Eficiência Energética", site em que o público geral encontra uma série de informações e dicas sobre os gastos de energia, os direitos do consumidor e sobre as ações da CPFL em seus programas de eficiência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Canal da Energia" possui um infográfico ilustrativo sobre as informações contidas na conta de luz, uma tabela que indica o consumo de energia em cada atividade doméstica, uma seção com a história da energia elétrica, traz dicas de consumo, dicas de instalação de aparelhos eletrônicos,os direitos do consumidor, uma biblioteca virtual com guias e cartilhas com informações sucintas e ilustradas, especialmente voltadas para a educação da população e o ensino escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o público infantil, a seção "Clubinho CPFL" traz jogos interativos e educacionais. O site ainda destaca informações sobre audiências públicas permanentes que a empresa realiza para apresentar à sociedade e aos clientes o Programa de Eficiência Energética. Entre outras atividades, o projeto desenvolve atividades de eficiência energética junto às comunidades e órgãos públicos, incentivando tanto a utilização racional de energia elétrica quanto o uso de equipamentos eficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo portal ainda dá acesso para os canais de comunicação com a CPFL Energia e para outros sites das empresas que pertencem ao Grupo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Planeta Sustentável - 21/05/2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-3773128486071720651?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/3773128486071720651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=3773128486071720651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3773128486071720651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3773128486071720651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/06/consumo-responsvel.html' title='Consumo responsável'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-5176703964018054763</id><published>2008-06-05T12:53:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T12:58:29.520-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Deixe o hábito, a mudança pode ser mais fácil do que você imagina</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/48037.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt;"Dia Mundial do Meio Ambiente 2008 guia o mundo em direção à neutralidade do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wellington/ Nairobi, 5 de Junho de 2008 — Adotar um estilo de vida climaticamente viável não requer mudanças drásticas ou grandes sacrifícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas no mundo desenvolvido, como em alguns países e cidades em desenvolvimento – de Manchester e Manhatan a Moscou e Mumbai – podem desde já começar a “deixar o hábito”, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas medidas simples podem reduzir à metade as emissões diárias de CO2 de um indivíduo, com a possibilidade de cortes ainda maiores se alguns setores, como os fornecedores de energia, automobilíticos, aviação e fábricas de eletrodomésticos, contribuírem mais para um estilo de vida global mais ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas demonstram que, por exemplo, se cada passageiro de uma empresa aérea reduzisse para menos de 20kg o peso dos bens e pertences carregados e comprassem aquilo que necessitasse ao chegar, no “duty-free” do saguão de chegada, poder-se-ia reduzir anualmente aproximadamente dois milhões de toneladas das emissões de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Outras escolhas que contribuem para reduzir as emissões de carbono nos lares e viagens incluem:  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Realizar campanhas para encorajar as companhias aéreas a fornecer milhas para viagens de trem ao invés de milhas aéreas com o objetivo de promover alternativas de transporte menos agressivas ao meio ambiente;&lt;br /&gt;* Acordar com um despertador tradicional ao invés de um eletrônico – isso pode economizar aproximadamente 48 gramas de CO2 por dia.&lt;br /&gt;   * Secar as roupas no varal ao invés de secá-las na secadora – uma redução diária de 2,3 Kg de CO2;&lt;br /&gt;* Trocar os 45 minutos na esteira ergométrica por uma caminhada no parque. Isto economiza aproxidamadamente 1 Kg dos principais gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são algumas das conclusões de dois relatórios lançados pelo PNUMA no Dia Mundial do Meio Ambiente, cujo tema é “Deixe o hábito! Rumo a uma Economia com Baixa Emissão de Carbono”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais celebrações deste evento global serão realizadas na Nova Zelândia, um dos cincos países que se comprometeram a reduzir ao máximo suas emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos relatórios, um tipo de guia para uma vida com baixa emissão de carbono, tem como título “Deixe o Hábito: um Guia das Nações Unidas para a Neutralidade Climática”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro relatório, compilado por especialistas em colaboração com o PNUMA e a Organização Mundial do Turismo (OMT) é entitulado “Mitigação e Adaptação da Mudança Climática no Setor do Turismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório foca nos desafios e oportunidades enfrentados pelas maiores indústrias do mundo, incluindo as relacionadas ao transporte aéreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, o Subsecretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, disse: “As emissões dos gases do efeito estufa pelos meios de transporte continuam a aumentar ao redor do mundo, sendo a aviação uma das principais fontes e a com maior crescimento. Mas ainda há incontáveis oportunidades políticas, administrativas e tecnológicas para mudar esta tendência por meio de escolhas mais inteligentes por governos, indústrias e o público global”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Algumas destas escolhas são grandes – de impostos para encorajar a criação de ‘fazendas de vento’ na costa em oposição à construção de mais usinas movidas a carvão a políticas nacionais que favoreçam formas mais limpas e ambientalmente corretas de mobilidade e formas que promovam a eficiência energética ao invés do consumo de energia”, afirmou Steiner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Outras são pequenas, como pensar em quais utensílios compramos, de maneira viajamos e quais são nossas fontes de energia. Mas se tais ações fossem divulgadas pelo mundo todo e tomadas pelos 6.7 bilhões de pessoas, teríamos o poder para modificar o futuro – o poder para pessoalmente e coletivamente influenciar a economia a “Deixar o hábito”, ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Reduzindo pela metade sua emissão de carbono – pequenas escolhas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guia das Nações Unidas sugere várias pequenas escolhas perfeitamente factíveis, que juntas podem reduzir as emissões das regiões da Ásia, Europa e América do Norte (historicamente, os maiores contribuidores do aquecimento global) de 38 para 14 kg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sugestões, que requerem pouca ou nenhuma mudança nos padrões de conforto, podem também ser relevantes para os países, cidades, setores e pessoas que fazem crescentes emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente metade das emissões individuais de carbono depende de escolhas pessoais, à exemplo da freqüência com a qual dirijimos ou viajamos de avião, e a quantidade de energia utilizada em nossas casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 50% restantes, menos da metade advém indiretamente do consumo no nosso local de trabalho, 10 por cento da manutenção das infraestruturas governamentais e 20 por cento da produção de bens adquiridos pela população, incluindo os produtos alimentícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você começa seu dia com baixa emissão de carbono? Após desligar seu despertador analógico e vestir suas roupas secadas no varal, sem nenhuma emissão de carbono, que tal escovar os dentes e tomar seu café-da-manhã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Considere o seguinte:   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   * Optar por uma escova de dente não-elétrica evitará a emissão de 48g de CO2;&lt;br /&gt;   * Aquecer o pão em uma torradeira ao invés de aquecê-lo no forno, economiza aproximadamente 170g de CO2;&lt;br /&gt;   * Trocar as lâmpadas regulares de 60 Watts por lâmpadas econômicas produzirá quatro vezes menos gases do efeito estufa;&lt;br /&gt;   * Usar o transporte público ao invés do carro para ir ao trabalho em um trecho de 8km economiza 1.7 Kg de CO2 diariamente&lt;br /&gt;* Desligar seu computador e o monitor durante o almoço e depois do horário de trabalho reduzirá as emissões de CO2 geradas por esses aparelhos em um terço;&lt;br /&gt;* Investir em um chuveiro econômico não somente economiza 10 litros de água por minuto, mas reduzirá drasticamente as emissões de CO2 pela metade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Uma Economia Verde tem Sentido Econômico &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto você está no trabalho, qual a quantidade de energia economizada em sua casa? O aquecimento, ar condicionado, iluminação e a utilização de eletrodomésticos demandam mais de 10 por cento da oferta global de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, as construções são responsáveis por aproximadamente 30 por cento das emissões de gases do efeito estufa, de acordo com a Iniciativa do PNUMA sobre Construções Sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, um lar de uma família de classe média em um país como o Reino Unido poderia economizar em torno de duas toneladas de CO2 por ano se fosse aumentada sua eficiência energética por meio, por exemplo, da melhoria dos sistemas de aquecimento e iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente diminuir o termostato. O Guia sugere que diminuir a temperatura em poucos graus em um apartamento de 90m2 economizaria seis por cento na conta de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há a geladeira. Uma geladeira de 150 litros com eficiência máxima (A+++) emite menos de 130g de CO2 do que uma geladeira A-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guia afirma que tanto as familías como as grandes companhias subestimam frequentemente as economias que podem ser alcançadas de maneira simples e fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma pesquisa com pequenas e médias empresas, aproximadamente um quarto das analisadas acreditavam que seus esforços poderiam economizar somente entre um e quatro por cento de energia, enquanto a média real seria 10 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização britânica “Carbon Trust” estima que a adoção de medidores avançados pelas pequenas e médias empresas do Reino Unido resultaria em uma economia anual de 600 milhões de dólares e na potencial redução das emissões de carbono em 12 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Viagens e Transporte – Um desafio crescente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, ter uma “overdose de carbono” pode desfazer um importante trabalho, diz o Guia. Por exemplo, um vôo transatlântico torna uma pessoa responsável pela mesma quantidade de emissão de carbono que um ano dirigindo um carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para passageiros freqüentes — de jatinhos executivos a viajantes – as jornadas aéreas são de longe a maior contribuição para o aquecimento do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em distâncias curtas, as viagens aéreas produzem cerca de três vezes mais CO2 por passageiro do que as viagens de trem. Além disso, a indústria aérea como um todo contabiliza em torno de 2 a 3 por cento das emissões dos gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ônibus podem ser uma opção ainda melhor para os deslocamentos entre as cidades, visto que os serviços de trem contribuem também consideravelmente para as emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, as inovações tecnológicas podem ajudar a melhorar a eficiência do transporte de passageiros e produtos. A Airbus, que fabrica o modelo super-jumbo A380, afirma que este avião usa menos de três litros de combustível por passageiro a cada 100 kilômetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a empresa Air New Zealand planeja desenvolver um avião que utiliza biocombústiveis derivados de algas marinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do PNUMA e da OMT propõe outras formas pelas quais a aviação e o turismo podem contribuir para uma transição em direção a uma economia com baixas emissões de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; Além das reduzões nas bagagens e da concessão de milhas terrestres ao invés de milhas aéreas, os especialistas sugerem outras medidas, que incluem: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   * Encorajar os operadores de turismo a reservar vôos diretos ao invés de itinerários com escala ou conexão.&lt;br /&gt;* Estimular as companhias aéreas a estimular seus passageiros a aumentar o índice de utilização das milhas aéreas em 80 por cento – atualmente este índice na União Européia é de 65 por cento.&lt;br /&gt;* Um aumento no preço das passagens para viagens executivas, de maneira que reflita o espaço extra utilizado por estes passageiros e que poderia ser usado por mais passageiros em vôos climaticamente mais viáveis.&lt;br /&gt;* Medidas para reduzir a idade da frota aérea. Na Suécia, o tempo de uso médio de um avião é de dez anos, enquanto nos Estados Unidos um terço da frota tem mais de 25 anos. As companhias aéreas modernas podem reduzir a sua emissão por passageiro por km em mais de 30 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas companhias aéreas já colaboram com companhias ferroviárias para a utilização das milhas, incluindo a Continental Airlines com a companhia ferroviária americana Amtrack e Air France com a Tgvair, uma subsidiária da companhia francesa TGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Tornando a neutralidade climática uma realidade &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guia das Nações Unidas destaca como várias companhias, cidades, organizações até países estão tomando decisões e estratégias para atingir economias, comunidades e negócios com zero emissão de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande acordo para esta transição para uma Economia Verde está sendo federado e autorizado sob a bandeira da Climate Neutral Network (CN Net) do PNUMA, lançada em Fevereiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Zelândia, um dos participantes fundadores da CN Net e anfitrião do Dia Mundial do Meio Ambiente neste ano, pretende alcançar o patamar de 90% de sua produção energética em fontes renováveis até 2025 e reduzir à metade as emissões per capita dos meios de transporte até 2040, usando carros elétricos e biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país também está desbravando meios de reduzir emissões do gado em uma economia na qual metade dos gases estufa vêm da agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, muitas companhias e organizações da Nova Zelândia terão seguido o exemplo do governo, aderindo à CN Net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meridian Energy, Christchurch International Airport, o popular site de comércio eletrônico Trade Me, a Neo-Zealand Wine Company, Warren and Mahoney Arquitetos e a organização sem fins lucrativos Landcare Research, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de neutralidade climática (CN, em inglês) também está se espalhando pelo mundo. A CN Net inclui participantes de todo o mundo em desenvolvimento, como a cidade de Rizhao, na China, movida a energia solar, e toda a nação Centro-Americana da Costa Rica, que tem se esforçado para alcançar a neutralidade climática a tempo para suas comemorações de 200 anos de independência em 2021.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, grupos tão diversificados quanto o clube de futebol britânico Ipswich Town ou o gigante banco Suíço Credit Suisse agora estão procurando reduzir suas emissões de gases estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clube de futebol, por exemplo, calculou que sua produção era de 3.200 toneladas de CO2 a cada temporada. Pedindo os patrocinadores que fizessem compromissos de economia de energia, neutralizou com sucesso essa emissão. O Credit Suisse, por sua vez, tem feito uma mudança gradual para fontes energéticas renováveis para reduzir três quartos do total de emissões vindos do uso de energia nos seus escritórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está claro que estamos vendo uma Economia Verde emergindo através de comunidades e países em todo o mundo. A ciência conduz esta transição, moderando os impactos da mudança climática se não atuarmos. Mas também há abundantes oportunidades econômicas caso as economias se tornem mais eficientes no uso de recursos. Companhias e consumidores estão demandando e agindo para mudança e alguns países começam a suprir isto.”, disse Steiner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora é tarefa dos governos intensificarem suas ações e garantir que uma Economia Verde se torne global, um fenômeno duradouro. Tal nível de ambição será posto a prova em apenas 18 meses quando as nações terão que acordar em um novo e já concebido tratado na convenção de mudanças climáticas em Copenhagen no final de 2009”, disse Steiner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Dia Mundial do Meio Ambiente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado cada ano no dia 5 de Junho, é um dos principais veículos por que as Nações Unidas agem para estímulo da consciência mundial, da ação e atenção política na questão ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O slogan do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2008 é Deixe o Hábito! Rumo a uma Economia com Baixa Emissão de Carbono. Reconhecendo que a mudança climática está se tornando a questão definidora de nossa era, o PNUMA está pedindo países, companhias e comunidades para focarem-se nas emissões de gases estufa, afim de reduzí-las. O Dia Mundial do Meio Ambiente vai destacar recursos e iniciativas que promovem economias e estilos de vida de baixa emissão de carbono, como, por exemplo, o aumento da eficiência energética, fontes alternativas de energia, conservação florestal e consumo ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comemorações principais do Dia Mundial do Meio Ambiente acontecerão na Nova Zelândia. O PNUMA está honrado em ter a cidade de Wellington como sede do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda do dia é dar uma face humana para questões ambientais; dar poder às pessoas para que se tornem agentes ativos do desenvolvimento sustentável e equitativo; promover a compreensão de que as comunidades são fundamentais na mudança de atitudes; encorajar parcerias, o que irá garantir que todas as nações e povos usufruam de um futuro mais seguro e próspero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DMMA 2008 online: &lt;a href="http://www.unep.org/wed/2008/english/" target="_blank"&gt;http://www.unep.org/wed/2008/english/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro ‘Deixe o Hábito’:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para pedir o livro ‘Deixe o Hábito: Um Guia da ONU para a Neutralidade Climática’, acesse &lt;a href="http://www.earthprint.com/" target="_blank"&gt;http://www.earthprint.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório Mudança Climática e Turismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório ‘Adaptação e Mitigação das Mudanças Climáticas no Setor Turístico’ pode ser encontrado em &lt;a href="http://www.unep.fr/scp/publications/pdf/DTIx1047xPA-ClimateChange.pdf" target="_blank"&gt;http://www.unep.fr/scp/publications/pdf/DTIx1047xPA-ClimateChange.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citações de alguns dos participantes da New Climate Neutral Network (CN Net):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Footprint Adventures (&lt;a href="http://www.footprintadventures.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.footprintadventures.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os Footprint Adventures ingressaram no Carbon Neutral Network (CN Net) para demonstrar seu apoio à redução de emissões. A rede dá a empresas oportunidade de mostrar suas estratégias para a redução das emissões. Como empresários, precisamos ser responsáveis nesta questão. Há uma crescente preocupação com o impacto das emissões de carbono nas mudanças climáticas e eu acredito que as pessoas querem ter a chance tomar atitudes, particularmente na busca por prazer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Robert Thomas, Diretor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ICF International (&lt;a href="http://www.icfi.com/" target="_blank"&gt;http://www.icfi.com&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mudança climática é a questão mais relevante no desenvolvimento econômico em nosso tempo. Na ICF, nos comprometemos em fazer nossa parte e estamos tomando ações internas para reduzir as emissões e compensando o restante para neutralizarmos nossa produção de carbono. Damos as boas-vindas aos esforços internacionais para guiar companhias a um futuro com menos carbono.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Sudhakar Kesavan, Presidente e Diretor Geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kaimira Ventures (&lt;a href="http://www.kaimirawines.com/" target="_blank"&gt;http://www.kaimirawines.com&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As Mudanças Climáticas são uma ameaça para todos nós. Precisamos cooperar globalmente para encontrar soluções significantes. Participar na rede de carbono neutro dá à Kaimira Ventures a oportunidade de aprender com a experiência de organizações e indivíduos com preocupações similares e de compartilhar nossos esforços e experiências através de uma rede que está se tornando rapidamente uma fonte vital de conhecimento para pessoas e organizações mundo afora.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Ian Miller, Diretor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Landcare Research (&lt;a href="http://www.landcareresearch.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.landcareresearch.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Da pesquisa inovadora em ‘troca de carbono’ ao desenvolvimento de críveis e efetivas ferramenta para negócios, a Landcare Research lidera os esforços endereçados às mudanças climáticas. Este grande desafio global demanda uma resposta coordenada internacionalmente, e as Nações Unidas, com a Climate Neutral Network, criou uma plataforma efetiva para controlar a mudança que confortavelmente complementa e apóia outras iniciativas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Dr Warren Parker, Executivo Chefe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meridian Energy (&lt;a href="http://www.meridianenergy.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.meridianenergy.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentabilidade é simplesmente nossa abordagem de negócio. Perguntamos como e por que podemos assegurar o melhor retorno da perspectiva social, ambiental e econômica. Estamos orgulhosos de onde chegamos nesta jornada, e estamos nos esforçando para fazer mais. Para ajudar outros a seguir o mesmo caminho, estamos prontos para compartilhar nosso conhecimento. Entrar para a Climate Neutral Network é um caminho de compartilhar nossas experiências, assim como aprender com demais iniciativas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Tim Lusk, Executivo Chefe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quakebake (&lt;a href="http://www.quakebake.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.quakebake.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando o assunto é mudança climática, temos que contar com todo mundo, senão não se pode mudar nada. Mudança climática significa para o mundo um enorme desafio que ameaça nosso padrão de vida atual. O slogan ‘Deixe o Hábito’ (o hábito do ‘carbono’) junta em três palavras tudo o que precisa ser dito – é um hábito e somos todos convocados a fazer algo a respeito. E aí é que está a motivação da Quakebake para entrar na CN Net, se tornar ativo e se juntar a outros em uma escala mundial nas discussões e ações locais. A Quakebake espera que a CN Net consolide a colaboração de todos os tipos de grupos e interesses dentro a CN Net, independentemente do tamanho, importância, habilidade e recursos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Robert Haas, CEO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trade Me (&lt;a href="http://www.trademe.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.trademe.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É dado que o meio ambiente é importante. Com nossos 1.9 milhões de membros comprando e vendendo mais de 6 milhões de itens usados no Trade Me a cada ano, evitar o despedício é também uma parte central em nossos negócios. Também somos conscientes de que nossos negócios deixam suas pegadas no meio ambiente. É por isso que nos tornamos ‘carbono-neutros’ no início deste ano, porque estamos procurando novos meios de melhorar nossa eficiência energética. Escolhemos entrar na Climate Neutral Network, para compartilhar nossas experiências, aprender mais e encorajar outros a tomarem um caminho semelhante.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Jon Macdonald, CEO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urgent Couriers (&lt;a href="http://www.urgent.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.urgent.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para a Urgent Couriers, esta é uma oportunidade para inspirar, e ser inspirada, por outros negócios aqui [na Nova Zelândia] e por todo o mundo. Nós acreditamos completamente no impacto do nosso carbono e estamos agindo e reduzindo nosso perfil de emissões enquanto nosso negócio cresce. Apoiar a CN Net constrói uma forte conexão global com nossas ações locais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Steve Bonnici, Diretor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Warren and Mahoney (&lt;a href="http://www.warrenandmahoney.co.nz/" target="_blank"&gt;http://www.warrenandmahoney.co.nz&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O caminho para a verdadeira sustentabilidade é uma jornada ao desconhecido e um dos mais excitantes desafios de nosso tempo. O design e o futuro do design é o nosso negócio e nós vemos o design sustentável não somente como uma responsabilidade moral e ética mas também um fator essencial para a viabilidade futura do nosso negócio. Nos tornar ‘carbono-zero’ é um passo necessário para seguirmos o caminho em que acreditamos e participando da CN Network podemos compartilhar nossas idéias de práticas melhores em uma plataforma global.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;—Graeme Finlay, Diretor Executivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Envolverde/PNUMA"&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-5176703964018054763?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/5176703964018054763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=5176703964018054763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/5176703964018054763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/5176703964018054763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/06/deixe-o-hbito-mudana-pode-ser-mais-fcil.html' title='Deixe o hábito, a mudança pode ser mais fácil do que você imagina'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7897615586049311900</id><published>2008-05-29T09:36:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T09:44:26.311-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Faça acontecer</title><content type='html'>&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/imagem/cartilha_bota_fora_abre325x167.jpg" height="166" width="321" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;                                                    &lt;div class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                 &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                  &lt;!-- texto --&gt;    &lt;br /&gt;                &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;h1&gt;FAÇA ACONTECER&lt;/h1&gt;       &lt;h2&gt;A cartilha do bota-fora&lt;/h2&gt;       &lt;h3&gt;Como jogar fora os produtos que podem poluir o planeta, sem agredir o meio-ambiente?&lt;/h3&gt;       &lt;p class="f10"&gt;Por Priscilla Santos&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Vida Simples - 10/2007&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Deixe-me adivinhar: agora que você leu a matéria sobre embalagens e aprendeu que reciclar os invólucros que protegem suas compras pode ser uma boa saída para preservar o meio ambiente, deve estar se perguntando: e o que faço com aqueles produtos danados que, além de terem consumido água e energia elétrica na fabricação, ainda contêm componentes tóxicos que podem contaminar os rios e o solo e fazer mal à beça à saúde? &lt;strong&gt;&lt;a href="javascript:pop_pop1()"&gt;Eis aqui alguns caminhos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A resposta definitiva só virá junto com a aprovação de um programa nacional de manejo de resíduos sólidos que vem sendo discutido anos a fio no governo. Enquanto ninguém dá o xeque-mate, nós, cidadãos, bem que podemos mexer nossos pauzinhos. São atitudes que até podem dar um pouco de trabalho, mas valem a recompensa: colaborar, de mais uma forma, para diminuir nosso impacto sobre o planeta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA INTERNET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheça instituições para onde você pode encaminhar eletroeletrônicos, pilhas e óleo de cozinha e empresas que reciclam lâmpadas fluorescentes e veja o calendário de coleta domiciliar de lixo tóxico em Curitiba. Acesse: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/"&gt;www.revistavidasimples.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;LEIA TAMBÉM:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/conteudo_254103.shtml" target="_self"&gt;Embalado para o futuro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A cartilha do bota-fora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como jogar fora os produtos que podem poluir o planeta, sem agredir o meio-ambiente?&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="display: none; text-align: justify;" id="sPag1BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt; Deixe-me adivinhar: agora que você leu a matéria sobre embalagens e aprendeu que reciclar os invólucros que protegem suas compras pode ser uma boa saída para preservar o meio ambiente, deve estar se perguntando: e o que faço com aqueles produtos danados que, além de terem consumido água e energia elétrica na fabricação, ainda contêm componentes tóxicos que podem contaminar os rios e o solo e fazer mal à beça à saúde? &lt;strong&gt;&lt;a href="javascript:pop_pop1()"&gt;Eis aqui alguns caminhos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;p&gt;A resposta definitiva só virá junto com a aprovação de um programa nacional de manejo de resíduos sólidos que vem sendo discutido anos a fio no governo. Enquanto ninguém dá o xeque-mate, nós, cidadãos, bem que podemos mexer nossos pauzinhos. São atitudes que até podem dar um pouco de trabalho, mas valem a recompensa: colaborar, de mais uma forma, para diminuir nosso impacto sobre o planeta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NA INTERNET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheça instituições para onde você pode encaminhar eletroeletrônicos, pilhas e óleo de cozinha e empresas que reciclam lâmpadas fluorescentes e veja o calendário de coleta domiciliar de lixo tóxico em Curitiba. Acesse: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/"&gt;www.revistavidasimples.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;LEIA TAMBÉM:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/conteudo_254103.shtml" target="_self"&gt;Embalado para o futuro&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        Deixe-me adivinhar: agora que você leu a matéria sobre embalagens e aprendeu que reciclar os invólucros que protegem suas compras pode ser uma boa saída para preservar o meio ambiente, deve estar se perguntando: e o que faço com aqueles produtos danados que, além de terem consumido água e energia elétrica na fabricação, ainda contêm componentes tóxicos que podem contaminar os rios e o solo e fazer mal à beça à saúde? &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A resposta definitiva só virá junto com a aprovação de um programa nacional de manejo de resíduos sólidos que vem sendo discutido anos a fio no governo. Enquanto ninguém dá o xeque-mate, nós, cidadãos, bem que podemos mexer nossos pauzinhos. São atitudes que até podem dar um pouco de trabalho, mas valem a recompensa: colaborar, de mais uma forma, para diminuir nosso impacto sobre o planeta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;NA INTERNET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheça instituições para onde você pode encaminhar eletroeletrônicos, pilhas e óleo de cozinha e empresas que reciclam lâmpadas fluorescentes."&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Planeta sustentável&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/"&gt;Por Priscilla Santos&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Vida Simples - 10/2007&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7897615586049311900?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7897615586049311900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7897615586049311900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7897615586049311900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7897615586049311900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/05/faa-acontecer.html' title='Faça acontecer'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8962102265921274565</id><published>2008-05-21T05:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-21T05:57:40.311-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Como reduzir o lixo doméstico?</title><content type='html'>"&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;A dica mais óbvia é consumir menos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt;        [img1] &lt;p&gt;Ao comprar apenas o que é necessário, deixando de lado aquisições supérfl uas, estamos naturalmente reduzindo nossos descartes. Por isso, antes de comprar qualquer coisa, pergunte-se: "Preciso mesmo disso?". Preparar alguns tipos de alimentos em casa (como bolos, tortas, sanduíches) em lugar de comprá-los prontos na padaria ou no supermercado também ajuda, pois diminui o consumo de embalagens. No tópico reúso, vale a máxima: antes de jogar fora algo que quebrou, rasgou ou ficou danificado e comprar um novo, tente consertar. Isso vale para roupas, sapatos, eletrodomésticos etc. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quem tem crianças por perto pode fazer brinquedos artesanais com caixas de ovos, rolos de papel higiênico, tampinhas plásticas e caixas de leite longa vida. A maioria das escolas também recebe esses materiais para suas oficinas de arte. Por fim, prefira produtos recicláveis e de maior durabilidade, como pilhas recarregáveis no lugar das comuns.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um bom incentivo é o caso de uma família americana de classe média que se lançou um desafio: não gerar nada ou quase nada de lixo ao longo de 2008. Adotou atitudes simples baseadas nos três "Rs" (reduzir, reutilizar e reciclar) e, até agora, já viu seu lixo minguar de 70 para 12 quilos mensais. Acompanhe a experiência em &lt;a href="http://www.thewastediet.com/"&gt;&lt;strong target="_blank"&gt;www.thewastediet.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;               &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 200px;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/reduzir_lixo_domestico_meio200x301.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao comprar apenas o que é necessário, deixando de lado aquisições supérfluas, estamos naturalmente reduzindo nossos descartes. Por isso, antes de comprar qualquer coisa, pergunte-se: "Preciso mesmo disso?". Preparar alguns tipos de alimentos em casa (como bolos, tortas, sanduíches) em lugar de comprá-los prontos na padaria ou no supermercado também ajuda, pois diminui o consumo de embalagens. No tópico reúso, vale a máxima: antes de jogar fora algo que quebrou, rasgou ou ficou danificado e comprar um novo, tente consertar. Isso vale para roupas, sapatos, eletrodomésticos etc. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quem tem crianças por perto pode fazer brinquedos artesanais com caixas de ovos, rolos de papel higiênico, tampinhas plásticas e caixas de leite longa vida. A maioria das escolas também recebe esses materiais para suas oficinas de arte. Por fim, prefira produtos recicláveis e de maior durabilidade, como pilhas recarregáveis no lugar das comuns.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um bom incentivo é o caso de uma família americana de classe média que se lançou um desafio: não gerar nada ou quase nada de lixo ao longo de 2008. Adotou atitudes simples baseadas nos três "Rs" (reduzir, reutilizar e reciclar) e, até agora, já viu seu lixo minguar de 70 para 12 quilos mensais. Acompanhe a experiência em &lt;a href="http://www.thewastediet.com/"&gt;&lt;strong target="_blank"&gt;www.thewastediet.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;."&lt;/p&gt;Por Yuri Vasconcelos&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Vida Simples - 05/2008&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8962102265921274565?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8962102265921274565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8962102265921274565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8962102265921274565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8962102265921274565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/05/como-reduzir-o-lixo-domstico.html' title='Como reduzir o lixo doméstico?'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8246874579650548009</id><published>2008-05-16T10:23:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T10:33:26.882-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Projeto Quadra Sustentável é notícia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O site da Frente Parlamentar Ambientalista divulga o projeto "Quadra Sustentável" como exemplo de iniciativa a ser seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira  no endereço http://frenteambientalista.com&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8246874579650548009?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8246874579650548009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8246874579650548009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8246874579650548009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8246874579650548009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/05/projeto-quadra-sustentvel-notcia.html' title='Projeto Quadra Sustentável é notícia'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8834664729652685903</id><published>2008-05-08T14:37:00.000-07:00</published><updated>2008-05-08T14:44:45.181-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Será que isso vai para a reciclagem?</title><content type='html'>&lt;span class="titulo"&gt;&lt;/span&gt;                  &lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;a href="javascript:img(46638,'fotos/46638.gif',261,223)" onmouseover="cursor(this,true)" onmouseout="cursor(this,false)"&gt;&lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/46638.gif" class="foto" align="right" border="0" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;"Materiais que devem ser encaminhados para reciclagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Embalagens de vidro, garrafas, copos e vidro de janela.&lt;br /&gt;* Cacos de qualquer embalagem de vidro podem ser enviados para reciclagem, mas devem ser protegidos e limpos. “Todo vidro deve estar identificado e ser colocado em caixa de papelão ou embrulhado em jornal, para evitar que alguém se machuque”, ensina Ferreira.&lt;br /&gt;* Jornais, revistas, folhas de caderno, formulários de computador, caixas de papel e papelão em geral, aparas de papel, fotocópias, envelopes, folhas sulfite usadas (dos dois lados) e cartazes velhos.&lt;br /&gt;  * Latas de folha de flandres (como lata de óleo, salsicha, leite em pó).&lt;br /&gt;  * Latas de alumínio (refrigerante, cerveja)&lt;br /&gt;  * Aço (talheres, armações de óculos)&lt;br /&gt;  * Embalagem marmitex (limpas)&lt;br /&gt;  * Chapas de metal&lt;br /&gt;  * Papel alumínio limpo (sem resíduos orgânicos, como restos de comida.&lt;br /&gt;  * Materiais feitos em PVC rígido (canos, p.ex.)&lt;br /&gt;  * Copos, pratos, potes e embalagens plásticas (como as de detergente, shampoo etc.)&lt;br /&gt;  * Tampas plásticas&lt;br /&gt;  * Sacos (de leite, arroz etc.)&lt;br /&gt;  * Embalagem PET de refrigerante&lt;br /&gt;  * CD  e DVD são considerados plástico misto, e podem ser enviados para reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sacolinhas plásticas e o plástico filme, desde que limpos, ainda que “o mercado para esse tipo de material (seja) bem fraco, dificultando o escoamento desse material para a reciclagem”, explica Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tubos de pasta de dente, assim como outras embalagens de produtos de higiene e beleza. “Use até o final, o máximo que puder e então envie para reciclagem”, diz Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Canetas esferográficas, separe a parte de fora, a “capinha”, feita de plástico e envie para reciclagem. A carga deve ser jogada no lixo comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Pedaços de materiais ou produtos de pequena dimensão (de plástico, papel, etc. ou os de metal, como grampos, pregos, por exemplo), que, como são pequenos devem ser juntados em potes para depois enviá-los para reciclagem – de preferência separando por tipo de material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Quanto às pilhas, a educadora Patrícia aponta que é preciso repensar a legislação, pois mesmo as produzidas de modo oficial no país e que pela lei atual podem ser jogadas no lixo comum, têm pequenas quantidades de metais pesados. Ao longo de muitos anos, essas pequenas quantidades também se acumulam na natureza e podem se transformar em um grande problema ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Uma dica para o consumidor é repensar se realmente precisa utilizar aparelhos a pilhas. Nos casos indispensáveis, deve-se optar por pilhas recarregáveis. É fundamental enviar as pilhas usadas sempre para reciclagem, mesmo que a legislação não obrigue a isso no Brasil. “Nos países da União Européia inclusive as pilhas comuns não podem ser jogadas no lixo comum, mas devem obrigatoriamente ser enviadas para reciclagem”, conta Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As lâmpadas fluorescentes, da mesma maneira, segundo a legislação brasileira podem ser jogadas no lixo comum, embora contenham mercúrio na forma de vapor, um resíduo perigoso que, no momento em que a lâmpada quebra pode ser liberado para o ar e prejudicar o meio ambiente e a saúde humana. “Muitas empresas e universidades pagam para outras empresas promoverem a descontaminação. Nós , da USP, fazemos isso. Só aqui no campus da USP de São Carlos são encaminhadas para reciclagem 5 mil lâmpadas por ano”, explica Patrícia O ideal, explica a educadora, seria que os fabricantes de lâmpadas ficassem responsáveis pela sua destinação adequada (descontaminação e reciclagem), já que o descarte desses materiais pode ocasionar contaminação ambiental, assim como acontece com as pilhas. Mas preste atenção, apenas as lâmpadas fluorescentes são recicláveis e não as mais comuns (incandescentes), que não são recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Fitas cassete e disquetes têm sua parte exterior feita de plástico, que é reciclável. Mas a fita magnética, interna, ao contrário, não é. Se for possível separá-los e encaminhar o exterior para reciclagem, deve-se fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Materiais que &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;NÃO DEVEM&lt;/span&gt; ser encaminhados para a reciclagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Embalagens metalizadas, como as de salgadinho e biscoitos&lt;br /&gt;  * Etiquetas adesivas&lt;br /&gt;  * Fita crepe e fita adesiva&lt;br /&gt;  * Papel higiênico&lt;br /&gt;  * Papéis plastificados (geralmente de embalagens)&lt;br /&gt;  * Papel de fax&lt;br /&gt;  * Guardanapos de papel e lenços de papel sujos (com restos orgânicos, por exemplo, de comida).&lt;br /&gt;  * Fraldas descartáveis&lt;br /&gt;  * Celofane&lt;br /&gt;  * Fotografias&lt;br /&gt;  * Lã ou esponjas de aço&lt;br /&gt;  * Canos velhos&lt;br /&gt;  *  Espelhos e vidros planos (como os de automóvel ou box)&lt;br /&gt;  * Porcelana (pratos, travessas, xícaras)&lt;br /&gt;  * Tubos de imagem de TV&lt;br /&gt;  * Lâmpadas comuns (incandescentes)&lt;br /&gt;  * Materiais de cerâmica&lt;br /&gt;  * Cabos de panela.&lt;br /&gt;  * Espuma&lt;br /&gt;  * Esponja de cozinha&lt;br /&gt;* Isopor: apesar de existir tecnologia para sua reciclagem, na grande maioria das vezes, ela não acontece. O melhor, por isso, é evitar comprar produtos embalados em isopor, assim como em outras embalagens não recicláveis ou de difícil reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * A madeira é um material orgânico, mas que não pode ser reciclado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coleta seletiva, que envolve a separação e envio dos recicláveis para reaproveitamento industrial, é a primeira parte de um processo complexo. Patrícia explica que a reciclabilidade dos materiais depende tanto da existência de tecnologia, que permita transformar e reutilizar os materiais coletados, quanto de indústrias dispostas a usarem esse material. Portanto, um determinado material, apesar de ser reciclável, pode não ser reciclado por falta de uma empresa que o utilize. A Pesquisadora recomenda que o consumidor que tiver a oportunidade cheque quais os materiais são reciclados em sua região e continue incentivando a coleta seletiva, para que cada vez mais materiais possam ser efetivamente reciclados em sua cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* No caso das embalagens Longa Vida (como as de leite, suco, tomate) o consumidor que deseja saber se em sua região já existe quem colete ou comercialize este tipo de material, pode acessar o endereço www.rotadareciclagem.com.br. O site foi criado pela Tetra Pak e trás informações sobre a sua reciclagem em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Eletroeletrônicos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * O perigo dos eletroeletrônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Greenpeace, o lixo eletrônico produzido no mundo em um ano encheria um vagão de carga de um trem capaz de dar uma volta completa no mundo. São 50 milhões de toneladas de lixo eletroeletrônico produzidos a cada ano pela humanidade, composto por computadores, celulares, eletroeletrônicos e eletrodomésticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na União Européia já existe legislação específica para resíduos eletro eletrônicos que garante que esses materiais terão uma destinação ambientalmente correta. No Brasil, não. Essa legislação européia diz que o consumidor que quiser descartar estes produtos é obrigado a dispô-los em locais específicos que encaminharão o material coletado para destinação correta sem custo adicional para o consumidor”, explica Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Uma saída para diminuir a quantidade gerada desses perigosos resíduos é utilizar os produtos até o final da sua vida útil e só trocá-los quando for realmente necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Se o aparelho a ser descartado ainda estiver em bom estado, outra possibilidade é doá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* É importante lembrar que maioria dos eletroeletrônicos possui em sua composição metais pesados, como chumbo, cádmio e mercúrio, entre outros, que se manuseados ou dispostos de maneira inadequada oferecem riscos à saúde humana e ao meio ambiente, com perigo de contaminar o ar, o solo e as águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* No Brasil, algumas empresas já aceitam receber de volta os equipamentos usados produzidos por ela. Por isso, antes de jogar qualquer aparelho no lixo, informe-se junto ao respectivo fabricante se ele recebe o produto de volta. E caso não receba, não perca a ocasião de sugerir que o faça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt; Orientações em geral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Todo material que esteve em contato com alimentos ou outros produtos orgânicos deve ser lavado e seco antes de ser separado. Com isso não haverá contaminação dos demais materiais, dificultando seu envio para reciclagem. “O material limpo evita o mau cheiro do lixo e não atrai animais, como ratos e baratas, por exemplo”, explica Ferreira. Claro que existe um gasto de água, mas estima-se que este seja ainda maior para fabricar um produto novo. E a limpeza a ser feita é apenas para tirar o material orgânico e não para “deixar o material brilhando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Usar copos e pratos duráveis ao invés dos descartáveis. Estima-se que se gasta mais água para reciclar ou fabricar um produto descartável do que para lavar um durável. O ideal no caso do copo de água, por exemplo, é optar por um durável e lavá-lo apenas à noite, na sua casa, ou no final do expediente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para diminuir o volume de lixo doméstico, antes de encaminhar para coleta seletiva, amasse as latas de alumínio e, no caso de garrafas Pet, tire a tampa e “enrole” a garrafa, fechando-a em seguida novamente. E corte embalagens longa vida, dobrando os lados destacados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Na hora de escolher a forma de separar o lixo, seja em uma única lata de lixo para recicláveis, ou dividindo os diversos materiais recicláveis em diversas latas de lixo, o importante é conhecer antecipadamente o programa de coleta seletiva da sua região. A escolha deve ser aquela que se adeque melhor a este programa e facilite o trabalho de coleta, triagem e envio dos materiais para reciclagem. “Cada consumidor deve analisar como é feita a coleta seletiva em sua região e sabendo para quem vai o material, escolher a melhor forma de separá-lo”, diz Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ferreira, da Coopamare, recomenda, como mínimo, que se separe o lixo em pelo menos dois sacos plásticos: um para os restos orgânicos (de preferência da cor preta); e outro para os materiais recicláveis (preferencialmente azul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você achou muito longa ou complexa essa lista de dicas, fique apenas com esta: “Na dúvida sobre um material, envie para reciclagem”, afirma Patrícia, mesmo correndo o risco de uma parte desse material acabar mesmo no lixo comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt; Mãos a obra! Repense, reduza, reutilize e recicle o seu lixo!&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Envolverde/Instituto Akatu&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8834664729652685903?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8834664729652685903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8834664729652685903' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8834664729652685903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8834664729652685903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/05/ser-que-isso-vai-para-reciclagem.html' title='Será que isso vai para a reciclagem?'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7233621031416211055</id><published>2008-05-06T13:49:00.000-07:00</published><updated>2008-05-08T14:35:28.058-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>ECOLOGIA URBANA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diariamente, não nos damos conta que o ambiente urbano faz parte de nossas vidas. Seguimos a vida sem perceber que nossos atos pessoais e coletivos contribuem para a degradação do planeta. A corrida pelo consumo, empreendido diariamente para alcançar mais bens materiais negligenciando a natureza, trará reflexos negativos para toda a sociedade. Leia com atenção o texto a seguir e faça um reflexão sobre o consumo em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apocalipse (Consumista) Now&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="olho"&gt;Só no ano de 2007, a população mundial aumentará em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies serão extintas; 11 milhões de hectares, desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="autor"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Manoel-Neto_"&gt;Manoel Neto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Flavio-Shirahige_"&gt;Flávio Shirahige&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Acorda de manhã. Esfrega os olhos. Toma um banho quente. Olha o relógio e vê que está atrasado para o trabalho. Coloca o pão na torradeira e pega o carro para viajar os 15 quilômetros até o trabalho. Trabalha no ar condicionado, aproveita o horário do almoço para trocar de celular e volta para casa às 6 da tarde, pensando em todos os eletrodomésticos que comprou para a casa nova e os que ainda falta comprar. Televisão, computador, geladeira, freezer, microondas, som, dvd, tevê a cabo, george foreman grill, fogão elétrico... Reconheceu-se nessa descrição? Agora imagine que mais de 1,7 bilhão de pessoas também são capazes de se reconhecer, e a quantidade de mercadorias que elas podem possuir. E mais: esse número tende a crescer assustadoramente, à medida que mais e mais pessoas são incorporadas no mercado consumidor de massas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;No cotidiano, não estamos muito preocupados com os impactos do nosso estilo de vida no planeta. É difícil imaginar que os 45 litros de gasolina que colocamos periodicamente no nosso carro poderão deflagrar uma crise, perante os mais de 5 bilhões de barris de petróleo do campo de Tupi anunciados pela Petrobrás na semana passada. Ou que os 459 kWh consumidos pelos variados eletrodomésticos que cada pessoa no Brasil tem poderão gerar um apagão, diante dos 96,6 milhões de kWh que as usinas hidro e termoelétricas do país são capazes de produzir.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Porém, quando consideramos conjuntamente cada ação do dia-a-dia dos milhões de habitantes no mundo, o impacto é assustador: só no ano de 2007, a população mundial aumentou em 66 milhões de pessoas; 23.282 espécies foram extintas; 11 milhões de hectares foram desmatados; 31 milhões de carros e 72 milhões de computadores produzidos e 26 trilhões de barris de petróleo extraídos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Diante desse quadro, há as muitas alternativas ecologicamente corretas que estão surgindo, mas que infelizmente têm pouco resultado prático. De nada adianta substituir um produto poluente por um menos poluente, se a geração de energia continuar suja, por exemplo. Na verdade é difícil acreditar que seja possível resolver o problema ambiental apenas substituindo bens de consumo ecologicamente insustentável por um consumismo ambientalmente correto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Um mundo desigual também no consumo de energia&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Segundo a Agência Internacional de Energia, a produção de energia primária (como, por exemplo, os combustíveis fosseis, hidroeletricidade, energia nuclear, solar) no mundo foi, em 2005, de 133,37 milhões de GigaWatts hora (GWh), um valor por habitante de 20.735 kWh. Desse total, apenas 11% foi destinado ao consumo final como eletricidade — o que representa um consumo per capita de 2.596 kWh. Ao comparar os dados dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) com a China, cada habitante chinês consome 21,5% da eletricidade gasta nos países que integram aquela organização (1.802 kWh consumidos por habitante na China contra 8.365 kWh nos países da OCDE). Se confrontarmos com o 13.640 kWh per capita dos EUA, esse percentual cai para 13,21%!&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Quando verificamos os dados de emissões, os resultados não são menos impactantes: no ano de 2005, o mundo emitiu 27,136 bilhões de toneladas de CO2, oriundas da queima de combustíveis durante o processo de geração de energia. Ou seja, cada pessoa no mundo foi responsável, em média, pela emissão 4,22 toneladas de CO2 para a atmosfera naquele ano, sendo que o valor por habitante em um país da OCDE é de 11 toneladas e dos EUA, 19,6 toneladas&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Esses dados nos levam a uma simples reflexão: e se cada pessoa no mundo consumisse energia como nos países da OCDE? O calculo é simples: precisaríamos de 53,8 milhões de GWh de eletricidade ou 30,487 bilhões de toneladas de óleo equivalente de energia primária. Só em petróleo, seriam necessários 99 bilhões barris por ano. Em termos de emissão, teríamos 70,88 bilhões de toneladas de CO2 sendo despejadas na atmosfera por ano. Agora imagine se consumíssemos seguindo os 13.640 kWh do padrão do American Way of Life? O planeta agüentaria?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;Estudos indicam que um consumo médio de 4.000 a 6.000 kWh seria capaz de proporcionar um alto índice de IDH, típico dos países mais desenvolvidos. Porém, mesmo que desejássemos estender o padrão de vida desenvolvido ao resto do mundo – no fundo, o verdadeiro sonho de quase todos – ainda assim é difícil não concordar que simplesmente o planeta não suportará. Sem mencionar os impactos econômicos em termos de preços de matérias-primas e derivados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;A questão é complexa e não se trata apenas de desperdício, nem que este possa ser atribuído apenas aos norte-americanos. O fato mesmo é que o modo de vida ocidental baseado numa imensa coleção de mercadorias disponíveis para o consumo — como sinônimo de bem-estar, progresso e sucesso — é socialmente e ambientalmente trágico. Eis porque é cada vez mais premente pensar a questão ecológica tendo como horizonte uma outra sociedade, para além da mercadoria e do consumo."&lt;/p&gt;Fonte: LE MONDE&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7233621031416211055?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7233621031416211055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7233621031416211055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7233621031416211055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7233621031416211055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/05/ecologia-urbana.html' title='ECOLOGIA URBANA'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8386632038312387344</id><published>2008-04-29T08:56:00.000-07:00</published><updated>2008-04-29T09:00:16.931-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Reunião de condomínio: boa ocasião para praticar o consumo consciente</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="documentDescription"&gt;"&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Decisões importantes podem contribuir para a redução de despesas e dos impactos ambientais do consumo nos edifícios&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="newsImageContainer"&gt;     &lt;a href="http://www.akatu.net/central/especiais/2008/reuniao-de-condominio-boa-ocasiao-para-praticar-o-consumo-consciente/image_mini" rel="lightbox" title=":|| (Conrado)"&gt;        &lt;img src="http://www.akatu.net/banco-de-imagens/condominio_080408/image_mini" alt="condominio_080408" title="condominio_080408" class="newsImage" height="169" width="198" /&gt;     &lt;/a&gt;                     &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Muita gente tem verdadeiro horror a reuniões de condomínio. Várias vezes esses encontros são longos, arrastados e, muitas vezes, são ocasião para infrutíferos bate-bocas entre moradores. Mas você já pensou que essa reunião pode representar uma boa oportunidade para se discutir e adotar princípios de consumo consciente?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Basta refletir um pouco para perceber que o consumo de água, energia e gás de dezenas – às vezes centenas – de pessoas que vivem em um edifício acaba por provocar um impacto ambiental considerável. Isso sem mencionar o grande volume de lixo produzido diariamente, que vai emitir gases de efeito estufa ao se decompor e, conseqüentemente, contribuir para o aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Implantar novas formas de utilização e racionalização dos equipamentos e dos espaços comuns de um prédio pode trazer benefícios para toda a coletividade moradora e também colaborar para a redução dos impactos causados por esse grupo de pessoas que, ao agir como consumidores conscientes, pode fazer a sua parte em busca de um mundo mais sustentável do ponto de vista social e ambiental.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Muitos dos novos prédios já estão sendo construídos com cuidados ambientais, mas quando se trata de edifícios já prontos e que não contaram com preocupações ecológicas em seus projetos originais, há muito por fazer. Para Robson Schiabel, gerente da Flags Administradora de Condomínios, a primeira coisa é tentar conquistar a simpatia dos moradores. Isso porque sempre surge uma certa resistência das pessoas em discutir medidas que, num primeiro momento, pode representar custos extras para o condomínio, “mesmo quando apresentados estudos comprovando que aquele valor será compensado no decorrer do tempo por meio da economia de água ou energia elétrica, promovida pela obra”, conclui Robson.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas a adaptação dos edifícios nem sempre implica em grandes gastos, pelo contrário, como você verá abaixo, algumas mudanças, trazem até mesmo novos rendimentos para o condomínio. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Iluminar somente quando for preciso&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em relação à racionalização de energia elétrica, por exemplo, a instalação de sensores de presença, também chamado de “luzes inteligentes”, vai evitar lâmpadas acesas sem necessidade. “O custo desses equipamentos é baixo, e eles conseguem garantir que as luzes só estarão acesas no momento em que efetivamente pessoas estiverem transitando pelas áreas comuns como garagens, corredores e elevadores, explica Robson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essa medida ainda for acompanhada da troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas compactas fluorescentes, também conhecidas como lâmpadas econômicas, trará um custo inicial (em torno de 110 reais por ponto para a instalação dos sensores e a compra das novas lâmpadas, mais caras que as tradicionais), mas que poderá ser revertido num curto espaço de tempo. A economia de energia pode chegar a 15% com os sensores e pode ir de 50% a 80% com as lâmpadas frias, ou seja, “dependendo da freqüência de uso dos espaços, muitas vezes em seis meses esse investimento será pago e a economia continuará revertendo em benefícios para todos”, informa Robson, da Flags. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Elevadores ou moradores inteligentes? Faça a sua escolha.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os elevadores no seu prédio são inteligentes ou nem tanto? Muitas pessoas têm o hábito de chamar todos os elevadores disponíveis, mas caso eles sejas “inteligentes”, só virá aquele que estiver mais próximo do andar onde foi feita a chamada. Porém, se o sistema não for assim tão “esperto”, vale a pena fazer um estudo para adotar um dispositivo que evita esse vai e vem constante dos elevadores.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os custos para a instalação desse dispositivo podem, muitas vezes, ser altos. Se isso inviabilizar a adoção da tecnologia, ainda é possível buscar alternativas. Uma delas é instalar simplesmente um visor que indica em quais andares os elevadores estão parados. Assim, basta orientar o morador para chamar apenas o elevador que estiver mais próximo. Se mesmo esse sistema representar um gasto muito alto, o jeito é apelar para o bom senso dos condôminos e pendurar avisos pedindo que as pessoas acionem apenas um elevador e que usem as escadas quando o deslocamento for curto. Um cálculo da energia elétrica economizada pelo uso menos intenso dos elevadores pode mostrar que o investimento vale a pena, seja o de atenção das pessoas, seja o de equipamentos que podem automatizar a redução no gasto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um outro procedimento que pode ser adotado nos elevadores é o de liberar o comando para ligar o ventilador. Assim, os moradores poderão acionar o ventilador do elevador somente quando for realmente necessário, contribuindo para a redução do gasto de energia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Educar os funcionários&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro caso em que apenas uma mudança de atitude pode resolver, é o da lavagem de calçadas. Se os funcionários do seu prédio têm o péssimo hábito de lavar a calçada com mangueira (muitas vezes por orientação superior), aproveite a reunião de condomínio e peça a suspensão desse procedimento. Lembre aos vizinhos que água tratada custa caro e é paga por todos. Uma limpeza feita com o uso de um balde e a velha e boa vassoura é igualmente eficiente e gasta muitíssimo menos água.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Geração de lixo um problema que vira solução&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A implantação da coleta seletiva pode trazer benefícios à coletividade de um condomínio. Mesmo assim, ainda não é uma atividade presente em larga escala, como informa Ademir Tobias, diretor comercial da 2A Reciclagem. “A prática está em crescimento, mas ainda existem poucas empresas que atendem aos condomínios residenciais pelo fato do material ter um valor baixo”. Mas segundo ele, o grande entrave para o crescimento é a falta da adesão e colaboração das pessoas envolvidas, pois “muitos moradores não separam os materiais dificultando a coleta. Isso desestimula as empresas e até mesmo os catadores”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esse comportamento pode ser modificado com informação. Já existem empresas, como a do Ademir, que fazem o projeto de implantação de coleta seletiva incluindo palestras para os moradores e treinamentos para funcionários. O portal do Akatu (&lt;a href="http://www.akatu.net/"&gt;www.akatu.org.br&lt;/a&gt;) também fornece muitas informações úteis para mobilizar os moradores. Caso haja empenho de todos, o condomínio pode receber uma quantia razoável por mês pela entrega dos materiais recicláveis. “Temos um edifício que recebe cerca de R$ 300,00 por mês com a coleta”, relata Ademir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que essa arrecadação vai depender de diversos fatores que incluem a quantidade e a qualidade do material coletado. Entre os materiais mais valiosos a serem coletados e, posteriormente reciclados estão latinhas de alumínio, panelas de alumínio e papéis brancos&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;tais como folhas de sulfite, cadernos, livros.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O óleo de cozinha usado também pode ser revertido em benefício do condomínio. Em Jundiaí, no interior de São Paulo, um condomínio fez um acordo com uma fábrica que utiliza esse óleo para fabricação de sabão. Foi colocado em uma área comum um latão de 50 litros, no qual todos os moradores despejam o óleo usado. Quando o recipiente fica cheio, a fábrica é chamada, recolhe o líquido e deixa, em troca, 20 litros de produtos de limpeza que são usados nas áreas comuns. O volume de material de limpeza não é suficiente para cobrir toda a necessidade do condomínio, mas representa uma ajuda significativa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Individualização das contas de água: interesses pessoais devem ser deixados de lado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se você gostou das sugestões apresentadas, prepare-se para uma que talvez seja a mais espinhosa de todas, pois ajuda a aliviar o bolso de alguns e pesa no de outros. Trata-se da individualização na cobrança das de água. Em quase todos os edifícios essa cobrança é feita diretamente no boleto mensal de condomínio. Desse modo, alguns apartamentos gastam mais água que outros, mas todos pagam o mesmo valor.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“O consumo coletivo é um convite ao desperdício”, diz Robson, gerente da Flags Administradora, porque ele desestimula aqueles que controlam os gastos, uma vez que não sentem os benefícios na conta, e os que gastam demais, também não percebem o prejuízo. “Infelizmente os condôminos menos conscientes crêem que podem gastar a vontade, pois no final do mês o valor a ser pago será o mesmo” complementa o raciocínio.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A individualização por outro lado traz a informação do consumo de cada apartamento e estimula seus ocupantes a pensar melhor antes de usar água de forma inconseqüente. Elias Mendes Alves, gerente geral da MDM Tecnologia, empresa que implanta a individualização de contas, informa que a economia média no consumo de água, após a mudança, pode chegar a 30%.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um bom exemplo é o de um edifício do bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo. A individualização das contas de água nos 32 apartamentos do condomínio foi implantada em outubro de 2006. A administradora do prédio fez uma análise comparando os resultados de um ano de contas individualizadas, e apurou que a redução chegou a 8%, em média. Em termos de volume de água, essa redução representou 40 mil litros em um ano, o que corresponde a mais de cinco caminhões-pipa do tipo utilizado pelo Corpo de Bombeiros. Isso em apenas um edifício!       &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essas são apenas algumas idéias sobre como é possível reduzir os impactos do consumo de um condomínio, sem prejudicar em nada o conforto dos moradores. Vale a pena tentar. E se as sugestões não forem aceitas imediatamente, não desista. Aos poucos, as pessoas se acostumarão com a possibilidade e, com um pouco de habilidade, será viável adotar, pelo menos, algumas mudanças. Não esqueça: seu consumo transforma o mundo. E o de todos juntos, transforma ainda  mais rapidamente."&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Instituto Akatu&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8386632038312387344?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8386632038312387344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8386632038312387344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8386632038312387344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8386632038312387344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/reunio-de-condomnio-boa-ocasio-para.html' title='Reunião de condomínio: boa ocasião para praticar o consumo consciente'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-8607982759554910255</id><published>2008-04-28T10:21:00.000-07:00</published><updated>2008-04-28T10:27:57.409-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Como reaproveitar a água da chuva em residências?</title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: left;"&gt;"&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Saiba onde e como usar a água que vem de graça dos céus e economize a que vem do encanamento&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify;" id="sPag1"&gt;        &lt;p class="f10"&gt;Por Yuri Vasconcelos - Revista Vida Simples 04/2008&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);" class="f10"&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;É preciso construir um sistema para captação, filtragem e armazenamento da água. A captação é feita com a instalação de um conjunto de calhas no telhado, que direcionam a água para um tanque subterrâneo ou cisterna, onde ela será armazenada. &lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="sPag1BR" style="display: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt; [img1]É preciso construir um sistema para captação, filtragem e armazenamento da água. A captação é feita com a instalação de um conjunto de calhas no telhado, que direcionam a água para um tanque subterrâneo ou cisterna, onde ela será armazenada. &lt;p&gt;Junto a esse reservatório, é necessário instalar um filtro para retirada de impurezas, como folhas e outros detritos, e uma bomba, para levar o líquido a uma caixa d'água elevada separada da caixa de água potável. Embora não seja própria para beber, tomar banho ou cozinhar, a água de chuva tem múltiplos usos numa residência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre eles, a rega de canteiros e jardins, limpeza de pisos, calçadas e playground e lavagem de carros (gastos que representam cerca de 50% do consumo de água nas cidades), além de descarga de banheiros e lavagem de roupas. Para isso, no entanto, é preciso alterar as tubulações já existentes e construir um sistema paralelo ao da água potável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Algumas empresas, como a catarinense BellaCalha (&lt;a href="http://www.acquasave.com.br/"&gt;www.acquasave.com.br&lt;/a&gt;), oferecem sistemas completos de aproveitamento de água de chuva. Eles podem ser instalados em casas e prédios já construídos ou ainda em obras. Nos edifícios prontos, o reaproveitamento será para as áreas comuns, já que o custo de criar uma rede paralela de água em cada apartamento torna a empreitada inviável.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Junto a esse reservatório, é necessário instalar um filtro para retirada de impurezas, como folhas e outros detritos, e uma bomba, para levar o líquido a uma caixa d'água elevada separada da caixa de água potável. Embora não seja própria para beber, tomar banho ou cozinhar, a água de chuva tem múltiplos usos numa residência.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre eles, a rega de canteiros e jardins, limpeza de pisos, calçadas e playground e lavagem de carros (gastos que representam cerca de 50% do consumo de água nas cidades), além de descarga de banheiros e lavagem de roupas. Para isso, no entanto, é preciso alterar as tubulações já existentes e construir um sistema paralelo ao da água potável.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Algumas empresas, como a catarinense BellaCalha &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;" href="http://www.acquasave.com.br/"&gt;www.acquasave.com.br&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;)&lt;/span&gt;, oferecem sistemas completos de aproveitamento de água de chuva. Eles podem ser instalados em casas e prédios já construídos ou ainda em obras. Nos edifícios prontos, o reaproveitamento será para as áreas comuns, já que o custo de criar uma rede paralela de água em cada apartamento torna a empreitada inviável."&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Planeta Sustentável&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-8607982759554910255?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/8607982759554910255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=8607982759554910255' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8607982759554910255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/8607982759554910255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/como-reaproveitar-gua-da-chuva-em.html' title='Como reaproveitar a água da chuva em residências?'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-717516803763523028</id><published>2008-04-28T06:41:00.000-07:00</published><updated>2008-04-28T10:27:17.062-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>O planeta em estado febril</title><content type='html'>&lt;h2  style="text-align: left; font-weight: normal;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Ondas de calor, secas prolongadas, chuvas torrenciais, furacões devastadores. Em meio a alterações climáticas causadas pelo já famoso aquecimento global, a previsão é de que a sua saúde estará sujeita a mais instabilidades&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div  style="display: block; text-align: justify;font-family:verdana;" id="sPag1"&gt;        &lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por Cida de Oliveira&lt;strong style="color: rgb(0, 0, 0);" class="ativo"&gt;&lt;a href="http://saude.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div id="content_hidden" style="display: none; text-align: justify;"&gt; Dois anos antes de o furacão Katrina devastar a cidade de Nova Orleans, no sul dos Estados Unidos, fortíssimas ondas de calor na Europa provocaram complicações cardiovasculares e respiratórias em grande parte da população, matando mais de 30 mil pessoas. Esses eventos, para citar apenas duas das maiores calamidades dos últimos tempos, vieram colocar mais lenha na fogueira das previsões sobre a saúde do planeta e de seus habitantes no médio e no longo prazo.  &lt;p&gt;Para muitos especialistas, o desmatamento e o despejo diário de toneladas de gás carbônico na atmosfera estão por trás de catástrofes assim. Os mais céticos, no entanto, alegam que ainda é cedo para atribuí-las cem por cento à ação do homem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O consenso é que furacões dependem de águas oceânicas mais quentes. Ora, nos últimos 35 anos, a temperatura do globo subiu 0,5 °C e dobrou o número de furacões que castigam a Terra. Coincidência ou não, o fato é que a saúde humana também sofre — e como! — quando o termômetro vai às alturas. "Aumentam os casos de derrame e proliferam os insetos  transmissores de dengue, febre amarela, malária, cólera e leishmaniose", enumera Ulisses Confalonieri, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma questão que põe cientistas em lados opostos é o elo entre o aquecimento global e o aumento dos rombos na camada de ozônio, aquela que protege a Terra dos efeitos nocivos dos raios ultravioleta. Maria Luisa Höfling-Lima, professora de oftalmologia da Unifesp, ressalta que, no caso da nossa saúde, ainda não há estudos que indiquem relação de causa e efeito desses problemas ambientais com os que acometem os olhos. "Mas evidências apontam para um maior número de casos de catarata e degeneração na retina por causa da exposição crescente à luz azul e à radiação ultravioleta", diz. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já a pele indiscutivelmente sofre com as conseqüências de uma esburacada camada de ozônio. Quanto maior a incidência de raios UV, maior a vulnerabilidade a lesões que podem levar ao câncer. Entre 1999 e 2005, a Sociedade Brasileira de Dermatologia examinou 205 869 pessoas em todo o Brasil e diagnosticou 17 980 casos de vários tipos de tumor. Uma pena, porque muitos deles poderiam ser evitados com uma única providência: a exposição ao sol com proteção. Infelizmente, mais da metade desses pacientes admitiu que não tomava esse cuidado tão simples. Não à toa, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer, o Inca, é que este ano haverá no Brasil 115 010 novos casos do tipo não-melanoma e 5 920 de sua versão mais grave, o melanoma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No geral, as perspectivas podem parecer sombrias, mas nem por isso devemos cruzar os braços e esperar passivamente pelo pior. Há tempo para ações capazes de brecar tantos prejuízos. O que fazer? Para o nefrologista Bento Cardoso dos Santos, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, "tão importante quanto se preparar para o que poderá vir é voltar a atenção para o que já está acontecendo e mudar alguns hábitos". Usar filtro solar, por exemplo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;NEM TUDO ESTÁ PERDIDO (AINDA)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Exija dos governantes a criação de leis que obriguem à redução da emissão de poluentes Pelas fábricas.&lt;br /&gt;- Prefira consumir produtos de empresas comprometidas com uma atmosfera livre de poluentes.&lt;br /&gt;- Cobre investimentos em fontes de energia mais limpa.&lt;br /&gt;- Deixe o carro em casa e prefira o transporte coletivo (ou pedale, em prol também da sua saúde).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Abandone definitivamente o cigarro — as partículas da fumaça, além de péssimas para&lt;br /&gt;o seu organismo, contribuem para a emissão de gás carbônico.&lt;br /&gt;- Apóie medidas para barrar o desmatamento. As florestas ajudam a manter o equilíbrio&lt;br /&gt;térmico do planeta, fundamental para prevenir o efeito estufa. E, quando for comprar móveis de&lt;br /&gt;madeira, dê preferência àqueles que trazem o selo de manejo sustentável — ele garante a&lt;br /&gt;procedência e os cuidados na extração da matéria-prima. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EXCESSO DE GÁS CARBÔNICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O acúmulo desse gás, você já deve saber, impede que parte dos raios solares retorne para o espaço. É o efeito estufa. A mesma alta concentração de gases na atmosfera, como o carbônico, agrava a asma e outras doenças respiratórias. E, à medida que o calor aumenta, até as plantas têm seu desenvolvimento alterado. O resultado é uma maior liberação de pólen — capaz de defl agrar a inflamação no revestimento interno do nariz, a popular rinite. "Esse e outros males alérgicos deverão ser mais incidentes nesse calorão sem fim", alerta o&lt;br /&gt;pneumologista Ciro Kirchenchtejn, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Quando tudo se complica, além da asma, podem surgir sinusite, amigdalite, otite e aumento das adenóides. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUASE UM DILÚVIO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se um dia de chuva forte provoca alagamentos, imagine, então, as conseqüências de tempestades freqüentes e duradouras. E nem vamos falar aqui de prejuízos econômicos em zonas urbanas e rurais. Muito além de desabamentos e perda de lavouras, que, óbvio, afetaria a produção de alimentos, é praticamente líquida e certa a ocorrência de males tão diversos quanto leptospirose, febre tifóide e doenças diarréicas agudas — grande parte deles provocada pelo contato com água contaminada pela urina de animais, como ratos. E o cenário ganha contornos mais trágicos se acrescentarmos outra possibilidade de encrenca nada remota no aguaceiro: o aumento de doenças provocadas por vírus e bactérias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ONDAS DE CALOR INTENSO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Essa é uma das principais conseqüências do efeito estufa. Quando a temperatura sobe, o corpo abre alas para problemas cardiovasculares como o derrame, ao menos em pessoas já propensas. Sem contar que as bactérias se disseminam com muito mais facilidade. Pior ainda será a vida das opulações sem acesso a água potável — haverá aumento da incidência de intoxicações alimentares, diarréias e desidratação. Em geral, estima-se que a mortalidade&lt;br /&gt;suba 1,6% a cada grau centígrado acima do nível de conforto térmico no verão. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROBLEMAS GLOBALIZADOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Imagine insetos e bactérias transmissores de doenças entrando num avião na África, na Índia ou mesmo no Brasil e, poucas horas depois, desembarcando numa cidade do hemisfério norte, onde os antes freqüentes dias de temperatura negativa estão cada vez mais raros. O clima alterado por si só já favorece a proliferação desses intrusos. O nefrologista Bento Cardoso dos Santos, do Albert Einstein, prevê o crescimento de doenças como dengue,&lt;br /&gt;malária e febre amarela, típicas dos trópicos, naquelas plagas. "Já há registros de malária nos Estados Unidos", justifi ca. Seu prognóstico se baseia num projeto de que participa, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, no interior paulista. Nele, a idéia é relacionar as causas de internação no estado de São Paulo com os fenômenos climáticos, como pressão atmosférica, incidência de chuvas e variação de temperatura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;EFEITOS NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Além das áreas semi-áridas, como o Nordeste brasileiro e tantas regiões africanas, que já sofrem com a falta de água, aquelas que hoje dependem do degelo sazonal das geleiras&lt;br /&gt;também poderão penar. É o caso de localidades nos países cortados pela Cordilheira dos Andes, na América do Sul, que não vão mais contar com a água que escorre das montanhas geladas. "A produção de alimentos será prejudicada e crescerão os casos de desnutrição, distúrbios gastrintestinais, prejuízos ao sistema imunológico e, conseqüentemente, doenças como o câncer", sentencia, sem dó nem piedade, a toxicologista Silvana Turci, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div id="cnt0"  style="display: block; text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Dois anos antes de o furacão Katrina devastar a cidade de Nova Orleans, no sul dos Estados Unidos, fortíssimas ondas de calor na Europa provocaram complicações cardiovasculares e respiratórias em grande parte da população, matando mais de 30 mil pessoas. Esses eventos, para citar apenas duas das maiores calamidades dos últimos tempos, vieram colocar mais lenha na fogueira das previsões sobre a saúde do planeta e de seus habitantes no médio e no longo prazo. &lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para muitos especialistas, o desmatamento e o despejo diário de toneladas de gás carbônico na atmosfera estão por trás de catástrofes assim. Os mais céticos, no entanto, alegam que ainda é cedo para atribuí-las cem por cento à ação do homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O consenso é que furacões dependem de águas oceânicas mais quentes. Ora, nos últimos 35 anos, a temperatura do globo subiu 0,5 °C e dobrou o número de furacões que castigam a Terra. Coincidência ou não, o fato é que a saúde humana também sofre — e como! — quando o termômetro vai às alturas. "Aumentam os casos de derrame e proliferam os insetos  transmissores de dengue, febre amarela, malária, cólera e leishmaniose", enumera Ulisses Confalonieri, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma questão que põe cientistas em lados opostos é o elo entre o aquecimento global e o aumento dos rombos na camada de ozônio, aquela que protege a Terra dos efeitos nocivos dos raios ultravioleta. Maria Luisa Höfling-Lima, professora de oftalmologia da Unifesp, ressalta que, no caso da nossa saúde, ainda não há estudos que indiquem relação de causa e efeito desses problemas ambientais com os que acometem os olhos. "Mas evidências apontam para um maior número de casos de catarata e degeneração na retina por causa da exposição crescente à luz azul e à radiação ultravioleta", diz. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já a pele indiscutivelmente sofre com as conseqüências de uma esburacada camada de ozônio. Quanto maior a incidência de raios UV, maior a vulnerabilidade a lesões que podem levar ao câncer. Entre 1999 e 2005, a Sociedade Brasileira de Dermatologia examinou 205 869 pessoas em todo o Brasil e diagnosticou 17 980 casos de vários tipos de tumor. Uma pena, porque muitos deles poderiam ser evitados com uma única providência: a exposição ao sol com proteção. Infelizmente, mais da metade desses pacientes admitiu que não tomava esse cuidado tão simples. Não à toa, a estimativa do Instituto Nacional de Câncer, o Inca, é que este ano haverá no Brasil 115 010 novos casos do tipo não-melanoma e 5 920 de sua versão mais grave, o melanoma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No geral, as perspectivas podem parecer sombrias, mas nem por isso devemos cruzar os braços e esperar passivamente pelo pior. Há tempo para ações capazes de brecar tantos prejuízos. O que fazer? Para o nefrologista Bento Cardoso dos Santos, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, "tão importante quanto se preparar para o que poderá vir é voltar a atenção para o que já está acontecendo e mudar alguns hábitos". Usar filtro solar, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;NEM TUDO ESTÁ PERDIDO (AINDA)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Exija dos governantes a criação de leis que obriguem à redução da emissão de poluentes Pelas fábricas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Prefira consumir produtos de empresas comprometidas com uma atmosfera livre de poluentes.&lt;br /&gt;- Cobre investimentos em fontes de energia mais limpa.&lt;br /&gt;- Deixe o carro em casa e prefira o transporte coletivo (ou pedale, em prol também da sua saúde).&lt;br /&gt;- Abandone definitivamente o cigarro — as partículas da fumaça, além de péssimas para o seu organismo, contribuem para a emissão de gás carbônico.&lt;br /&gt;- Apóie medidas para barrar o desmatamento. As florestas ajudam a manter o equilíbrio térmico do planeta, fundamental para prevenir o efeito estufa. E, quando for comprar móveis de madeira, dê preferência àqueles que trazem o selo de manejo sustentável — ele garante a procedência e os cuidados na extração da matéria-prima."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte: Planeta Sustentável&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-717516803763523028?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/717516803763523028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=717516803763523028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/717516803763523028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/717516803763523028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/o-planeta-em-estado-febril.html' title='O planeta em estado febril'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-5485167243765685475</id><published>2008-04-15T10:34:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T10:42:49.971-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Dicas para economizar água</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para melhor entender o gasto de água, leia e se esforce para fazer sua parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Na Cozinha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavar a louça com a torneira da pia meio aberta durante 15 minutos consome 117 litros. Limpe os restos dos pratos e panelas com escova e jogue no lixo. Coloque água na cuba até a metade para ensaboar e feche a torneira. Para enxaguar, colocar água normalmente. O gasto cairá para 20 litros. Ligar a lavadora de louças só quando estiver cheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-weight: bold;"&gt;No Tanque&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavar a roupa por 15 minutos pode gastar 279 litros. O melhor é acumular a roupa, colocar água no tanque para ensaboar, deixando a torneira fechada. Depois, colocar água para enxaguar. Essa água depois poderá ser utilizada para lavar a área de serviço. Uma lavadora de roupa com capacidade para 5 quilos gasta 135 litros. O melhor é utiliza-la com sua capacidade total. Com uma mangueira semi-aberta, gasta-se 560 litros para lavar o carro. Se o serviço for feito com um balde, o consumo cai para 40 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;No Banheiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um banho de ducha de 15 minutos consome 240 litros de água. Feche a torneira enquanto se ensaboa e diminuir o tempo do banho para 5 minutos reduz para 80 litros.&lt;br /&gt;Escovar os dentes durante 5 minutos faz com que 80 litros sejam desperdiçados. Molhe a escova, feche a torneira e enxague a boca com um copo de água, consome menos de 1 litro. Ao fazer a barba em 5 minutos, com a torneira meio aberta, gastam-se até 12 litros de água. Se usar a pia como um tanquinho, o consumo cai para 2 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Torneira fechada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torneira aberta é igual a desperdício. Com a torneira aberta, você gasta de 12 a 20 litros de água por minuto. Se deixar pingando, são desperdiçados 46 litros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Descarga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma descarga chega a utilizar 20 litros de água em um único aperto! Então, aperte a descarga apenas o tempo necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Lavando louça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lavar louças, não deixe a torneira aberta o tempo todo (assim você desperdiça até 105 litros). Primeiro passe a esponja e ensaboe e depois enxágüe tudo de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Usar redutores de fluxo de água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As torneiras de pia mais antigas de banheiro e cozinha podem gastar entre 10 e 15 litros de água por minuto. Muita dessa água é desperdiçada. Em geral, as tarefas de lavagem podem ser realizadas com bem menos água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os redutores de fluxo de água, tanto os que já vêm com as torneiras novas, quanto aqueles baratos redutores avulsos que você conecta à torneira, reduzem o fluxo, em média, de 2 a 4 litros por minuto nos banheiros e de 3 a 7 litros por minuto na pia da cozinha. Por causa do ar que é adicionado à corrente de água na extremidade da torneira, o fluxo parece total, mas o volume real de água é substancialmente reduzido. Isto permite que você faça mais com menos água quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;Instalar redutores de fluxo de esguicho do chuveiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase metade de toda a água usada em uma casa é para o banho. E quase toda essa água precisa ser aquecida. Portanto, o banheiro é um lugar ideal para praticar a economia de água e energia. Desde janeiro de 1995, os chuveiros das novas casas foram obrigados a não gastar mais que 9,5 litros de água por minuto. Se você tem um chuveiro mais antigo em sua casa, saiba que não leva mais que alguns minutos para substituí-lo por um que atenda os padrões de índice de fluxo atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chuveiros não são caros. Com US$ 10 a US$ 25 dólares você compra um novo que atenda o limite de 9,5 litros. Se você tem um chuveiro mais antigo que permite até mais de 20 litros por minuto e trocar por um de baixo fluxo, você reduzirá o consumo de água no seu chuveiro em mais de dez litros por minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água que entra em uma casa no nordeste dos Estados Unidos no inverno pode ser tão fria quanto 3ºC. Aquecer uma água tão fria até os cerca de 50°C necessários para produzir um banho quente satisfatório demanda bastante energia. É fácil entender por que tirar vantagem da tecnologia do chuveiro com 9,5 litros pode economizar bastante na sua conta de luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma advertência: colocar um esguicho de baixo fluxo de água não é desculpa para passar mais tempo no chuveiro. Em alguns casos, o tempo que uma pessoa leva em um banho é exatamente igual ao tempo que leva para acabar a água quente dentro do aquecedor. Uma vez que a água acaba, o banho termina. Se levasse, vamos dizer, dez minutos para descarregar a capacidade de água do aquecedor com 20 litros por minuto, isto significa que você pode agora ficar sob a água corrente por 20 minutos com esguicho de fluxo reduzido? Tecnicamente, sim. Mas isto resultaria em nenhuma economia de energia ou água. Se limitar suas atividades no chuveiro para simplesmente se lavar e enxagüar e então sair, mantendo igual o tempo que você levava antes da instalação do esguicho redutor, você reduzirá seu uso de energia e água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;Manutenção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário limpar periodicamente as caixas de gordura, inspeção e sabão, removendo todo detrito acumulado e lavando as tampas com uma mistura de água e querosene, na proporção de um litro de querosene para cinco litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomenda-se que seja feita nas caixas (ralos) a dedetização preventiva contra baratas e outros insetos a cada seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça limpeza periódica, pelo menos 01 vez por mês, nos copos dos sifões (que ficam em baixo da pia), caixas sinfonadas (aquelas que ficam no box's) e ralos em geral."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: bold;"&gt;Fonte: Prevcon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-5485167243765685475?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/5485167243765685475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=5485167243765685475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/5485167243765685475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/5485167243765685475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/dicas-para-economizar-gua.html' title='Dicas para economizar água'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7997718103338176201</id><published>2008-04-15T10:25:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T10:32:12.188-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>SEPARANDO SEU LIXO</title><content type='html'>É necessário toda a atenção no momento da separação do nosso lixo. Veja o que é lixo seco e orgânico. Vamos construir juntos uma quadra sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Reduza&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;ao máximo o lixo produzido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Reutilize&lt;/span&gt; tudo o que for possível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilite a &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Reciclagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;LIXO SECO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papel, papelão, jornais, revistas, cadernos e folhas soltas;&lt;br /&gt;Caixas e embalagens em geral;&lt;br /&gt;Metais, latas em geral;&lt;br /&gt;Garrafas, potes e frascos de vidro;&lt;br /&gt;Plásticos (todos os tipos);&lt;br /&gt;Garrafas PET e sacos plásticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;LIXO ORGÂNICO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cascas e bagaços de frutas e verduras;&lt;br /&gt;Restos de comida;&lt;br /&gt;Papel de banheiro (higiênico);&lt;br /&gt;Aparas e podas de Jardins;&lt;br /&gt;Sujeira de vassoura e de cinzeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7997718103338176201?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7997718103338176201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7997718103338176201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7997718103338176201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7997718103338176201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/separando-seu-lixo.html' title='SEPARANDO SEU LIXO'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-2662372970453168239</id><published>2008-04-07T11:41:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T11:43:06.875-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Educação eco-centrada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;Por Leonardo Boff*   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;img src="http://www.envolverde.com.br/fotos/45424.jpg" class="foto" align="right" border="0" /&gt; Há duas portas de entrada para a educação e para a socialização da vida humana: a família e a escola. Da família herdamos ou não o sentido da acolhida e da auto-confiança (da mãe) e o sentido dos limites e a percepção de valores éticos (do pai). A escola, alem que repassar informações, se propõe o objetivo de criar as condições para a formação de pessoas autônomas com competência para plasmar o próprio destino e aprender a conviver como cidadãos participativos. A educação, nesta perspetiva, era centrada no ser humano e na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse propósito correto é hoje insuficiente. Depois que irrompeu o paradigma ecológico, nos conscientizamos do fato de que todos somos ecodependentes. Não podemos viver sem o meio-ambiente, com seus ecossistemas, que incluído o ser humano, forma o ambiente inteiro. Somos um elo da comunidade biótica. A humanidade não está frente à natureza, nem acima dela como donos mas dentro dela como parte integrante e essencial. Participamos de uma comunidade de interesses com os demais seres vivos que conosco compartem a biosfera. O interesse comum básico é manter as condições para a continuidade da vida e da própria Terra, tida como superorganismo vivo, Gaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato novo, até ha pouco ausente na consciência coletiva da grande maioria e também de cientistas, é que todo o sistema de vida está correndo risco. É conseqüência de uma civilização produtivista/consumista/materialista que tem predominado nos últimos séculos, hoje globalizada. Ela fez com que a Terra perdesse seu frágil equilíbrio e sua capacidade de autoregeneração. Temos que impedir que Gaia entre num processo de caos, buscando através dele um novo equilíbrio, mas à custa de pesados sacrifícios ecológicos como a dizimação de milhares de espécies, cataclismos, secas, inundações, insegurança alimentar em vastas proporções e, eventualmente, o desaparecimento de incalculável número de seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora a educação deve impreterivelmente incluir as quatro grandes tendências da ecologia: a ambiental, a social, a mental e a integral ou profunda (aquela que discute nosso lugar na natureza e nossa inserção na complexa teia das energias cósmicas). Mais e mais se impõem entre os educadores ambientais esta perpectiva: educar para a arte de viver em harmonia com a natureza e propor-se repartir equitativamente aos demas seres, os recursos da cultura e do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos estar conscientes de que não se trata apenas de introduzir corretivos ao sistema que criou a atual crise ecológica mas de educar para sua transformação. Isto implica superar a visão reducionista e mecanicista ainda imperante e assumir a cultura da complexidade. Ela nos permite ver as interrelações do mundo vivo e as ecodependências do ser humano. Tal verificação exige tratar as questões ambientais de forma global e integrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste tipo de educação se deriva a dimensão ética de responsabilidade e de cuidado pelo futuro comum da Terra e da humanidade. Faz descobrir o ser humano como o cuidador do jardim do Éden que é nossa Casa Comum e o guardião de todos seres. A democracia além de ser sem fim como o quer com razão Boaventura de Souza Santos, será também uma democracia sócio-ecológica. Junto com a cidadania (que vem de cidade) estará a florestania( que vem de floresta), ensaiada pelo governo petista do Acre. Ser humano e natureza se pertencem mutuamente e juntos devem construir um caminho de convivência não destrutiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Leonardo Boff&lt;/span&gt; é teólogo, escritor, professor emérito de ética da UERJ e membro da Comissão da Carta da Terra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/O autor)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-2662372970453168239?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/2662372970453168239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=2662372970453168239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2662372970453168239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2662372970453168239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/educao-eco-centrada.html' title='Educação eco-centrada'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-9164709704514759714</id><published>2008-04-07T11:32:00.000-07:00</published><updated>2008-04-07T11:43:34.388-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Sem coleta seletiva, reciclagem pode fazer mais mal do que bem</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;       &lt;p style="line-height: 100%;" align="justify"&gt;        &lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;       &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;"É difícil encontrar alguém hoje que ignore os benefícios da reciclagem para a preservação do planeta. O que poucos parecem saber, no entanto, é que se o lixo não for separado na fonte (ou seja, em casa) e levado separado até a hora de reciclar, os benefícios na prática podem se perder. &lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;A grande vantagem de reciclar é poupar a produção de um novo material. Cada vez que se reutiliza um papel, se evita a derrubada de árvores. Cada vez que se reutiliza um plástico, se evita o uso de petróleo. Isso não quer dizer, no entanto, que a poluição do processo de reciclagem seja zero. Ela simplesmente, na ponta do lápis, polui menos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;Segundo os especialistas, até 90% de todos os materiais usados pela indústria podem ser reciclados. As exceções existem porque alguns produtos não compensam ou financeiramente ou ambientalmente. Fraldas descartáveis, por exemplo, causam mais poluição quando são recicladas do que quando são produzidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;O mesmo é verdade se o material original não estiver muito danificado. O que se garante, com a separação do lixo na fonte. “Quando o resíduo é separado e isolado, a contaminação é reduzida e isso torna tudo mais fácil na hora de reciclar. É por isso que na reciclagem o resíduo de mais valor é o industrial, que é separado com rigor”, explicou ao G1 o engenheiro ambiental Sandro Donnini Mancini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;Se o lixo não é separado adequadamente, a contaminação dificulta a reciclagem e pode deixar ela cara demais ou poluente demais. Papéis sujos, por exemplo, precisam de muito alvejante para ficarem brancos. Alvejante que é um poluente. Dependendo do estado do material original, reciclar pode fazer mais mal do que bem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;Para comprovar isso na prática, Mancini realizou uma pesquisa onde retirou sacolinhas plásticas de um aterro sanitário e as separou para reciclagem. Já na pesagem o problema se mostrou: 40% do peso das sacolinhas não era plástico, mas sujeira. “Antes de reciclar, é preciso limpar. Isso vai gastar detergente. Dependendo do estado, não compensa”, diz ele. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;O engenheiro recomenda que todas as cidades procurem ter coleta seletiva de lixo para reciclagem obrigatória. Mas entende porque isso não é uma prioridade em muitos municípios. “O Brasil é um país cheio de problemas sociais, então é justificável que os prefeitos prefiram se concentrar em outros problemas, como saúde e educação”, afirma. “Mas é preciso tomar consciência também que o lixo é um problema sério, que também afeta a saúde. Reciclar faz bem para o meio ambiente e para a saúde da população”."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;&lt;em&gt;Fonte: Marília Juste / Portal G1&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-9164709704514759714?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/9164709704514759714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=9164709704514759714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/9164709704514759714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/9164709704514759714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/04/sem-coleta-seletiva-reciclagem-pode.html' title='Sem coleta seletiva, reciclagem pode fazer mais mal do que bem'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-2642004092016105654</id><published>2008-03-18T14:11:00.000-07:00</published><updated>2008-03-19T11:35:07.551-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Curiosidades preocupantes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia-a-dia não nos damos conta do desperdício que promovemos dentro dos nossos lares. Vejam como os nossos hábitos diários estão completamente equivocados. Porém,  se agirmos  em prol do meio ambiente e da coletividade, diminuiremos o consumo de água e, consequentemente, da conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Você lava a louça com a torneira da pia meio aberta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Durante 15 minutos é consumido 117 litros&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Você lava a roupa com a torneira aberta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Por 15 minutos é gasto 279 litros&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Você usa mangueira semi-aberta para lavar o carro ou molhar o jardim/terreno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Durante 15 minutos gasta-se 560 litros. Se o serviço for feito com um balde, o consumo cai para 40 litros.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Você toma banho de ducha interruptamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Durante 15 minutos é consumido 240 litros de água. A torneira fechada enquanto se ensaboa e diminuir o tempo do banho para 5 minutos reduz para 80 litros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Você escova os dentes com a torneira aberta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Durante 5 minutos 80 litros são desperdiçados. Molhe a escova, feche a torneira e enxague a boca com um copo de água, consome menos de 1 litro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Você faz a barba com a torneira meio aberta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 0);"&gt;Durante 5 minutos é gasto até 12 litros de água. Se usar a pia como um tanquinho, o consumo cai para 2 litros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Você dá a descarga em um longo e único aperto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Durante a utilização gasta-se 20 litros de água. Então, aperte a descarga apenas o tempo necessário (5 a 6 segundos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-2642004092016105654?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/2642004092016105654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=2642004092016105654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2642004092016105654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2642004092016105654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/03/curiosidades-preocupantes.html' title='Curiosidades preocupantes'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-7622770843169647356</id><published>2008-03-17T12:08:00.000-07:00</published><updated>2008-03-17T12:14:53.574-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Dicas Para Economizar Energia Elétrica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  " &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;1. Chuveiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Esse é um dos aparelhos que mais consome energia, portanto, evite banhos demorados;&lt;br /&gt;    * Se estiver fazendo calor, não use o chuveiro na temperatura máxima;&lt;br /&gt;    * Limpe periodicamente a saída de água;&lt;br /&gt;    * Não reaproveite a resistência "queimada", isso aumenta o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;  2. Geladeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Dê preferência a refrigeradores com o selo PROCEL, que gastam menos energia;&lt;br /&gt;    * Instale o refrigerador em local arejado, ventilado e distante de fogões e protegido do sol;&lt;br /&gt;    * Não abra o refrigerador sem necessidade;&lt;br /&gt;    * Não forre as prateleiras. Isso prejudica a circulação interna de ar;&lt;br /&gt;    * Não coloque alimentos quentes no refrigerador; coloque líquidos em recipientes fechados;&lt;br /&gt;    * Degele de acordo com as orientações do fabricante;&lt;br /&gt;    * Troque a borracha de vedação se ela estiver rasgada ou furada, assim a geladeira não perde ar frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;   3. Ferro Elétrico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Passe a maior quantidade de roupas de uma só vez;&lt;br /&gt;    * Regule o ferro na temperatura indicada para cada tipo de tecido, passando primeiro as roupas que exigem temperaturas mais baixas;&lt;br /&gt;    * Nunca deixe o ferro ligado, mesmo por pequenas interrupções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; 4. Máquinas de Lavar e Secar Roupa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Use a máquina sempre em sua capacidade máxima;&lt;br /&gt;    * Use a dosagem correta de sabão, assim não será preciso repetir a operação "enxaguar"&lt;br /&gt;    * Regule o tempo de funcionamento da secadora de acordo com os diferentes tipos de tecido;&lt;br /&gt;    * Limpe os filtros com freqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt; 5. Lâmpada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Ao sair de um ambiente, apague a luz;&lt;br /&gt;    * Dê preferência às lâmpadas fluorescentes, que iluminam mais e duram de 6 a 10 vezes mais que as normais;&lt;br /&gt;    * A lâmpada fluorescente compacta com um reator de 12 watts fornece a mesma iluminação que uma incandescente - normal - de 60 watts. Menor potência é igual a menor consumo, e sua conta fica mais barata;&lt;br /&gt;    * A lâmpada fluorescente comum de 40 watts ou especial de 32 watts ilumina mais que a lâmpada incandescente de 150 watts;&lt;br /&gt;    * Verifique se a lâmpada fluorescente comprada possui o selo PROCEL, que significa um ano de garantia;&lt;br /&gt;    * Vidros transparentes permitem uma iluminação maior que vidros leitosos ou escuros;&lt;br /&gt;    * Limpe sempre as luminárias. A sujeira diminui a iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt; 6. Televisão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Evite dormir com a televisão ligada;&lt;br /&gt;    * As TVs modernas consomem menos energia que as antigas. Ao trocar, dê preferência às com o selo PROCEL;&lt;br /&gt;    * Evite deixar a TV ligada sem necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;7. Eletrodomésticos e Equipamentos em Geral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Ligue somente o aparelho que será usado, e desligue-o logo após o uso;&lt;br /&gt;    * Sempre que possível, use aparelhos elétricos fora do horário de pico (de 18h a 21h);&lt;br /&gt;    * Quando comprar o aparelho, procure o tamanho e a potência adequados para sua necessidade;&lt;br /&gt;    * Compare o termo de garantia e o termo de assistência técnica dos diferentes fabricantes;&lt;br /&gt;    * Ao adquirir o aparelho, leia com atenção o Manual de Instruções;&lt;br /&gt;    * Guarde o manual e o termo de garantia, pois sempre serão úteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; 8. Fiação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Faça a manutenção periódica da instalação elétrica;&lt;br /&gt;    * Não use e não toque em fios desencapados;&lt;br /&gt;    * Isole corretamente as emendas de fios com conectores ou fitas isolantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;9. Disjuntor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Ao mexer nas instalações elétricas, desligue o disjuntor;&lt;br /&gt;    * Quando o disjuntor desligar sozinho, houve sobrecarga ou curto-circuito, portanto, só ligue depois da inspeção de um técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;10. Tomada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Use uma tomada para cada equipamento;&lt;br /&gt;    * Verifique a tensão correta (voltagem) dos aparelhos e das tomadas, para não danificar o equipamento;&lt;br /&gt;    * Não use e nem encoste instrumentos metálicos nas tomadas;&lt;br /&gt;    * Quanto a pontos de luz, verifique primeiro a tensão correta (voltagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;  11. Ar condicionado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Desligue sempre que se ausentar do ambiente;&lt;br /&gt;    * Limpe periodicamente os filtros de ar;&lt;br /&gt;    * Dê preferência aos condicionadores de ar que possuem o Selo PROCEL, que consomem de 12 a 26% menos energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;12. Motor Elétrico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Use apenas motores com a potência indicada pelo fabricante. Superdimensionar ou subdimensionar o motor causa prejuízo;&lt;br /&gt;    * Dê preferência aos motores com o Selo PROCEL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt; 13. Iluminação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Dê preferência à iluminação natural;&lt;br /&gt;    * Use lâmpadas de alto rendimento ou reatores de alto fator de potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt; 14. Fuga de Corrente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Emendas de fios mal feitas, fios desencapados e isolamentos desgastados causam fuga de corrente e choques. Além do perigo que representa, há o aumento no consumo de energia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CELG&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-7622770843169647356?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/7622770843169647356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=7622770843169647356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7622770843169647356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/7622770843169647356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/03/dicas-para-economizar-energia-eltrica.html' title='Dicas Para Economizar Energia Elétrica'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-3010473493769089012</id><published>2008-03-04T05:23:00.000-08:00</published><updated>2008-03-04T10:12:57.668-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas da Esfera Comunicação e Sustentabilidade'/><title type='text'>Recicle - O drama da separação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui você encontra dicas de como tratar seu lixo de forma correta. Talvez seja difícil a primeira vista. Porém, se queremos contribuir com a sustentabilidade do planeta devemos começar a fazer nossa parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;O que separar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O básico do básico é: separar o lixo seco (papel, plástico, vidro e metal) do úmido (restos de comida, fraldas, absorventes, papel higiênico, etc.), porque assim o que selecionamos pode ser reaproveitado como matéria-prima para a indústria, para comunidades carentes e até mesmo em casa, seja no uso de parte do lixo úmido como adubo, seja inventando usos novos para velhas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Educar é importante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem gera e separa o lixo é a base de uma pirâmide que envolve muitas pessoas e processos até se chegar ao destino final - a reciclagem propriamente dita", afirma a economista Maria Inês Ramos, diretora da CP Brasil Assessoria, empresa de consultoria que instrui sobre a separação seletiva do lixo em condomínios e conjuntos residenciais e comerciais. "Para o sucesso do programa de coleta seletiva, a base precisa ser educada para desempenhar seu papel."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No prédio em que Maria Inês mora, na Vila Madalena, em São Paulo, foram necessários seis meses para que a coleta seletiva caminhasse por si própria. A equipe de moradores capitaneada por Maria Inês distribuiu folhetos, reiterando que o lixo reciclável deveria estar limpo. Mas isso é assunto para o próximo capítulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ou é fácil ou está errado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Separar o lixo não precisa ser difícil - nem chato. "Para a coleta seletiva ser eficaz, a separação dos resíduos sólidos tem de ser fácil", afirma o presidente do Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem), Fernando von Zuben.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, além do lixo limpo, bastam dois coletores: um para os resíduos úmidos e outro para os secos. "As centrais de triagem existem para separar os tipos de materiais. Não há por que o consumidor se preocupar com isso. Além do mais, um saco só ocupa pouco espaço em casa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da notícia estimulante e libertadora, os especialistas concordam que é muito mais razoável colaborar também com a separação do lixo seco: isso economiza tempo e energia, simplifica o trabalho de todos os envolvidos no processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao volume do lixo, minimizá-lo (depois que pegamos a manha, fica até divertido). Desmonte as caixas, amasse latinhas de alumínio e embalagens plásticas e faça uma pilha organizada de papéis e outra de jornais. No começo, é horrível. Depois, nos acostumamos com aqueles totens e então passamos a cultuá-los, orgulhando-nos de nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Limpo é melhor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o lixo que você separa estiver muito sujo, ele prejudica o material, que muito provavelmente não poderá ser reutilizado. O pior é que quem vai descobrir isso é o funcionário da triagem. Já pensou na cara do sujeito abrindo um saco com embalagens de leite sujas? Imagine o cheiro que vai exalar dali! E pra nada, já que isso condena o plástico. Você, como primeira peça desse esquema, deve começar fazendo a coisa certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que você não vai arear a latinha de atum, mas também não pode mandá-la suja para a reciclagem. "Enquanto lava a louça, coloque na pia as embalagens para que o excesso de sujeira vá sendo retirado", diz Araci Musolino Montineri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Respostas as suas indagações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O "filme" plástico que cobriu um cozido no microondas e está sujo, vai no lixo seco ou no orgânico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seco. É só fazer a limpeza (lavar e secar) sem gastar muita água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O papel toalha que foi utilizado para absorver a gordura de uma fritura, vai no seco ou no orgânico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seco. É como o papel higiênico. Acredito que a gordura fique impregnada no papel toalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Quais são os plásticos recicláveis? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampas, potes de alimentos (margarina), frascos, utilidades domésticas, embalagens de refrigerante, garrafas de água mineral, recipientes para produtos de higiene e limpeza, PVC, tubos e conexões, sacos plásticos em geral, peças de brinquedos, engradados de bebidas, baldes. Embalagens Tetra Pak podem ser separadas juntamente com o plástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O que são materiais não recicláveis?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materiais não recicláveis são aqueles que não podem ser reutilizados após transformação química ou física, porém muitos materiais não são reciclados no Brasil apenas por ainda não existir tecnologia para o tipo específico de material. Fique atento quando comprar uma embalagem que é reciclável pois dependendo do material, ela poderá ir para o lixo comum no final do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Quais são os materiais não recicláveis?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os materiais não recicláveis mais conhecidos são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papéis não recicláveis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustivél e pilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plásticos não recicláveis: cabos de panela, tomadas, isopor, adesivos, espuma, teclados de computador, acrílicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vidros não recicláveis: espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas, vidros temperados planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Quais são os papéis recicláveis? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparas de papel, jornais, revistas, caixas, papelão, papel de fax, formulários de computador, folhas de caderno, cartolinas, cartões, rascunhos escritos, envelopes, fotocópias, folhetos, impressos em geral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Q&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;uai&lt;/span&gt;s cuidados devo ter?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de pereferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Folha de São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-3010473493769089012?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/3010473493769089012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=3010473493769089012' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3010473493769089012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/3010473493769089012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/03/recicle-o-drama-da-separao.html' title='Recicle - O drama da separação'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3912593056484097646.post-2643985366266014559</id><published>2008-02-13T04:31:00.000-08:00</published><updated>2008-02-21T09:07:09.901-08:00</updated><title type='text'>Prestação de contas da prefeitura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Brasília, 13 de fevereiro de 2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Relatório de atividades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Prefeitura da Superquadra 305 Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Período: setembro de 2007 a fevereiro de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Assumi o cargo de prefeita em 12 de setembro de 2007, eleita pela chapa Verde, com uma idéia em mente: implementar na SQS 305 o projeto Quadra Sustentável, elaborado pelo morador Emmanuel Fonseca, consultor ambiental da Esfera Comunicação e Sustentabilidade. Juntos, fomos buscar maneiras de viabilizar o projeto. E conseguimos algo que, pelo menos, vai nos permitir dar início ao processo. Depois de quatro meses, é com satisfação que anuncio o apoio do Conselho Nacional do SESI às ações que vamos implementar a partir de agora. Imagino que é dever de cada um contribuir de alguma maneira com a questão que pauta o século XXI: o aquecimento global e o impacto das atividades humanas sobre o meio ambiente. A Prefeitura da SQS 305 vai fazer sua parte, estimulando todos os moradores a fazerem o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes de dar mais detalhes do projeto Quadra Sustentável, listo o que foi feito nesses cinco meses. Uma prestação de contas à comunidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 17 de outubro de 2007 tivemos acesso à conta da prefeitura, com um saldo bancário de R$1.091,47 (um mil, noventa e um reais e quarenta e sete centavos). Com esses recursos, foram comprados plantas ornamentais, terra e adubo para o plantio na entrada da Quadra no valor de R$687,20 (seiscentos e oitenta e sete reais e vinte centavos) e tinta para a pintura dos bancos também próximos à entrada da Quadra no valor de R$128,50 (cento e vinte e oito reais e cinqüenta centavos).  Foram pagos R$150,00 (cento e cinqüenta reais) de mão-de-obra para a execução das duas tarefas e gasto R$30,00 (trinta reais) com cópias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolamos, junto à Administração de Brasília, dois pedidos: um para a recuperação das calçadas de toda a Quadra e outro para o estacionamento do Bloco “B”, danificado com a retirada das árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolamos, junto ao Departamento de Engenharia de Trânsito de Brasília, um ofício, solicitando a pintura da faixa de pedestres próxima ao Supermercado Pão de Açúcar (situado nas EQS 504 /505), a instalação de “olhos de gato” próximos aos balões da Quadra e a sinalização interna de toda a Quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promovemos o primeiro evento da “Quadra Sustentável”: na entrada da quadra, fizemos uma ação para estimular os moradores a não descartarem o óleo usado na pia, incentivando o armazenamento em recipientes, doados para cada apartamento. Este óleo depois será encaminhado para reciclagem e transformado em biodiesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como prefeita, participei do Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, promovido pela UnB, para discutir a individualização do hidrômetro. Como moradora, apresentei o protótipo do hidrômetro que mede o consumo de água pelo sistema de telemetria, com tecnologia israelense, instalado em meu apartamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em novembro, participei de uma audiência pública para, mais uma vez, discutir a individualização do hidrômetro e apresentar o protótipo, o que resultou em alteração da Lei Nº 3.557 de 18/05/2005 e na Resolução Nº 175/2007/ADASA (cópia distribuída para cada síndico) que prevê o sistema individualizado de medição da água. A alteração da lei permitiu que os prédios mais antigos de Brasília também possam instalar o hidrômetro em cada apartamento e autorizou que a decisão seja de cada condomínio. A decisão deverá ser tomada em assembléia exclusiva para este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos concentrando esforços junto à Administração de Brasília para liberar recursos necessários à melhoria da Quadra. Em 2007, havia uma verba de R$4.000,00 (quatro mil reais) para a recuperação do parquinho da Quadra. No entanto, só foi realizada a pintura dos brinquedos. Como essa pintura não consumiria os recursos que haviam sido destinados ao parque, a TV Globo fez uma reportagem mostrando os brinquedos danificados, que oferecia perigo à segurança das crianças. Depois de verificado o risco que o parque apresentava, o Gerente de Fiscalização dos Parques e o Diretor Geral da Administração de Brasília se comprometeram a fazer as obras necessárias para o bom funcionamento do espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por iniciativa do morador Emmanuel, foi criado um blog para difundir notícias sobre as atividades da prefeitura e a implementação do Projeto “Quadra Sustentável”. O endereço, para quem quiser acessar, é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;http://quadrasustentavel.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos em contato com o bioarquiteto Sérgio Pamplona, que se interessou pelo Projeto “Quadra Sustentável” e se comprometeu a colaborar com a Prefeitura. Ele vai fazer, gratuitamente, o projeto de reforma da sede da prefeitura, onde pretendemos instalar um núcleo ambiental.  Agora precisamos buscar apoio para o material e a mão de obra para a reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teremos também um meio para divulgar e compartilhar informações: o primeiro número do informativo “Quadra Sustentável” sai no dia 10 de março e será distribuído a todos os 372 apartamentos da SQS 305.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos, a partir de agora, contar com a colaboração de todos os moradores para que a nossa Quadra possa se tornar efetivamente um modelo de “QUADRA SUSTENTÁVEL”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prefeita -&lt;/span&gt; Maria Helena Castro (Bloco B, ap 404)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vice-prefeito&lt;/span&gt; - Paulo Roberto Mendes (Bloco D, ap 306)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeira Secretária&lt;/span&gt; - Raquel Machado (Bloco C, ap 505)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segunda Secretária&lt;/span&gt; - Zuleika de Souza (Bloco G, ap 304)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeira Tesoureira&lt;/span&gt; - Tânia Maria Pessoa (Bloco D, ap 503)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segunda Tesoureira&lt;/span&gt;  - Verônica Gomes (Bloco H,  ap 506)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3912593056484097646-2643985366266014559?l=quadrasustentavel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/feeds/2643985366266014559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3912593056484097646&amp;postID=2643985366266014559' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2643985366266014559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3912593056484097646/posts/default/2643985366266014559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrasustentavel.blogspot.com/2008/02/prestao-de-contas-da-prefeitura.html' title='Prestação de contas da prefeitura'/><author><name>Quadra Sustentável</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15553927100770915090</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
